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Mães da Bíblia: conheça as histórias de Eva a Maria

Mulheres com véus se reúnem ao ar livre; duas seguram um bebê e uma criança.

Quem são as mães da Bíblia

A Bíblia conta a história de pelo menos uma dúzia de mães pelo nome — Eva, Sara, Hagar, Rebeca, Joquebede, Ana, Noemi e Rute, Isabel, Maria, Loide e Eunice — e de várias outras que ficaram sem nome, como a mãe de Jabez, que aparece numa única linha de 1 Crônicas 4:9 e deu ao filho um nome que significa "dor". Quase nenhuma dessas histórias é tranquila: a maioria passa por esterilidade, luto, rivalidade dentro de casa ou um poder político que ameaça a criança. E em quase todas o texto mostra Deus agindo exatamente ali, no ponto em que a mãe não tinha mais o que fazer.

Vale notar isso logo de início: a Bíblia não trata a maternidade como um quadro bonito. Ela trata como um lugar onde a promessa de Deus e a fragilidade humana se encontram — e onde, muitas vezes, a história do povo inteiro depende do que acontece com um bebê.

O que segue é cada uma dessas mulheres, na ordem em que aparecem na Bíblia, com a passagem onde a história está. Começando pela mais buscada e menos conhecida.

Quem foi a mãe de Jabez

Ninguém sabe o nome dela. Ela aparece em meio a uma lista de descendentes de Judá, numa genealogia que a maioria das pessoas pula, e tudo o que o texto registra é o que ela disse quando o filho nasceu.

Em hebraico, Jabez (ya'bets) soa como a palavra para dor ('otseb) com as letras trocadas de lugar — é um jogo de palavras, e quem lia percebia. A mãe pôs no filho o nome da dor em que o teve. O texto não diz que dor foi essa: pode ter sido um parto difícil, pode ter sido uma circunstância da vida, pode ter sido a perda do marido. Ela não explica, e o cronista também não.

Olha o que acontece no versículo seguinte: Jabez cresce e faz uma oração em que pede, entre outras coisas, que Deus o guarde do mal "para que não me cause dor" — ou, em algumas traduções, "para que eu não sofra dor". Ele pede, literalmente, que o próprio nome não seja a última palavra sobre a sua vida. E o texto diz que Deus concedeu o que ele pediu.

Essa oração ficou famosa há alguns anos, com o livro A Oração de Jabez, de Bruce Wilkinson, e muita gente a trata como uma fórmula de prosperidade. O texto não sustenta isso: ele conta a história de um homem específico, numa genealogia específica, e diz que Deus o ouviu. Não promete repetir o resultado para quem repetir as palavras. O que a passagem ensina é mais simples e mais sólido: uma mãe marcou o filho com a dor dela, e Deus não deixou essa marca definir o fim da história.

É por isso que ela entra numa lista de mães da Bíblia. Ela é a mãe de quem não sobrou quase nada — uma frase, um nome amargo — e ainda assim o que sobrou foi registrado, e o filho dela se tornou "mais ilustre que os seus irmãos".

Eva: a primeira mãe e o primeiro luto

Eva é a primeira mulher a ser chamada de mãe, e o texto já anuncia que isso vai doer. Em Gênesis 3, depois da queda, Deus diz à mulher que ela dará à luz com dor; no fim do capítulo, Adão lhe dá o nome Eva, que o texto liga a "vida", porque ela seria mãe de todos os que vivem.

Os dois primeiros filhos foram Caim e Abel, e a história deles é a história do primeiro assassinato. Caim mata o irmão no campo (Gênesis 4:8). A Bíblia não registra uma palavra de Eva nesse momento — nenhum lamento, nenhuma fala. O silêncio é do texto, não dela, e muitos leitores veem nisso o retrato de uma dor que não cabe em frase.

A única coisa que ela diz como mãe vem depois, quando nasce o terceiro filho:

O nome Sete tem a ver com o verbo "conceder", "pôr no lugar". Eva não finge que Abel não existiu — ela nomeia o novo filho justamente em relação ao que perdeu. E é da linhagem de Sete que virá Noé, e depois Abraão. A primeira mãe da Bíblia é também a primeira mãe enlutada, e o texto faz questão de mostrar que a história de Deus continuou por meio dela mesmo assim.

Sara: noventa anos de espera e um riso

Sara aparece em Gênesis 11:30 com uma frase que define tudo o que vem depois: ela era estéril, não tinha filhos. Deus promete a Abraão uma descendência enorme, e os anos passam. Dez anos depois de chegar a Canaã, Sara ainda não tem filho e decide resolver sozinha, dando a serva Hagar ao marido — a história de Hagar vem logo abaixo.

Quando Deus finalmente diz, em Gênesis 17:16, que Sara mesma vai dar à luz, Abraão tem quase cem anos e ela, noventa. Em Gênesis 18, Sara ouve a promessa escondida atrás da tenda e ri — um riso de descrença, de quem já desistiu há muito tempo. Deus pergunta a Abraão por que ela riu, e ela nega. A resposta de Deus ficou famosa: "Há alguma coisa impossível para o Senhor?"

Um ano depois, Isaque nasce. O nome dele significa "ele ri". E aí o riso de Sara muda de natureza:

Isso aqui é importante: o mesmo riso que foi incredulidade em Gênesis 18 vira alegria em Gênesis 21, e Deus não a repreende por nenhum dos dois. Sara é citada em Hebreus 11:11 entre os exemplos de fé — a mulher que riu da promessa e depois a viu cumprida no colo.

Hagar: a serva que Deus viu no deserto

Hagar não escolheu nada do que viveu. Era uma serva egípcia, foi dada a Abraão por Sara para gerar um filho em lugar dela, e quando engravidou a relação entre as duas azedou. Gênesis 16:6 diz que Sara a humilhou, e Hagar fugiu grávida para o deserto.

É ali, sozinha, junto a uma fonte no caminho para o Egito, que o anjo do Senhor a encontra. Ele a chama pelo nome, pergunta de onde ela vem e para onde vai, e promete que o filho dela se chamará Ismael — "Deus ouve". A reação de Hagar é dar a Deus um nome:

El Roi, em hebraico: o Deus que me vê. É a única pessoa em toda a Bíblia que dá um nome a Deus desse jeito. Uma serva estrangeira, sem posição nenhuma, descobre no deserto que foi vista.

Anos depois a história se repete de forma mais dura. Depois do nascimento de Isaque, Hagar e Ismael são mandados embora de vez (Gênesis 21:9-14). No deserto de Berseba, a água acaba, ela deixa o menino debaixo de um arbusto e se afasta para não vê-lo morrer. Gênesis 21 diz que Deus ouviu a voz do menino, abriu os olhos de Hagar para um poço que ela não tinha visto, e que "Deus estava com o menino" enquanto ele crescia.

Hagar não faz parte da linhagem da promessa. Mesmo assim, Deus a encontra duas vezes, faz promessas para o filho dela e a sustenta. A história dela mostra que o cuidado de Deus não se restringe a quem está no centro do plano.

Rebeca: a mãe que escolheu um filho

Rebeca também esperou — vinte anos, segundo as contas de Gênesis 25:20 e 25:26 — até que Isaque orou por ela e ela engravidou de gêmeos. A gravidez foi tão agitada que ela foi consultar o Senhor, e recebeu uma resposta que ia moldar toda a vida da família: os dois filhos seriam dois povos, e o mais velho serviria ao mais novo. A passagem está em Gênesis 25, e logo depois o texto registra, sem rodeios, que Isaque amava Esaú e Rebeca amava Jacó.

Aqui a história fica desconfortável, e a Bíblia não a suaviza. Em Gênesis 27, Rebeca arma o plano para Jacó se passar por Esaú e receber a bênção do pai cego. Ela veste o filho com as roupas do irmão, prepara a comida, e quando Jacó teme a maldição, ela diz: "Caia sobre mim a tua maldição" (Gênesis 27:13). O plano funciona. Esaú jura matar o irmão.

Rebeca então manda Jacó para a casa do irmão dela, em Harã, "por alguns dias", até a raiva de Esaú passar (Gênesis 27:44-45). Esses dias viraram vinte anos. O texto nunca registra um reencontro entre mãe e filho: quando Jacó volta, a próxima menção a Rebeca é a sepultura dela em Macpela (Gênesis 49:31).

Vale notar que o oráculo de Deus era verdadeiro — Jacó de fato recebeu a promessa. Mas a Bíblia não diz que o engano foi o meio que Deus escolheu. O que ela faz é mostrar o custo: uma casa dividida, um filho exilado, uma mãe que não viu o retorno. Rebeca mostra que até quem crê na promessa pode tentar forçá-la pelos próprios meios, e que isso tem preço.

Joquebede: um cesto no Nilo

O nome dela só aparece mais tarde, em Êxodo 6:20 e Números 26:59. Em Êxodo 2, ela é só "uma mulher da tribo de Levi" que teve um filho no pior momento possível: o faraó tinha acabado de ordenar que todo menino hebreu recém-nascido fosse jogado no Nilo (Êxodo 1:22).

Ela escondeu o bebê por três meses. Quando não deu mais, fez o que o faraó mandava — colocou o menino no Nilo — mas do jeito dela: dentro de um cesto de juncos, calafetado com betume e piche, entre os juncos da margem, com a filha Miriã vigiando de longe. O detalhe que muita gente perde é a palavra: o "cesto" de Êxodo 2:3 é tevah em hebraico, a mesma palavra usada para a arca de Noé. Em toda a Bíblia ela só aparece nesses dois lugares.

Mulher ajoelhada na água do rio põe uma cesta entre os juncos; menina a observa da margem.

A filha do próprio faraó encontra o cesto, tem compaixão, e Miriã aparece oferecendo uma ama hebreia. A princesa aceita:

Pensa no que está acontecendo nessa frase. O decreto do faraó queria o menino morto; a filha do faraó devolve o menino à mãe e ainda paga para que ela o amamente. Joquebede criou Moisés nos primeiros anos, sob proteção da casa real, com salário do Egito. Hebreus 11:23 diz que foi pela fé que os pais de Moisés o esconderam, sem temer o decreto do rei.

A história de Joquebede responde a uma pergunta que muita mãe faz: o que fazer quando o poder que manda em tudo está contra o seu filho? Ela não tinha exército nem influência. Tinha um cesto, três meses e uma filha atenta. E o texto mostra Deus trabalhando pelo lado de dentro do próprio palácio inimigo.

Ana: a oração que virou um profeta

Ana era uma das duas esposas de Elcana, e a outra, Penina, tinha filhos. Ana não tinha, e Penina fazia questão de lembrá-la disso todo ano, na viagem ao santuário em Siló (1 Samuel 1:6-7). A cena de abertura da história é Ana chorando sem conseguir comer.

Ela vai ao templo e ora em silêncio, movendo só os lábios, e faz um voto: se tiver um filho, vai entregá-lo ao Senhor por toda a vida (1 Samuel 1:11). O sacerdote Eli vê a boca mexendo sem som e acha que ela está bêbada. Ela explica que estava "derramando a alma diante do Senhor". A história inteira está em 1 Samuel 1.

O filho nasce e ela o chama de Samuel. Quando ele é desmamado, Ana cumpre o voto e o leva a Siló:

Ela não só pediu — ela devolveu. O menino que Ana deixou no santuário se tornou o profeta que ungiu Saul e Davi. E o cântico de Ana, em 1 Samuel 2:1-10, sobre o Deus que levanta o pobre do pó e humilha o orgulhoso, ecoa séculos depois no cântico de Maria em Lucas 1. O texto ainda registra, em 1 Samuel 2:21, que Ana teve mais três filhos e duas filhas.

Rute e Noemi: um filho para duas mulheres

Noemi perdeu o marido e os dois filhos em Moabe e voltou para Belém dizendo que Deus a tinha deixado vazia — ela pediu para ser chamada Mara, "amarga" (Rute 1:20-21). A nora moabita, Rute, se recusou a deixá-la: "O teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus" (Rute 1:16).

O que acontece depois é uma das histórias mais cuidadosas da Bíblia. Rute se casa com Boaz, parente de Noemi, e tem um filho, Obede. E aí vem o detalhe: em Rute 4, as mulheres de Belém dizem a Noemi que a nora vale mais do que sete filhos, Noemi toma a criança no colo, e as vizinhas declaram: "Nasceu um filho a Noemi". O menino é de Rute, mas o texto o chama de filho de Noemi também.

Obede foi pai de Jessé, que foi pai de Davi (Rute 4:17). Uma viúva estrangeira e uma sogra que se achava esquecida por Deus estão na genealogia de Jesus (Mateus 1:5). A mulher que se chamou de amarga acabou com um neto no colo e o nome dela na linhagem do Messias.

Maria e Isabel: duas gravidezes impossíveis

O Novo Testamento começa com duas mães que não deveriam estar grávidas. Isabel era idosa e estéril, casada com o sacerdote Zacarias (Lucas 1:7). Maria era uma jovem noiva de Nazaré, virgem. O anjo Gabriel anuncia as duas gravidezes, e as duas mulheres se encontram em Lucas 1: quando Maria chega, a criança no ventre de Isabel — João Batista — salta, e Isabel é a primeira pessoa a chamar Jesus de Senhor, antes mesmo de ele nascer.

A resposta de Maria ao anjo, em Lucas 1:38, é a mais curta e a mais pesada de todas as falas de mães na Bíblia: "Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim conforme a tua palavra." Ela está aceitando uma gravidez que a sociedade dela não vai entender e que a lei podia punir.

A maternidade de Maria também não termina bem no sentido comum. Simeão avisa, em Lucas 2:35, que uma espada vai atravessar a alma dela. Em João 19:25-27, ela está de pé diante da cruz, e Jesus, morrendo, a entrega aos cuidados de João. Depois, em Atos 1:14, ela aparece orando com os discípulos à espera do Espírito. A mãe de Jesus viveu a promessa e a espada, e permaneceu.

Eunice e Loide: a fé passada em casa

As duas últimas são as mais discretas. Eunice era a mãe de Timóteo, o jovem pastor a quem Paulo escreveu duas cartas; Loide era a avó. Atos 16:1 diz que Eunice era uma judia crente e que o pai de Timóteo era grego — provavelmente não convertido, porque o texto não o chama de crente.

Paulo menciona as duas de passagem, mas o que diz pesa:

Ngandayeezegwa alusyomo lwako lwini, lusyomo oolo lwakali mulibanyookulu Loyisi lutaanzi abanyoko Yunisi alimwi lino, ndili achoonzyo, luli muli nduwe.(2 Timoti 1:5)

E em 2 Timóteo 3:15 ele acrescenta que Timóteo conhecia as Escrituras "desde a infância". Quem ensinou foram elas. Não há milagre na história de Eunice e Loide, não há anjo, não há gravidez impossível. Há uma mãe e uma avó que leram a Escritura com uma criança em casa, numa família em que o pai não participava disso, e o resultado foi um dos principais colaboradores de Paulo.

Para muita mãe que lê esta página, essa é a história mais próxima de todas.

O que essas histórias mostram sobre Deus

Junte as mães acima e um padrão aparece. A Bíblia não esconde o lado duro da maternidade: a dor do parto em Eva, a esterilidade em Sara, Rebeca, Ana e Isabel, o luto em Eva e Noemi, a humilhação em Hagar e Ana, o poder político contra a criança em Joquebede, a espada em Maria. Nenhuma dessas mulheres teve uma vida fácil, e o texto não finge que teve.

Mas o padrão tem um segundo lado. Em cada história, Deus age no ponto em que a mãe já não controlava nada: o deserto de Hagar, o cesto no Nilo, o santuário de Siló, a tenda em que Sara riu. A teologia evangélica histórica chama isso de providência — Deus conduzindo a história por dentro das circunstâncias, inclusive das difíceis, sem anular a liberdade de quem está nela. Rebeca mostra que essa providência não endossa o atalho que a pessoa escolhe; Hagar mostra que ela não se limita a quem está no centro do plano.

Há também um fio que vai de uma mãe à outra. Sete, filho de Eva, leva a Noé e a Abraão. Isaque, filho de Sara, leva a Jacó. Obede, filho de Rute e neto de Noemi, leva a Davi. Davi leva a Jesus, filho de Maria. A Bíblia conta a história da salvação em grande parte pela história de mães que esperaram, perderam, erraram e viram Deus manter a palavra.

E a mãe de Jabez fica ali no meio da genealogia de Judá, sem nome, com uma só frase registrada: deu ao filho o nome da dor que sentiu. É quase um resumo de todas as outras. A dor foi real o bastante para virar nome — e, mesmo assim, não foi a última coisa que Deus disse sobre aquele filho.

Leia 1 Crônicas 4:9-10 completo, devagar. São duas linhas, e cabem numa vida inteira.

O que significa o nome Jabez?

Jabez (em hebraico ya'bets) é um jogo de palavras com 'otseb, que significa "dor" ou "sofrimento". A mãe dele explica o nome em 1 Crônicas 4:9: "porque com dores o dei à luz". O texto não diz qual foi essa dor — se o parto, se uma circunstância da vida da família. Na oração de Jabez, em 1 Crônicas 4:10, ele pede que Deus o guarde do mal para que não sofra dor, retomando o próprio nome.

Qual é a oração de Jabez?

Está em 1 Crônicas 4:10. Jabez pede quatro coisas ao Deus de Israel: que o abençoe, que amplie as suas fronteiras, que a mão de Deus esteja com ele e que o guarde do mal para que não sofra dor. O texto diz que Deus concedeu o pedido. A oração não é apresentada como fórmula a ser repetida, e sim como a história de um homem específico que Deus ouviu.

Quem foi a mãe de Moisés?

Joquebede, da tribo de Levi, casada com Anrão. O nome dela aparece em Êxodo 6:20 e Números 26:59. Em Êxodo 2, ela escondeu Moisés por três meses do decreto do faraó, depois o colocou num cesto no Nilo, e acabou contratada pela filha do faraó para amamentar o próprio filho. Também foi mãe de Miriã e Arão.

Quais mães da Bíblia eram estéreis antes de terem filhos?

Sara (Gênesis 11:30), Rebeca (Gênesis 25:21), Raquel (Gênesis 29:31), a mãe de Sansão (Juízes 13:2), Ana (1 Samuel 1:5) e Isabel (Lucas 1:7). Em cada caso, o texto apresenta a gravidez como resposta direta de Deus, e vários desses filhos — Isaque, Jacó, Samuel, João Batista — tiveram papel central na história da salvação.

Quem foi a mãe de Timóteo?

Eunice, uma judia que cria em Jesus, casada com um grego (Atos 16:1). Paulo a menciona junto com a avó de Timóteo, Loide, em 2 Timóteo 1:5, elogiando a fé sincera das duas. Em 2 Timóteo 3:15, ele diz que Timóteo conhecia as Escrituras desde a infância — ensino que, pelo contexto, veio da mãe e da avó.

Maria da graca SilvaSilvia Forti
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