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Relacionamento em Deus: como deve ser o homem cristão?

Redação Bíblia Online Publicado em

O que a Bíblia pede do homem cristão no relacionamento

Homem barbudo de camisa bege com as mãos unidas, de olhos fechados, diante de um livro.

O homem cristão, num relacionamento, é chamado a amar do jeito que Cristo amou a igreja: dando-se pela outra pessoa, e não cobrando dela. Essa é a frase que resume tudo, e ela está em Efésios 5:25. Dali se desdobra o resto do que o Novo Testamento diz a maridos e a homens em geral — liderar servindo, não tratar a esposa com amargura, considerá-la antes de si mesmo e ser alguém em quem ela pode confiar.

हे पतियों, अपणी-अपणी पत्नियाँ तै प्यार राक्खो, जिसा मसीह नै भी कलीसिया तै प्यार करकै उसकै खात्तर अपणी जान दे दी।

Vale notar o que o versículo não diz. Não diz "exija respeito", nem "mantenha a autoridade", nem "garanta que ela saiba quem manda". O verbo é amar, e a medida do amor é a cruz. Quem leu a Bíblia procurando um manual de comando encontrou, em vez disso, um padrão de entrega.

Este artigo faz parte de Vida Cristã Casamento

O contexto de Efésios 5: a quem Paulo estava falando

A instrução ao marido aparece dentro de um bloco maior, em que Paulo fala a esposas, maridos, filhos, pais, empregados e patrões. Estudiosos chamam esse tipo de trecho de "código doméstico" — e ele era comum no mundo greco-romano. Filósofos da época também escreviam sobre como a casa devia funcionar.

A diferença está em como Paulo começa. Antes de falar a qualquer grupo, ele diz: "sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo" (Efésios 5:21). O parágrafo inteiro nasce de uma frase que coloca todo mundo em posição de servir.

Outra coisa que salta aos olhos: nos códigos domésticos daquele tempo, quem recebia instrução era quase sempre o subordinado — a mulher, o filho, o escravo. O chefe da casa raramente ouvia ordens. Em Efésios acontece o oposto. Ao marido são dirigidos nove versículos (25 a 33); à esposa, três. Num mundo em que o marido tinha, por lei, poder quase absoluto sobre a esposa, o apóstolo gasta a maior parte da tinta dizendo a esse homem como ele deve se entregar.

Vale ler o trecho inteiro, de uma vez: Efésios 5:21-33.

"Cabeça": o que a palavra significa — e o que não significa

Antes do mandamento de amar, vem a comparação que mais gera discussão:

क्यूँके पति तो पत्नी का सिर सै, जिस ढाळ मसीह कलीसिया का सिर सै, अर कलीसिया मसीह की देह सै अर उद्धारकर्ता भी सै।(इफिसियों 5:23)

A palavra grega é kephalē, "cabeça". O texto a usa duas vezes na mesma frase: o marido é cabeça da esposa como Cristo é cabeça da igreja. Então, para saber o que Paulo quer dizer com "cabeça", o caminho é olhar o que Cristo faz como cabeça da igreja. E o próprio versículo responde: ele é "o Salvador do corpo". Cabeça, aqui, não é quem recebe serviço, é quem salva. Alguns versículos depois Paulo completa a imagem: Cristo "alimenta e cuida" da igreja como alguém cuida do próprio corpo (Efésios 5:28-29).

Aqui é preciso dizer a premissa. A leitura evangélica histórica — a que este texto segue, chamada por alguns de complementarista — entende que "cabeça" carrega uma ideia de responsabilidade e liderança: o marido responde diante de Deus pelo rumo da casa e deve tomar a iniciativa de cuidar. Mas há cristãos sérios que leem o mesmo versículo de outro modo: a leitura igualitária entende kephalē mais como "fonte" ou "origem" (como a cabeça de um rio) e dá peso maior ao versículo 21, da submissão mútua, lendo o casamento sem hierarquia de papéis.

As duas leituras são cristãs e as duas se baseiam no texto. E, isso aqui é importante, as duas chegam ao mesmo lugar prático: nenhuma delas autoriza o homem a mandar, calar ou se servir da esposa. Se "cabeça" significa liderança, é a liderança de quem morre pela outra pessoa. Se significa fonte, é a fonte de cuidado. Em qualquer uma, o marido que usa Efésios 5 para impor a própria vontade está lendo o versículo ao contrário.

Amar como Cristo amou: o que esse amor faz

Depois de dizer "amem como Cristo amou", Paulo descreve esse amor em três movimentos, nos versículos 25 a 29.

Primeiro, Cristo se entregou. O amor começa por renúncia, não por sentimento. No casamento, isso é concreto: o tempo que você preferia gastar de outro jeito, a opinião que você engole para ouvir a dela, o dinheiro, o descanso, o orgulho.

Segundo, Cristo entregou-se para santificar a igreja — para fazê-la crescer e apresentá-la sem mancha. O amor cristão quer o bem da outra pessoa, não a posse dela. Um homem que ama assim pergunta a si mesmo se a esposa está mais perto de Deus, mais segura e mais inteira por estar com ele.

Terceiro, Cristo alimenta e cuida do corpo. É a parte mais cotidiana: comida, casa, saúde, atenção.

A palavra grega para amar nesse trecho é agapaō, o mesmo verbo de João 3:16. Não é o amor da paixão nem o da amizade; é o amor que decide o bem do outro e age. Ele não depende de a esposa "merecer" naquele dia, assim como a cruz não dependeu de merecimento.

Liderar é servir: o que Jesus disse sobre grandeza

Se a palavra "cabeça" pode ser mal entendida, Jesus mesmo dá a régua para qualquer liderança cristã. A cena está em Marcos 10. Tiago e João pedem os melhores lugares no reino; os outros dez ficam indignados; e Jesus reúne todos para dizer como funciona entre os dele.

Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.…(मरकुस 10:45a, NVI)

Repare na sequência do argumento, nos versículos 42 a 45. Jesus primeiro descreve como os governantes das nações agem: dominam, exercem poder. Depois diz "não será assim entre vocês". Quem quiser ser grande seja servo (diakonos); quem quiser ser o primeiro seja escravo (doulos) de todos. E fecha com o próprio exemplo: não veio para ser servido.

Isso não foi dito sobre casamento. Mas foi dito sobre como um homem que segue a Cristo exerce qualquer posição de influência — e vale, portanto, dentro de casa. O homem cristão não espera ser servido, nem reivindica regalias por ser "o homem". Ele chega na casa e pergunta o que falta fazer. Lava louça, cuida dos filhos, assume a conversa difícil, pede perdão primeiro. Liderar, no vocabulário de Jesus, é servir.

Sem amargura: o que Colossenses 3 proíbe

Paulo repete a instrução aos maridos em outra carta, mais curta, e acrescenta uma proibição que Efésios não tinha:

हे पतियों, अपणी-अपणी घरआळी तै प्यार राक्खो, अर उनकै गैल नरमाई तै पेश आओ।(कुलुस्सियों 3:19)

O verbo grego é pikrainō, que dá origem à nossa palavra "picante": ficar amargo, azedo, áspero. Paulo está falando de um clima, não só de um ato. O homem que vive irritado com a esposa, que responde com dureza, que trata o lar como lugar de desabafar o que acumulou no dia — é disso que o versículo fala.

No mesmo capítulo, poucos versículos antes, Paulo lista o que o cristão deve vestir: compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência (Colossenses 3:12-14). A instrução ao marido é a aplicação, dentro de casa, do caráter que o cristão deveria mostrar em todo lugar. Não existe "homem santo na igreja e azedo com a esposa".

Pedro vai na mesma direção, e com uma consequência que surpreende:

इस्से तरियां ए हे पतियों, थम अपणी पत्नियाँ कै साथ मेळ-मिलाप कै साथ रहों, अर सोच्‍चों के उनकी मदद किस तरियां करी जा सकै सै, थमनै यो बेरा होणा चाहिए के बिरबान्‍नी थारे तै कमजोर सै, इस करकै थमनै उनका आदर करणा चाहिए, क्यूँके थम दोन्‍नु उस वरदान के साझेदार सों, जिसा के परमेसवर नै थारे ताहीं दिया सै, जो के अनन्त जीवन सै, यो इस खात्तर करो ताके जिब थम परमेसवर तै प्रार्थना करो तो वो थारी सुणै।(1 पतरस 3:7)

Dois detalhes do versículo. Primeiro, a esposa é chamada de "co-herdeira" da graça — igual diante de Deus, sem desconto. Segundo, o modo como o marido a trata interfere na oração dele. Um homem pode orar muito, mas se trata a esposa com desprezo, Pedro diz que essa oração encontra obstáculo.

Considerar a outra pessoa superior a si mesmo

Filipenses 2 é sobre a igreja em Filipos, que tinha problemas de divisão. Mas o princípio que Paulo dá para resolver brigas numa comunidade é exatamente o que resolve brigas entre duas pessoas:

मतलबीपण या झूठ्ठी बड़ाई कै खात्तर कुछ ना करो, पर दीनता तै एक-दुसरे नै अपणे तै घणा आदर मान द्यो।(फिलिप्पियों 2:3)

O versículo nomeia duas raízes de conflito — ambição egoísta e vaidade — e oferece um remédio só: considerar o outro superior. Não "igual", o que já seria muito; superior. Logo em seguida, nos versículos 5 a 8, ele mostra o modelo: Cristo, sendo Deus, "esvaziou-se" e se fez servo, até a morte. A humildade cristã não é baixa autoestima; é a escolha de quem poderia exigir e prefere servir.

Na prática, isso muda discussões. O homem que considera a esposa superior ouve antes de responder, leva a opinião dela a sério mesmo quando discorda, e pede perdão sem a cláusula "mas você também".

Um homem em quem se pode confiar

O último versículo é de um poema sobre uma mulher — a "mulher virtuosa" de Provérbios 31. Mas, no meio do retrato dela, aparece o marido:

उसकै पति कै मन म्ह उसके प्रति बिश्वास सै,

अर उसनै लाभ की कमी न्ही होन्दी।(नीतिवचन 31:11)

Leia o capítulo inteiro e repare no que ele faz: Provérbios 31:10-31. Ele confia nela (v. 11). É respeitado na cidade, em parte pela casa que ela ajuda a construir (v. 23). E a elogia em voz alta, diante dos filhos (v. 28-29). Confiança, honra pública e elogio: três coisas que o poema trata como normais.

A confiança do versículo 11 é de mão dupla. O marido descansa nela porque ela é íntegra; mas o texto bíblico, em outros lugares, cobra do homem a mesma coisa. "Não sejam infiéis à mulher da sua mocidade", diz Malaquias 2:15. "Alegre-se com a mulher da sua juventude", diz Provérbios 5:18-19, no meio de um capítulo inteiro de aviso contra o adultério.

Fidelidade, na Bíblia, não é só não ter outra mulher. É ser previsível no bem: cumprir o que prometeu, estar onde disse que estaria, não ter uma vida escondida no celular. A esposa de Provérbios 31 pode trabalhar e sair de casa com liberdade porque sabe que o marido é o mesmo quando ela não está olhando.

E antes do casamento? Namoro, pureza e limites

Quem busca "relacionamento em Deus" muitas vezes nem é casado ainda. A Bíblia não tem um capítulo sobre namoro — a prática, como a conhecemos, não existia na época. Mas tem princípios que se aplicam diretamente, e o mais útil está numa frase de Paulo a Timóteo sobre como tratar as mulheres da igreja:

बूढ़ी बिरबानियाँ नै माँ जाणकै, अर जवान बिरबानियाँ नै पूरी पवित्रता तै भाण मानकै समझा दे।(1 तीमुथियुस 5:2)

"Como a irmãs, com toda a pureza." A mulher com quem você sai é, primeiro, sua irmã em Cristo — e vai continuar sendo, case ou não. Isso define o que você faz e o que não faz com ela.

Jesus leva a questão para dentro: quem olha para uma mulher com intenção impura "já cometeu adultério no coração" (Mateus 5:27-28). A pureza, para ele, não é uma linha física que se cruza ou não; é o que você quer dela.

Isso traz limites concretos. A Bíblia reserva a intimidade sexual para o casamento — Paulo é direto quanto a isso em 1 Coríntios 7:1-9. Mas não existe uma lista bíblica de "até onde pode". O critério é outro: você está tratando-a como irmã, com pureza, ou está testando até onde ela deixa? A segunda pergunta já responde a si mesma.

Como escolher com quem se relacionar

A Bíblia dá dois critérios claros para a escolha, e o resto é sabedoria.

O primeiro é a fé em comum. Paulo diz para não se pôr "em jugo desigual com os incrédulos" (2 Coríntios 6:14) — a imagem é de dois animais de tamanhos diferentes puxando o mesmo arado — e, falando de casamento, usa a expressão "somente no Senhor" (1 Coríntios 7:39). O contexto imediato de 2 Coríntios 6 não é casamento, mas a igreja aplicou o princípio ao casamento desde cedo, com boa razão: é difícil caminhar junto quando o rumo não é o mesmo. Para quem namora alguém que não crê, a Bíblia não trata isso como pecado que condena, e sim como escolha que traz um fardo. Quem decide carregá-lo deve saber o que está carregando.

O segundo é caráter acima de aparência. Provérbios 31 termina dizendo que "a beleza é passageira, mas a mulher que teme ao Senhor será louvada" (Provérbios 31:30). O texto não despreza a beleza; só a coloca no lugar certo.

Depois disso, a Bíblia não entrega um checklist, e desconfie de quem entrega um. Não há promessa de "a pessoa certa" que Deus esconde para você encontrar. O que há é sabedoria: observar como ela trata os pais, como lida com dinheiro, como reage quando contrariada. E conversar com gente mais velha que conheça vocês dois — Provérbios chama isso de buscar conselho.

Quando a parceira não é cristã

Nem todo homem que lê isso está em posição de escolher. Alguns já se casaram antes de conhecer a Cristo; outros se converteram e a esposa não. A Bíblia fala a eles diretamente.

Em 1 Coríntios 7:12-14, Paulo diz que o cristão casado com alguém que não crê não deve abandonar o casamento, se a outra pessoa quiser continuar. E acrescenta algo bonito: a presença do cônjuge crente "santifica" a casa — não no sentido de salvar automaticamente, mas de trazer a influência de Deus para dentro daquela família.

Pedro, falando a esposas de maridos descrentes, diz que eles seriam ganhos "pelo procedimento" das mulheres, sem palavras (1 Pedro 3:1-2). O princípio vale invertido: a esposa que não crê vai conhecer Cristo primeiro pelo marido que ela vê todos os dias, não pelo sermão que ele repete. Isso significa não usar a fé como arma na discussão, não tratá-la como projeto de evangelismo, não fazer dela uma inferior na própria casa. Cristo amou quem ainda não acreditava nele.

O homem solteiro em Deus

Por fim, o homem que não tem relacionamento nenhum — e que às vezes ouve, na igreja, que a vida só começa depois do casamento. A Bíblia não diz isso. Paulo, que era solteiro, trata a solteirice como um estado legítimo e até vantajoso para servir a Deus: o homem sem esposa "cuida das coisas do Senhor" sem dividir a atenção (1 Coríntios 7:32-35).

Ao mesmo tempo, o mesmo capítulo diz que quem não consegue viver em continência deve casar, e que isso não é pecado (1 Coríntios 7:9). E Gênesis 2:18 registra Deus dizendo que "não é bom que o homem esteja só". A Bíblia tem espaço para os dois caminhos.

O que ela não tem é um "homem cristão de solteiro" diferente do "homem cristão de casado". Tudo o que Efésios 5, Colossenses 3 e Filipenses 2 pedem — serviço, mansidão, humildade, fidelidade, pureza — é caráter, não função. E caráter não aparece no dia do casamento: o namorado que já trata a moça com amargura ou a controla não vai virar outra pessoa por causa de uma aliança no dedo. Quem está solteiro já pode ser esse homem agora, na casa dos pais, no trabalho, na igreja. É esse homem que, se um dia casar, vai ter algo para oferecer.

Volte ao versículo

Se você guardar uma frase deste texto, que seja a de Paulo, não a minha: "Maridos, cada um de vocês deve amar a sua esposa, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela" (Efésios 5:25, NVI). Tudo o mais — cabeça, serviço, mansidão, confiança — é comentário sobre essa linha.

Leia a passagem completa, de Efésios 5:21 a 33, e repare quantas vezes o nome de Cristo aparece. O homem cristão no relacionamento não é definido pelo que ele cobra da esposa. É definido por quem ele imita.

A Bíblia diz que o homem é o chefe da casa?

Efésios 5:23 diz que o marido é "cabeça" da esposa como Cristo é cabeça da igreja. A leitura evangélica histórica entende isso como responsabilidade e liderança; a leitura igualitária entende como "fonte" e dá peso à submissão mútua de Efésios 5:21. Nas duas, a comparação é com Cristo, que serviu e morreu pela igreja — não com um chefe que manda.

O que a Bíblia diz sobre o homem cristão no namoro?

Não há um capítulo sobre namoro, mas há princípios: tratar as mulheres "como a irmãs, com toda a pureza" (1 Timóteo 5:2), reservar a intimidade sexual para o casamento (1 Coríntios 7:1-9) e não desejar a mulher como objeto (Mateus 5:28).

Homem cristão pode namorar quem não é cristã?

A Bíblia aconselha o casamento "somente no Senhor" (1 Coríntios 7:39) e alerta contra o "jugo desigual" (2 Coríntios 6:14). Não é tratado como pecado que condena, mas como escolha que traz um fardo real. Quem já é casado com alguém que não crê não deve se separar por isso (1 Coríntios 7:12-14).

O que significa "não a trate com amargura" em Colossenses 3?

O verbo grego é pikrainō, ficar azedo ou áspero. Paulo proíbe não só um ato, mas um clima: irritação constante, dureza nas palavras, desabafar na esposa o que se acumulou no dia. No mesmo capítulo, ele manda o cristão vestir compaixão, mansidão e paciência (Colossenses 3:12).

Como o homem solteiro deve viver em Deus?

Paulo trata a solteirice como estado legítimo, em que o homem pode servir a Deus sem dividir a atenção (1 Coríntios 7:32-35), e diz que casar não é pecado para quem deseja (1 Coríntios 7:9). O caráter que a Bíblia pede não espera o casamento para começar.

Cristiane Borges
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