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Dai a César o que é de César: o que significa?

Homem de cabelo grisalho curto, vestido com túnica e manto brancos, diante de colunas antigas.

O que significa "Dai a César o que é de César"

A frase significa que o cristão deve cumprir com retidão seus deveres civis, mas jamais entregar ao Estado a adoração, a obediência cega e a lealdade que pertencem exclusivamente a Deus. Jesus pronunciou essas palavras em Mateus 22:21, ao responder a uma armadilha sobre o pagamento de tributos ao imperador romano.

Họ trả lời rằng: Của Sê-sa. Ngài bèn phán rằng: Vậy, hãy trả cho Sê-sa vật gì của Sê-sa; và trả cho Đức Chúa Trời vật gì của Đức Chúa Trời.(Ma-thi-ơ 22:21)

Os líderes religiosos tentavam encurralar Jesus: se Ele dissesse para pagar o tributo, seria visto como traidor da nação judaica perante a ocupação romana; se dissesse para não pagar, seria denunciado como rebelde às autoridades de Roma.

Jesus pediu uma moeda e perguntou de quem eram o rosto e a inscrição gravados nela. Diante da resposta de que eram de César, Ele estabeleceu a distinção: a moeda traz a marca do imperador e pertence à esfera civil do governo; o ser humano, criado à imagem de Deus, pertence por inteiro ao Criador.

O dever do cristão perante as autoridades civis

O ensino de Jesus não incentiva a revolta contra a ordem pública nem a fuga da responsabilidade cívica. O apóstolo Paulo retoma esse mesmo princípio em Romanos 13:7, mostrando que honrar os compromissos com a sociedade faz parte da vida cristã:

Phải trả cho mọi người điều mình đã mắc: nộp thuế cho kẻ mình phải nộp thuế; đóng góp cho kẻ mình phải đóng góp; sợ kẻ mình đáng sợ; kính kẻ mình đáng kính.(La-mã 13:7)

Pagar impostos e agir com honestidade na vida pública não é concessão moral, mas dever bíblico de cidadania.

A fronteira entre o governo terreno e o Senhorio de Deus

O equilíbrio bíblico entre cidadania e fé aparece de forma concentrada em 1 Pedro 2:17:

Hãy kính mọi người; yêu anh em; kính sợ Đức Chúa Trời; tôn trọng vua.(1 Phia-rơ 2:17)

O texto orienta tratar as autoridades com o devido respeito, mas reserva o temor apenas ao Senhor. As obrigações com o Estado são legítimas dentro da sua função de manter a justiça e a ordem, mas são sempre limitadas: o dinheiro do tributo pode ter a estampa de César, mas a alma, a consciência e a vida pertencem a Deus.

Letícia Saldanha FerreiraJunior Conceição
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