Velho e novo testamento: qual a diferença central?
A diferença central entre o Velho e o Novo Testamento
A diferença fundamental entre o Velho e o Novo Testamento é a relação entre promessa e cumprimento. Enquanto o Velho Testamento registra a primeira aliança de Deus com o povo de Israel e aponta para a vinda de um Salvador, o Novo Testamento relata a chegada de Jesus Cristo e a inauguração de uma nova aliança estendida a todas as nações.
Não se trata de dois livros opostos, mas de duas etapas da mesma história: a preparação e a consumação do plano de Deus.
O Velho Testamento aponta para o que haveria de vir
Composto por 39 livros que vão da criação do mundo ao retorno do povo judeu do exílio babilônico, o Velho Testamento estabelece as bases da fé bíblica. Ali, a Lei entregue a Moisés, as festas religiosas e o sistema de sacrifícios mostravam tanto a santidade de Deus quanto a impossibilidade do ser humano de se salvar por forças próprias.
Mais do que um registro histórico de Israel, os escritos antigos continham o anúncio constante de um Redentor que resolveria de forma definitiva o problema do pecado. O próprio Jesus destacou essa finalidade:
Goodou e halahala gi lodo di Beebaa Dabu, idimaa, goodou e hagamaanadu bolo goodou ga gidee di mouli dee odi i lodo di maa, gei di Beebaa Dabu deenei le e helehelekai i di Au!(John 5:39)
O Novo Testamento cumpre as promessas antigas
O Novo Testamento reúne 27 livros centrados na vida, morte e ressurreição de Jesus, bem como no nascimento da igreja e nas instruções para a vida cristã. O ministério de Cristo não anula as Escrituras hebraicas, mas lhes dá o significado pleno:
"Goodou hudee hai bolo Au ne hanimoi belee daa gi daha Nnaganoho Moses mo nia Agoago o nia Soukohp. Au hagalee ne hanimoi belee daa gi daha nia maa, Au ne hanimoi belee haga kila aga nia maa gii dohu.(Matthew 5:17)
Diversas passagens dos Evangelhos e das cartas dos apóstolos mostram profecias antigas sendo realizadas em detalhes. Entre elas estão o nascimento virginal anunciado em Isaías 7:14, os sofrimentos do Messias descritos em Salmos 22 e em Isaías 53, e o estabelecimento da nova aliança profetizada em Jeremias 31:31.
A transição da Lei para a graça
Uma dúvida comum é saber por que os cristãos não seguem os rituais, sacrifícios e leis alimentares do Velho Testamento. A explicação do apóstolo Paulo mostra que essas ordenanças cumpriam uma função temporária de ensino e proteção:
Nnaganoho nogo dagi gidaadou gaa dae loo gi di hanimoi o Christ, bolo gii donu gidaadou i baahi o God mai i di hagadonu.(Galatians 3:24)
A Lei serviu como um guia rigoroso para apontar o pecado e conduzir as pessoas à necessidade do perdão divino. Com o sacrifício definitivo de Jesus na cruz, a exigência cerimonial foi satisfeita, inaugurando a justificação pela fé e o acesso direto a Deus mediante a graça.
Por que o cristão ainda precisa ler o Velho Testamento
Compreender o Novo Testamento sem o Velho é tentar entender o fim de uma conversa sem ter ouvido o começo. Os ensinamentos de Jesus e dos apóstolos pressupõem o conhecimento da criação, da queda, da aliança com Abraão e do caráter revelado de Deus.
Nia helekai huogodoo ala i lodo di Beebaa Dabu, la mai baahi o God, e dahidamee dono hagi ang gi nia daangada di tonu, mo di bule di haihai hala, mo di hai gii donu nia mee ala e hai gee, mo di aago di hai o di mouli dela e donu,(2 Timothy 3:16)
Lidos juntos, os dois testamentos formam um texto contínuo e coerente, onde o Velho Testamento revela o que Deus prometeu, e o Novo Testamento mostra como Ele cumpriu essa promessa na pessoa de Cristo.
Au helekai la go di malama dela e dagi au,
gei go di maalama dela e ina dogu ala.(Psalm 119:105)
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