Aliança
A aliança é o modo como Deus se relaciona com seu povo. Da aliança com Noé à Nova Aliança em Cristo, Deus se compromete com amor e fidelidade irrevogáveis.
Alianças com Israel
Deus firmou aliança com Abraão, Moisés e Davi. No arco-íris, na lei, nas promessas — Ele é o Deus da aliança.
Deus disse a Noé e aos seus filhos: «Vou fazer um pacto de aliança convosco e com os vossos descendentes, que se estenderá a todos os seres vivos que estão convosco, aves, animais domésticos e selvagens, os que agora saíram da arca e todos os que existirem na terra. Hei de manter sempre essa aliança convosco e mais nenhum ser vivo voltará a morrer pelas águas do dilúvio. Pois não haverá mais nenhum dilúvio a destruir a terra.» E Deus continuou: «Este será o sinal da aliança que eu vou estabelecer entre mim e vós e todos os seres vivos que estão convosco, para todo o sempre. Hei de colocar o meu arco-íris nas nuvens e esse será o sinal de aliança entre mim e a terra.
Hei de manter sempre essa aliança convosco e mais nenhum ser vivo voltará a morrer pelas águas do dilúvio. Pois não haverá mais nenhum dilúvio a destruir a terra.»
Hei de colocar o meu arco-íris nas nuvens e esse será o sinal de aliança entre mim e a terra.
Naquele mesmo dia o Senhor estabeleceu uma aliança com Abrão e disse:
«Vou dar esta terra aos teus descendentes,
desde a ribeira do Egito
até ao grande rio Eufrates.
Isto é, vou dar-lhes o território dos quenitas, dos quenizeus, dos cadmoneus, dos hititas, dos perizeus, dos refaítas, dos amorreus, dos cananeus; dos guirgaseus e dos jebuseus.»
Abrão inclinou-se profundamente e o Senhor continuou a falar com ele: «Em virtude da aliança que faço contigo, vais tornar-te pai de uma imensidão de povos. O teu nome não será Abrão, mas sim Abraão, porque vou fazer com que sejas pai de uma imensidão de povos.
Vou dar-te uma enorme descendência; de ti hão de surgir vários povos e haverá reis entre os teus descendentes. Hei de manter firme a minha aliança contigo e com os teus futuros descendentes, como uma aliança eterna. Serei o teu Deus e o Deus dos teus descendentes. Vou dar-te a ti e a eles em propriedade, para sempre, a terra onde agora vives como estrangeiro, toda a terra de Canaã. E serei realmente Deus para eles.»
Deus acrescentou ainda: «Mas tu, Abraão, deves também ser fiel à minha aliança, tu e os teus descendentes, para sempre. E a obrigação da aliança entre mim e ti e todos os teus descendentes é esta: devem fazer a circuncisão a todos os vossos homens. A carne do prepúcio será circuncidada e a circuncisão será o sinal da aliança entre mim e vós.
No décimo quarto ano, chegou Cadorlaomer juntamente com os reis aliados e derrotaram os refaítas em Astarot-Carnaim e os zuzitas em Ham, os emitas em Chavé-Quiriataim
Portanto, se me obedecerem em tudo e forem fiéis à minha aliança, serão o meu povo preferido entre todos os povos, pois toda a terra me pertence.
Fixarei os teus limites desde o Mar Vermelho até ao mar dos filisteus e desde o deserto até ao grande rio. Entregarei nas tuas mãos os habitantes dessa terra para tu os expulsares da tua presença. Não faças acordos com eles nem com os seus deuses;
Deus respondeu: «Olha, vou fazer uma aliança convosco. Na presença de todo o teu povo, realizarei prodígios como jamais se fizeram em parte alguma, nem em qualquer nação e o povo que te cerca verá o que o Senhor é capaz de fazer, pois será impressionante o que eu vou realizar por teu intermédio.
Moisés ficou ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer nem beber, e escreveu nas placas as cláusulas da aliança, os dez mandamentos.
Moisés ficou ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer nem beber, e escreveu nas placas as cláusulas da aliança, os dez mandamentos.
Deu-vos a conhecer a sua aliança, mandou-vos cumprir os dez mandamentos, que ele tinha escrito em duas placas de pedra.
Fica sabendo que só o Senhor, teu Deus, é verdadeiramente Deus. Ele é fiel à sua aliança e trata com bondade, durante mil gerações, aqueles que o amam e guardam os seus mandamentos.
Alianças renovadas
O povo renovava a aliança diante do Senhor. A fidelidade de Deus permanece mesmo quando o povo falha.
E quando o povo saiu das suas tendas para atravessar o rio, os sacerdotes que levavam a arca da aliança iam à sua frente. Chegaram ao rio Jordão. Era no tempo das ceifas, quando o rio vai a transbordar pelas margens. Mas logo que os pés dos que levavam a arca tocaram na água, as águas que desciam pararam e amontoaram-se como se formassem uma barragem, numa grande extensão, até perto de Adam, localidade situada nas proximidades de Sartan. E as águas que desciam para o mar de Sal ficaram completamente separadas, de modo que o povo pôde atravessar. Isto deu-se perto de Jericó.
Os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor conservaram-se de pé sobre o leito seco do rio, enquanto o povo de Israel ia atravessando a pé enxuto. Ali estiveram até que o povo atravessou o Jordão.
O sacerdote Joiadá fez uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo, segundo a qual eles seriam o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo.
De pé, junto da coluna real, o rei renovou a aliança com o Senhor, devendo cada um comprometer-se a ser fiel ao Senhor, a obedecer de todo o seu coração e de toda a sua alma aos seus mandamentos, às suas instruções e preceitos, e a pôr em prática tudo o que está escrito no livro da aliança. E todo o povo aceitou o compromisso.
Por isso, o rei Jorão saiu de Samaria e reuniu todas as suas tropas. Depois mandou dizer ao rei de Judá: «O rei de Moab revoltou-se contra mim. Queres juntar-te a mim na guerra contra ele?» O rei Josafat respondeu: «Quero, sim! Eu e tu, os meus soldados e os teus, a minha cavalaria e a tua, somos o mesmo exército.
Foi assim que Jónatas fez um pacto com a família de David e o Senhor pediu contas aos inimigos de David. Jónatas repetiu, mais uma vez, o seu juramento a David, pela amizade que lhe tinha, pois gostava tanto dele como de si mesmo.
O Senhor disse a Moisés: «O sacerdote Fineias, filho de Eleazar e neto do sacerdote Aarão, zelando pelos meus interesses entre os israelitas, fez com que cessasse a minha indignação contra eles e impediu que eu acabasse com eles, por esse motivo. Por isso, diz-lhe que lhe ofereço uma aliança de paz: o sacerdócio será para ele e para os seus descendentes. É um compromisso eterno sobre o sacerdócio, em troca de ele ter defendido os interesses do seu Deus e de ter purificado os israelitas do seu pecado.»
Quando Moisés entrava na tenda do encontro, para falar com o Senhor, ouvia a sua voz que lhe falava por cima da cobertura da arca que tinha o documento da aliança, entre os dois querubins. E assim é que Deus falava com ele.
O Senhor falou assim a Moisés: «Diz a Eleazar, filho do sacerdote Aarão, que retire do fogo os turíbulos, que são sagrados, e que deite fora as brasas que eles continham. Com os turíbulos dos rebeldes que morreram devem fazer chapas para revestir o altar, pois foram oferecidos ao Senhor e devem continuar consagrados a ele. E isso servirá de aviso para os israelitas.»
O sacerdote Eleazar pegou nos turíbulos de bronze, oferecidos pelos que tinham morrido no incêndio e fez com eles uma chapa para revestir o altar. Isto ficou a servir de lembrança para os israelitas de que ninguém fora dos descendentes de Aarão, se devia apresentar diante do Senhor a oferecer-lhe incenso, se não quisesse que lhe acontecesse o que aconteceu a Coré e aos seus partidários, como o Senhor tinha anunciado por meio de Moisés.
No dia seguinte, todo o povo se pôs de novo a criticar Moisés e Aarão, dizendo: «Vocês estão a matar o povo do Senhor.»
Como o povo se aglomerava em volta de Moisés e Aarão, estes dirigiram-se para a tenda do encontro; a nuvem estava por cima da tenda e o maravilhoso poder do Senhor manifestou-se. Moisés e Aarão entraram na tenda do encontro e o Senhor falou-lhes assim: «Afastem-se deste povo que eu acabo com eles, num instante.» Mas eles inclinaram-se com o rosto por terra e Moisés disse a Aarão: «Pega no turíbulo, enche-o de brasas de cima do altar, põe-lhe incenso e vai depressa para junto do povo; faz por eles o ritual do perdão, porque o Senhor já está a aplicar o seu castigo com furor e a mortandade já começou.»
O povo de Israel desagradou novamente ao Senhor. Por isso, o Senhor permitiu que o rei Eglon, de Moab, se tornasse mais forte que Israel. Eglon aliou-se aos amonitas e amalecitas e derrotaram Israel, conquistando Jericó, a cidade das palmeiras.
Nova Aliança
Eis que dias vêm em que farei nova aliança. Jesus é mediador de uma aliança superior, fundamentada em melhores promessas.
Diz o Senhor: "Vem aí o tempo em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com os habitantes de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os agarrei pela mão, para os tirar do Egito. Mas eles não guardaram essa aliança embora eu fosse como um marido para eles. A nova aliança que nessa altura farei com o povo de Israel será assim: vou gravar a minha lei dentro deles, vou escrevê-la nos seus corações. Serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Palavra do Senhor! Ninguém terá de ensinar os outros a conhecer o Senhor, porque todos me conhecerão, desde o mais pequeno até ao maior. Perdoarei os seus pecados e não mais me lembrarei das suas más ações."
«Fiz um pacto com o dia e com a noite, para que a sua sequência não falhe: este pacto nunca será quebrado. Da mesma maneira fiz um pacto com o meu servo David, que haveria sempre um descendente seu sobre o trono; fiz ainda um pacto com os sacerdotes da tribo de Levi, para que me sirvam para sempre. Esses pactos nunca serão anulados.
Portanto, Cristo é mediador de uma nova aliança. Por ela, os que foram chamados recebem os bens eternos que Deus lhes prometeu como herança. Isto é possível porque já se deu a morte de Cristo, que perdoou as faltas cometidas no tempo da primeira aliança.
Portanto, Cristo é mediador de uma nova aliança. Por ela, os que foram chamados recebem os bens eternos que Deus lhes prometeu como herança. Isto é possível porque já se deu a morte de Cristo, que perdoou as faltas cometidas no tempo da primeira aliança.
O facto, porém, é que Jesus recebeu uma função sacerdotal muito superior à deles, porque é mediador de uma aliança melhor, baseada em promessas melhores.
Que o Deus da paz, que ressuscitou Jesus, nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, selando com o seu sangue a eterna aliança, vos conceda aquilo de que precisam para realizarem a sua vontade. E que ele faça em nós, por Jesus Cristo, o que é agradável à sua vontade. Glória a Jesus Cristo para todo o sempre! Ámen.
Ele é que fez com que nós pudéssemos estar ao serviço da nova aliança. Não é uma aliança fundada na lei escrita, mas no Espírito de Deus. Pois a lei escrita produz morte; o Espírito é que dá vida.
Isto tem um significado mais profundo. As duas mulheres representam duas alianças de Deus: uma é a do Monte Sinai representada por Agar que gera filhos para a escravidão. Ora, Agar representa o Monte Sinai na Arábia e corresponde à atual cidade de Jerusalém, que é escrava com os seus filhos. Mas a Jerusalém celestial é livre e é a nossa mãe.
Fidelidade da aliança
A aliança de Deus é eterna. Ele não quebra seu pacto nem altera o que saiu dos seus lábios.
Mas o amor do Senhor é eterno para os que o temem
e a sua justiça permanece de geração em geração,
para os que cumprem a sua aliança
e não deixam de obedecer aos seus mandamentos.
E declara ainda mais:
«É esta a minha aliança para com eles:
o meu espírito que repousa sobre ti,
as minhas palavras que coloquei na tua boca,
não se afastarão da tua boca,
nem da boca dos teus filhos,
nem da boca dos teus netos.
Sou eu, o Senhor, que o afirmo,
desde agora e para sempre.»
Farei uma aliança com as minhas ovelhas, que garanta a sua paz e segurança. Libertarei o país dos animais ferozes, para que as minhas ovelhas vivam em segurança nos campos e possam dormir nos bosques.
O Senhor vai à tua frente, estará contigo e não te deixará nem abandonará. Portanto, não tenhas medo nem receio, nem percas a coragem.»
Esse chefe fará um acordo, durante uma semana, com muitos dentre o povo; e durante meia semana, ele fará com que os sacrifícios e as ofertas terminem. O ídolo abominável será colocado na parte mais elevada do templo, onde permanecerá, até que aquele que o colocou lá tenha o fim que Deus lhe destinou."»
O rei do sul será forte. Mas um dos seus generais será ainda mais forte e reinará sobre um reino ainda maior. Decorridos alguns anos, o rei do sul fará uma aliança com o rei do norte e dar-lhe-á a sua filha em casamento. Mas essa aliança não durará. Tanto ela como o marido e o seu filho, bem como os servos que a acompanharam, serão todos mortos.
O invasor fará o que lhe aprouver com eles, sem encontrar resistência. Dominará por completo a terra querida. Organizará uma expedição, que incluirá todo o exército. Em seguida, a fim de derrotar o reino inimigo, fará aliança com ele e dar-lhe-á uma filha em casamento; mas o plano fracassará.
«Fiz um pacto com os meus olhos
de nunca fixar o olhar numa jovem.
Assim te livrarás da mulher leviana,
da insidiosa que usa palavras sedutoras,
que abandona o companheiro da sua juventude
e se esquece do seu compromisso com Deus.