A paixão de Cristo
A paixão de Cristo é o ato de amor supremo da história. Jesus sofreu voluntariamente a cruz, carregando os pecados da humanidade para nos dar vida eterna.
O caminho da cruz
Jesus sabia o que o aguardava. Mesmo em agonia, submeteu-se à vontade do Pai e caminhou resolutamente para o Calvário.
38 A minha alma está cheia de uma tristeza mortal. Fiquem aqui. Fiquem acordados comigo.
14 E visto que nós, seus filhos, somos seres humanos feitos de carne e de sangue, ele também se tornou carne e sangue; pois que só como ser humano ele poderia passar pela morte e assim esmagar a força daquele que tinha o poder da morte, que é o Diabo,15 libertando todos aqueles que tinham a sua vida inteiramente subjugada pelo medo da morte.
O sacrifício voluntário
Ninguém tirou a vida de Jesus — Ele a deu voluntariamente. Ele veio para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
17 O Pai ama-me porque dou a minha vida para poder tornar a recebê-la. Ninguém me pode matar sem o meu consentimento, é de livre vontade que dou a vida. Porque tenho o direito e o poder de a sacrificar quando quiser, e também o direito e o poder de a tornar a receber. Porque esse direito foi o Pai quem mo deu.
55 Lá dentro, os principais sacerdotes e todo o supremo tribunal judaico tentavam encontrar alguma acusação contra Jesus que bastasse para o condenar à morte, mas em vão. Apresentaram-se voluntariamente muitas falsas testemunhas, mas contradiziam-se umas às outras.
8 Mas Deus prova o seu amor para connosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
21 É para isto que vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos o exemplo, para que sigam os seus passos22 Ele nunca cometeu pecado, e nunca enganou , nunca replicou aos que o insultavam, e sofrendo nunca ameaçou; tudo entregava àquele que julga com justiça. s24 Levou ele mesmo no seu corpo os nossos pecados sobre a cruz, para que, mortos para o pecado, pudéssemos viver para a justiça. Pelas suas feridas fomos sarados.
3 Desprezámo-lo e rejeitámo-lo. Era um homem de sofrimentos experimentado nas mais amargas provações. Voltávamos-lhe as costas e olhávamos para o outro lado quando passava perto. Era desprezado e não lhe ligávamos importância nenhuma.4 Contudo ele tomou verdadeiramente sobre si as nossas enfermidades; e os nossos sofrimentos pesaram sobre ele. Pensámos que era afligido, castigado por Deus, humilhado!5 Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e esmagado pelas nossas culpas! Foi castigado para que pudéssemos ter paz; pelas suas feridas fomos sarados.