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O conserto da liberdade: o que Cristo fez em Gálatas

Redação Bíblia Online Publicado em

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  • Reescrito do devocional de 22 de julho de 2025.

O remendo que não segura

Some of you desire to obey all the laws that God gave Moses. I say that you should consider [RHQ] the implications of what Moses wrote in the Scriptures. He wrote that Abraham became the father of two sons. His female slave, Hagar, bore one son, and his wife Sarah, who was not a slave, bore the other. Also, the sons differed. Ishmael, the son born by the female slave, was conceived naturally. But Isaac, the son born by his wife who was not a slave, was conceived miraculously as a result of what God had promised Abraham. I am telling you this as an illustration. These two women symbolize two agreements. God made the first agreement, which involved obeying the laws that God gave to Moses at Sinai Mountain. Because that agreement forces those who accept it to keep obeying all its rules [MET], it is like a slave mother who gives birth to slaves. So Hagar, the female slave, symbolizes that agreement. Also, the word ‘Hagar’ is associated with Sinai Mountain, which is in Arabia land. Hagar, the female slave, also represents Jerusalem as it is today. Jerusalem is like [MET] a slave mother, and those who live there [PRS] are like her slave children [MET] because they all must obey the laws that God gave to Moses. But there will be a new Jerusalem in heaven [MTY], and we who will go there are free from having to obey Jewish laws. We who belong to that city consider it to be our mother [MET] city because we are God’s true children.

Mulher de pijama sentada na cama bagunçada, olhando para um caderno com texto riscado.

Tem uma coisa na sua casa que você vem remendando há meses. A torneira que pinga, o chuveiro com a resistência no fio, a porta que só fecha com o ombro. Toda semana um jeitinho novo. E toda semana ela quebra de novo no mesmo lugar, porque remendo não é conserto.

A gente faz isso com a vida também. Promete que amanhã acerta, que a partir de segunda fica em dia com Deus, que desta vez vai dar conta de ser quem devia ser. E a noite chega com a mesma conta aberta.

É dessa conta que Paulo fala na leitura de hoje. Os antigos tinham uma palavra para o que Deus fez a respeito dela: conserto — no sentido de acordo, de aliança. E o outro sentido da palavra também serve. Deus fez um reparo que a gente não tinha como fazer.

Este artigo faz parte de Devocionais

Uma lei boa, uma dívida que só cresceu

A lei de Deus é boa. O problema nunca foi ela; foi a gente. Ela dizia o certo, e nós não conseguíamos cumprir. Então o que devia ser bênção virou espelho, mostrando a cada dia o quanto faltava. Paulo chama isso de maldição — e diz que Cristo a tomou para si no nosso lugar (Gálatas 3:13).

Havia um muro no meio. Deus é santo; a gente, não. Isaías diz sem rodeio que foram os nossos pecados que nos separaram dele (Isaías 59:2). Não era falta de esforço. Era um buraco que esforço nenhum tapava.

Por isso Paulo põe duas mulheres lado a lado. Hagar, a escrava, e a aliança do Sinai, que "gera filhos para a escravidão" (Gálatas 4:24, NVI). Sara, a livre, e a promessa. Quem tenta se acertar com Deus só na força do braço nasce, todo dia, filho da escrava. Quem recebe a promessa nasce filho da livre.

O conserto que Deus fez

No Antigo Testamento, o sacrifício de animais era um remendo honesto. Cobria por um tempo, e no ano seguinte precisava de novo — Hebreus diz que ele lembrava o pecado, mas não o tirava (Hebreus 10:3-10). Até que veio um sacrifício de uma vez por todas: o de Cristo.

Esse é o conserto da liberdade. Não é a torneira remendada mais uma vez; é a peça nova. Em Cristo você nasce de novo, passa a pertencer ao Reino, e a Jerusalém "do alto", a livre, passa a ser a sua mãe (Gálatas 4:26). O acordo não depende mais do seu desempenho. Depende do que Ele fez.

Liberdade para o quê

Paulo fecha a conta no capítulo seguinte: "vocês foram chamados para a liberdade" (Gálatas 5:13, NVI) (Gálatas 5:13). Mas liberdade, ali, não é fazer o que der na cabeça. Oswald Chambers resumiu bem: liberdade é a capacidade de não violar a lei de Deus; insistir no que se quer é outra coisa. Livre é quem não precisa mais remendar o que Cristo já consertou — e por isso fica com as mãos desocupadas para servir.

A resposta de hoje é pequena. Antes de dormir, nomeie para Deus uma coisa que você vem tentando acertar com Ele por conta própria, e deixe lá. Amanhã, use as mãos livres em alguém: um recado, um prato a mais na mesa, cinco minutos de atenção. É o resto do mesmo versículo: "sirvam uns aos outros mediante o amor".

A torneira pode continuar pingando. A sua vida com Deus não precisa.

Livre é quem não precisa mais remendar o que Cristo já consertou.

Pai, obrigado pela liberdade que nos deste por meio de Cristo Jesus. Tira das minhas mãos o que eu insisto em remendar sozinho e me ensina a viver livre, com responsabilidade e santidade — servindo, e não me escondendo. Amém.

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