Adultério na Bíblia: o que diz o Antigo Testamento e Jesus
A lei do adultério no Antigo Testamento
A Bíblia define o adultério como a quebra da aliança conjugal por meio de relações íntimas fora do casamento, tratando-o como pecado grave contra o cônjuge e contra Deus. A proibição é expressa no sétimo mandamento entregue a Moisés, tornando a fidelidade no matrimônio um pilar central da lei bíblica.
Nos livros de sabedoria, o adultério é descrito como perda completa de juízo moral. A infidelidade destrói a integridade, traz vergonha pública e desfaz a paz familiar de forma irreversível.
O que Jesus ensinou sobre o adultério
No Sermão do Monte, Jesus aprofunda o entendimento do mandamento: o adultério não se limita ao ato físico consumado, mas nasce no olhar intencional e no desejo alimentado no coração.
Jesus também tratou da fidelidade conjugal ao ensinar sobre o divórcio, apontando que o casamento foi desenhado para ser uma aliança permanente e protegida.
Daun hausānaude henene, nau heneyaugu gauchuhunee, wauchudaudehaugauthenenede: nau daun hausāyaune nanewaude wauchudaude.(Luke 16:18)
Diante da mulher surpreendida em adultério, Jesus demonstrou tanto a gravidade da lei quanto a extensão do perdão: Ele não minimizou o pecado, mas ofereceu acolhimento e ordenou o abandono daquela prática.
Advertências e consequências nas Escrituras
O livro de Provérbios dedica diversos capítulos a advertir sobre o engano do adultério, que promete prazer imediato, mas termina em amargura, perda de honra e destruição espiritual.
Nas cartas apostólicas, a orientação à igreja é clara: honrar o casamento, controlar os próprios desejos e fugir das ocasiões de pecado, buscando uma vida guiada pelo Espírito.
A Bíblia também emprega o adultério em sentido figurado para alertar contra a infidelidade espiritual, quando o coração de quem professa fé se volta para os valores contrários a Deus.
Este artigo te tocou? Faça uma oração!
+581 estão orando agora.
Junte-se à corrente de oração.