Pular para o conteúdo
Publicidade

Daniel 6 explicado: a cova dos leões e a fidelidade a Deus

Idoso de barba branca ajoelhado e de mãos abertas, cercado por leões em uma cova de pedra.

A armadilha era a oração de Daniel

Os rivais de Daniel não achavam falha no trabalho dele (Daniel 6:4), então miraram na única coisa que ele não negociava. Convenceram Dario a assinar um decreto de trinta dias proibindo pedir algo a qualquer deus ou homem que não fosse o rei — pena: a cova dos leões. Daniel soube e fez o que sempre fazia.

Danyeli hayatangile ka lilaghitso alila lilapfighwa, koya ukaye yake kuna ichiheleto chake china ghamadilisha ighalolile Yerusalemu. Danyeli ka pfayatendagha, katowa magoti mala ndatu kamlomba Imulungu wake na kulonga mighede.(Daniel 6:10)

Repare: ele não protestou nem se escondeu. A janela voltada para Jerusalém era costume antigo (1 Reis 8:48), não provocação.

Por que o rei não pôde voltar atrás

Na lei medo-persa, decreto assinado era irrevogável — Ester 8:8 mostra o mesmo problema. Quem foi esse "Dario, o medo" é discutido: alguns o identificam com Ciro, outros com um governador dele. Ele ficou preso à própria palavra e selou a cova para que ninguém mexesse nela.

De manhã, Daniel está vivo e explica: Deus enviou um anjo que fechou a boca dos leões (Daniel 6:22). Os acusadores recebem a pena que armaram, e Dario publica outro decreto, reconhecendo o Deus de Daniel (Daniel 6:26).

O que isso muda na sua semana

A fidelidade aqui não foi gesto heroico: foi manter às três da tarde o que já se fazia às três da tarde. Escolha uma rotina com Deus que sobreviveria a um decreto contra ela — e proteja-a nesta semana.

Adriano Mazac
1 pessoa deu Amém

Este artigo te tocou? Faça uma oração!

+581 estão orando agora.

Junte-se à corrente de oração.