Pular para o conteúdo
Publicidade

Mulheres de fé na Bíblia: o exemplo de Sara e Raabe

Mulher de véu bege, com as mãos unidas segurando um terço de contas, olha para cima.

O que faz alguém ser chamada de "mulher de fé" na Bíblia

Mulher de fé, no sentido que a Bíblia dá à expressão, não é a que nunca duvidou — é a que considerou Deus fiel ao que ele prometeu e agiu com base nisso, mesmo quando a cena em volta dizia o contrário. É essa a definição que Hebreus 11 usa quando escolhe, entre dezenas de nomes possíveis, duas mulheres para a sua galeria: Sara, que riu da promessa, e Raabe, uma prostituta de Jericó. Nenhuma das duas é exemplo de vida impecável. As duas são exemplo de confiança no momento em que confiar custava algo.

Pela fé, a própria Sara também pôde ter um filho, apesar de ser estéril e avançada em idade, porque considerou fiel aquele que lhe havia feito a promessa.(Hebreus 11:11, NVI)

Olha a frase final: "porque considerou fiel aquele que lhe havia feito a promessa". A fé de Sara não é descrita como força interior, nem como ausência de medo. É um juízo sobre Deus — ele é confiável — que se tornou uma decisão de permanecer. Esse mesmo padrão aparece em Ana, Rute, Ester, Maria, na mulher que tocou o manto de Jesus e até numa mãe anônima de 1 Crônicas que deu ao filho um nome que significava dor. Cada uma delas está abaixo, com o que o texto diz e o que isso ensina.

Sara: a fé que riu antes de acreditar

Sara é o caso mais incômodo da lista, e por isso o mais útil. Aos 75 anos ela ouviu a promessa de um filho e esperou. Dez anos depois, cansada, tentou resolver por conta própria: deu a serva Agar a Abraão para gerar um herdeiro (Gênesis 16:2). Quando já estava perto dos 90, três visitantes anunciaram que no ano seguinte ela teria um filho — e Sara, escondida na tenda, riu (Gênesis 18:12). Não foi riso de alegria. Foi o riso de quem acha que já viu o suficiente da vida para saber o que não acontece.

E ainda assim Hebreus 11:11 a coloca como modelo. Como?

A resposta está em Gênesis 21. O menino nasce no tempo marcado, e Sara ri de novo — agora de outro jeito. Ela mesma diz que Deus a fez rir e que todo mundo que souber vai rir com ela. O nome do filho, Isaque, significa literalmente "ele ri". Deus não apagou o riso de Sara: ele o converteu. O ceticismo de uma noite na tenda virou o nome de um povo inteiro.

Vale notar o que isso ensina sobre fé bíblica. A fé de Sara tolerou a dúvida, o atalho com Agar e o riso descrente. O que ela não fez foi sair da história. Ela ficou debaixo da promessa, mesmo rindo dela, e quando o filho veio, foi ela quem reconheceu de onde ele vinha. Numa leitura evangélica histórica, é exatamente isso que Hebreus chama de "considerar fiel": não um sentimento sem falha, mas a recusa de abandonar quem prometeu.

Raabe: a fé de quem nem era do povo de Deus

O segundo nome feminino de Hebreus 11 é ainda menos esperado. Raabe morava em Jericó, vivia da prostituição e pertencia ao povo que Israel vinha derrotar. Quando dois espias israelitas se esconderam em sua casa, ela os protegeu, mentiu para os soldados do rei e os ajudou a fugir pela janela (Josué 2).

O que fez disso um ato de fé, e não só esperteza de sobrevivência, é o que ela declara aos espias: ela sabia que o Senhor tinha dado aquela terra a Israel, tinha ouvido do mar Vermelho e dos reis derrotados, e concluiu que o Deus de Israel é Deus no céu e na terra. Ela creu antes de ver, com base no que ouviu — e se colocou do lado desse Deus quando isso significava traição à própria cidade. Hebreus 11:31 diz que por isso ela não morreu com os desobedientes. Mateus 1:5 vai mais longe: ela entra na genealogia de Jesus.

Os critérios de Hebreus 11, portanto, não são pureza nem pertencimento. Uma matriarca que riu e uma estrangeira de má fama estão lado a lado porque ambas fizeram a mesma coisa: trataram a palavra de Deus como mais sólida do que o que viam.

Ana: a paz que chegou antes da resposta

A história de Ana está em 1 Samuel 1, e é a melhor descrição bíblica de como a fé se parece no meio de uma oração não respondida. Ana não tinha filhos. Penina, a outra esposa do marido, tinha vários e fazia questão de lembrá-la disso ano após ano, especialmente nas viagens a Siló, onde a família ia adorar. Num desses anos Ana foi ao santuário e chorou tanto, mexendo os lábios sem som, que o sacerdote Eli achou que ela estava bêbada.

A resposta dela a Eli é precisa: não era vinho, era a alma que ela estava derramando diante do Senhor. E então vem o detalhe que muita gente passa direto. Depois que Eli a abençoou, Ana foi embora, comeu, e o rosto dela já não era o mesmo. Isso antes de engravidar. Antes de qualquer sinal. A paz veio porque ela tinha entregado o pedido a quem podia atendê-lo — não porque o pedido tinha sido atendido.

Quando Samuel nasce, ela volta a Siló e explica a Eli quem é aquele menino:

Esse menino cresceu para ser o profeta que ungiria Saul e Davi. Mas a fé de Ana não é medida pelo que Samuel virou. É medida pelo rosto dela saindo do santuário, ainda sem nada nas mãos.

Rute: trocar de terra, de povo e de Deus

Rute era de Moabe, um povo com quem Israel tinha uma história ruim — tão ruim que a lei vedava a moabitas a plena entrada na assembleia do Senhor (Deuteronômio 23:3). Ela casou com um israelita que tinha fugido da fome para a terra dela, ficou viúva jovem e, quando a sogra Noemi decidiu voltar a Belém sem nada, Rute foi junto. Noemi insistiu três vezes para que ela voltasse para a família, para a segurança de um novo casamento entre o seu próprio povo. A resposta de Rute é uma das frases mais citadas da Bíblia:

Rute, porém, respondeu:

"Não insistas comigo para que te abandone

e que não mais te acompanhe.

Aonde fores, irei;

onde repousares, ali repousarei!

O teu povo será o meu povo,

e o teu Deus será o meu Deus!(Rute 1:16, NVI)

Repare na ordem. Primeiro a terra, depois o povo, por último o Deus. Rute não estava fazendo uma declaração teológica abstrata; estava escolhendo uma velha viúva pobre e, com ela, o Deus dessa velha. Era uma conversão, mas uma conversão que custava casa, língua, futuro e a proteção dos próprios deuses de Moabe. Na prática, significou chegar a Belém como estrangeira e ir catar espigas que caíam dos feixes alheios, o jeito que a lei de Israel reservava aos pobres (Rute 2).

Foi nesse campo que Boaz, o dono, descreveu o que ela tinha feito melhor do que ela mesma: Rute tinha vindo buscar refúgio debaixo das asas do Senhor. O livro termina com ela casada com Boaz e com um filho, Obede — avô de Davi (Rute 4:17). Mateus 1:5 a coloca na linhagem de Jesus. A moabita que a lei mantinha do lado de fora terminou dentro da própria família do Messias, porque escolheu o Deus de Israel quando ele ainda não tinha lhe dado nada.

Ester: "se eu tiver que morrer, morrerei"

Ester era órfã judia, criada pelo primo Mardoqueu no exílio persa, e se tornou rainha sem que o rei soubesse da sua origem. Quando Hamã, o segundo homem do império, conseguiu um decreto para exterminar os judeus, Mardoqueu pediu que ela intercedesse. O problema está em Ester 4:11: quem entrava na presença do rei sem ser chamado morria, a não ser que ele estendesse o cetro — e Ester já estava há trinta dias sem ser chamada. Rainha ou não, ela não tinha acesso garantido ao marido.

Mardoqueu responde com a frase que virou o eixo do livro: quem sabe se não foi para uma hora como aquela que ela chegou ao trono (Ester 4:14). E Ester decide:

"Vá, reúna todos os judeus que estão em Susã, e jejuem em meu favor. Não comam nem bebam durante três dias e três noites. Eu e as minhas criadas jejuaremos como vocês. Depois disso, irei ao rei, ainda que seja contra a lei. Se eu tiver que morrer, morrerei".(Ester 4:16, NVI)

Olha o que ela faz antes de agir: convoca três dias de jejum para todo o povo judeu da capital. O livro de Ester não menciona o nome de Deus uma única vez, mas o jejum coletivo diz tudo que precisa ser dito — ela não ia confiar na própria beleza nem no favor do rei. No terceiro dia, vestida de rainha, ela entra no pátio interno, o rei a vê e estende o cetro (Ester 5:1-2).

Uma mulher de manto azul aguarda na entrada de um salão enquanto um rei a recebe no trono.

A fé de Ester não removeu o risco. Ela entrou sem saber o que ia acontecer. É fé no sentido de Hebreus 11: ela julgou que fazer a coisa certa, nas mãos de Deus, valia mais do que a própria vida — e deixou o resultado com ele.

Maria: o sim que custava a reputação

Maria tinha o casamento acertado com José quando o anjo anunciou que ela daria à luz o Filho de Deus. Hoje a cena soa bonita; na Galileia do século I ela era perigosa. Uma moça prometida que aparecesse grávida de outro estava, pela lei, sujeita a apedrejamento (Deuteronômio 22:23-24). Mesmo que ninguém chegasse a esse extremo, José tinha o direito de romper o noivado — e foi exatamente o que ele planejou fazer, em silêncio, antes que um anjo o alcançasse também (Mateus 1:19).

Então o "cumpra-se em mim segundo a tua palavra" de Lucas 1:38 não é a frase de alguém protegida. É o sim de uma adolescente que sabia o que estava arriscando: o noivo, a honra, talvez a vida. Ela fez uma pergunta antes — como pode ser isso, se não conheço homem? — e recebeu uma resposta que não explicava tudo. E disse sim mesmo assim.

Quem percebe a grandeza disso primeiro é Isabel, a parenta mais velha, quando Maria chega à sua casa:

Bem-aventurada é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse!(Lucas 1:45, NVI)

Isabel chama Maria de bem-aventurada não por ter sido escolhida, e sim por ter crido. É a mesma lógica de Hebreus 11:11 aplicada a Sara: a bênção está ligada a considerar fiel quem prometeu. Maria carregou isso até a cruz, e o Evangelho a mostra lá, de pé.

As mulheres que Jesus apontou como exemplo

Jesus elogiou a fé de pouquíssimas pessoas pelo nome, e uma parte notável delas eram mulheres — várias sem nome. A mulher que sofria de hemorragia há doze anos, impura pela lei e sem dinheiro depois de gastar tudo com médicos, se arrastou pela multidão para tocar o manto dele por trás. Jesus parou tudo para encontrá-la e disse que a fé dela a tinha curado (Marcos 5:25-34). A mulher cananeia, estrangeira como Raabe, insistiu pela filha mesmo depois de ouvir que o pão era primeiro para Israel — e respondeu que os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa. Jesus chamou aquilo de grande fé (Mateus 15:28).

E a viúva pobre que pôs duas moedinhas no cofre do templo? Jesus disse que ela deu mais do que todos, porque deu o que tinha para viver (Marcos 12:41-44). O Antigo Testamento tem o espelho dela: a viúva de Sarepta, que estava com farinha para uma última refeição e a dividiu com o profeta Elias porque ele disse que a farinha não acabaria (1 Reis 17:8-16).

O que une essas quatro é instrutivo: nenhuma tinha posição, uma era estrangeira, duas eram viúvas sem recurso. A fé que Jesus elogia aparece onde não há mais nada em que se apoiar.

Quem foi a mãe de Jabez

A mãe de Jabez aparece em uma única frase, no meio de uma lista de descendentes de Judá, e a Bíblia não registra o nome dela. O que sabemos está todo em 1 Crônicas 4:9-10:

Jabez foi o homem mais respeitado da sua família. A sua mãe lhe deu o nome de Jabez, dizendo: "Com muitas dores o dei à luz". Jabez clamou ao Deus de Israel: "Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras! Que a tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores". Deus atendeu ao seu pedido.(1 Crônicas 4:9,10, NVI)

Jabez, em hebraico, soa como a palavra para dor ou aflição. A mãe deu ao filho um nome que carregava a história de um parto difícil — e talvez de algo mais que o texto não conta. É tudo que o cronista diz sobre ela. Qualquer afirmação além disso (que ela orou pelo filho, que criou ele na fé, que tinha algum papel na tribo) é imaginação, não Escritura, e vale ser honesto quanto a isso.

Por que então ela aparece numa página sobre mulheres de fé? Porque o versículo seguinte mostra o filho dela clamando ao Deus de Israel para que a dor do nome não fosse a dor da vida — e Deus respondendo. A mulher que deu ao menino um nome de aflição criou um homem que sabia a quem levar a aflição. O texto não diz que isso foi mérito dela, e a leitura cristã mais cuidadosa também não diz. Mas o par de versículos ensina algo verdadeiro: um começo marcado pela dor não é sentença. A oração de Jabez ficou famosa fora da Bíblia por livros que a transformaram em fórmula de prosperidade; o texto, porém, é mais sóbrio do que isso. Jabez pede bênção, espaço, a mão de Deus e proteção do mal, e Deus concede. Não há promessa ali de que qualquer pessoa que repita as palavras receberá o mesmo.

Mães que ficaram em uma linha e mudaram a história

Algumas mulheres da Bíblia aparecem tão rápido que a gente passa por elas, e vale parar.

Eva, depois de enterrar Abel e ver Caim partir, deu à luz outro filho e disse que Deus lhe tinha concedido um descendente em lugar do que perdera (Gênesis 4:25). Depois da pior perda possível, ela ainda atribui o novo filho a Deus. Agar, a serva egípcia que Sara usou e depois expulsou, foi encontrada por Deus no deserto e deu a ele um nome: "o Deus que me vê" (Gênesis 16:13). Ela é a primeira pessoa na Bíblia a dar um nome a Deus — uma escrava estrangeira e grávida, que ninguém mais via.

Joquebede, mãe de Moisés, escondeu o bebê num cesto no Nilo e, pela providência de Deus, acabou sendo paga pela filha do faraó para amamentar o próprio filho (Êxodo 2:1-10). E no Novo Testamento, Paulo lembra Timóteo da fé que viveu primeiro na avó Loide e na mãe Eunice (2 Timóteo 1:5): duas mulheres que nunca pregaram em público e formaram um dos principais pastores da igreja primitiva.

Frases bíblicas para mulher

Quem procura versículos para uma mulher — para um cartão, uma mensagem, um culto ou para si mesma — costuma querer frases que falem de força, dignidade e fé, não de aparência. Provérbios 31, o retrato da mulher virtuosa, tem a mais conhecida:

O que esse versículo diz é que a força dela é roupa, não ocasião: ela se veste disso todo dia. E a razão de sorrir diante do futuro não é que o futuro seja fácil, e sim que ela sabe quem o segura. Alguns outros, com o que cada um afirma, para você escolher pela situação:

  • Provérbios 31:30 — a beleza passa; a mulher que teme o Senhor é a que merece louvor.

  • 1 Pedro 3:4 — a beleza que Deus valoriza é a interior, de um espírito manso e tranquilo.

  • Lucas 1:45 — bem-aventurada a que creu que o Senhor cumpriria o que disse.

  • Hebreus 11:11 — Sara recebeu força porque considerou fiel quem lhe prometeu.

  • Rute 1:16 — a decisão de Rute de seguir Noemi e o Deus dela aonde fosse.

  • Isaías 41:10 — não temas, porque eu estou contigo; eu te fortaleço e te ajudo.

  • Salmo 139:14 — fui feita de modo assombroso e maravilhoso.

Um cuidado: Salmo 46:5, que circula muito com a frase "Deus está dentro dela, ela não cairá", fala da cidade de Jerusalém, não de uma mulher. É um verso lindo sobre a presença de Deus no meio do seu povo, mas usá-lo como promessa pessoal a uma mulher força o texto.

O fio que liga todas elas

Sara riu, Raabe mentiu, Ana chorou, Rute ficou pobre, Ester arriscou a cabeça, Maria arriscou a honra, a mulher do manto se arrastou pela multidão, a mãe de Jabez deu ao filho um nome de dor. Nenhuma dessas histórias é sobre uma mulher forte por si mesma. Todas são sobre uma mulher que decidiu que Deus era confiável — e agiu de acordo, antes de ver o resultado.

É isso que Hebreus 11:11 diz de Sara, e serve de medida para todas as outras: ela "considerou fiel aquele que lhe havia feito a promessa". Leia Hebreus 11 inteiro, e depois volte a esse versículo. Ele resume o capítulo.

Quais são as mulheres de fé citadas em Hebreus 11?

Hebreus 11 cita duas mulheres pelo nome: Sara (v. 11) e Raabe (v. 31). O capítulo também menciona, sem nomear, mulheres que "receberam de volta os seus mortos pela ressurreição" (v. 35), o que lembra a viúva de Sarepta em 1 Reis 17 e a mulher de Suném em 2 Reis 4.

Por que Hebreus 11 cita Sara, se ela riu da promessa?

Porque a fé que o capítulo descreve não é ausência de dúvida, e sim permanência na promessa. Sara duvidou e riu em Gênesis 18:12, mas ficou, e quando Isaque nasceu ela reconheceu que o filho vinha de Deus (Gênesis 21:6). Hebreus 11:11 resume isso dizendo que ela considerou fiel aquele que prometeu.

Qual é o versículo da mãe de Jabez?

1 Crônicas 4:9. Ela não tem nome registrado na Bíblia; o texto diz apenas que chamou o filho de Jabez "porque com dores o dei à luz". O versículo seguinte, 4:10, traz a oração de Jabez e a resposta de Deus.

O que significa o nome Jabez?

Jabez (em hebraico Ya'betz) soa como a palavra hebraica para dor ou aflição, e por isso a mãe liga o nome ao parto difícil. A oração de Jabez em 1 Crônicas 4:10 pede justamente que o mal e a aflição não o alcancem — um contraste proposital com o próprio nome.

Quem é a mulher virtuosa de Provérbios 31?

Provérbios 31:10-31 é um poema, escrito em forma de acróstico no hebraico, que descreve uma mulher sábia, trabalhadora, generosa e que teme o Senhor. A maior parte dos estudiosos evangélicos o lê como um retrato da sabedoria vivida no cotidiano, não como lista de exigências; o versículo 30 deixa claro que o centro é o temor do Senhor, não a aparência nem a produtividade.

Tais FernandaMaria da graca Silva
+3
3 deram Amém

Este artigo te tocou? Faça uma oração!

+581 estão orando agora.

Junte-se à corrente de oração.