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Oração por discernimento no consumo e contentamento sincero

Mulher de olhos fechados e mãos juntas ora diante de uma Bíblia aberta sobre a mesa.

Uma pausa antes de comprar

Antes de decidir qualquer coisa com o dinheiro — o carrinho aberto, a parcela que parece pequena —, para um instante e respira devagar. Três vezes. O que está pedindo para ser comprado supre uma falta real, ou tenta cobrir um cansaço? Dá para esperar alguns dias? E o que já está em casa, já sustentando a vida, consegue receber um obrigado agora?

Paulo escreveu a Timóteo numa época em que também se medía a vida pelo que se tinha. No meio de um aviso sobre o amor ao dinheiro, em 1 Timóteo 6:6-7, ele deixou uma frase que vale levar para dentro da oração. É esta:

Pwaye, alu uh oru sie mwet in arulana kasrup, el fin falkin ma su oasr yorol. Tuh wangin ma kut tuh us tuku nu faclu, ac wangin pac ma kut fah usla liki faclu!(Sie Timothy 6:6,7)

A oração

Com essa palavra na mão, ora com as tuas próprias palavras — ou com estas:

Senhor, eu chego com pressa de comprar e um cansaço que pede alívio em coisa nova.

Tu sabes o que há no meu carrinho e o que há no meu coração. Mostra-me a diferença entre o que a minha casa precisa e o que é só impulso de um dia ruim. Dá-me alguns dias de espera antes de decidir, e silêncio onde a vontade grita urgência.

Ensina-me o contentamento sincero: ver o que já me deste e achar que é bastante. Nada trouxe para este mundo e nada vou levar dele; que eu segure as coisas com a mão aberta.

Entrego-te as decisões deste mês e o que vai faltar. Amém.

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