1 Quem vive isolado busca seu próprio desejo e insurge-se contra a verdadeira sabedoria.
2 Capítulo 18 2 Ec 10.3O tolo não tem prazer no entendimento, mas tão somente em revelar sua opinião.
3 Quando vem o ímpio, vem também o desprezo, e com a desonra vem a vergonha.
4 4 Sl 78.2As palavras da boca do homem são águas profundas, e a fonte da sabedoria é um ribeiro corrente.
5 5 Lv 19.15;Dt 1.17;Sl 82.2Não é bom respeitar o ímpio, nem privar o justo do seu direito.
6 Os lábios do tolo entram em conflito, e sua boca clama por açoites.
7 7 Sl 64.8;Ec 10.12A boca do tolo é sua própria destruição, e seus lábios, uma armadilha para si mesmo.
8 As palavras do difamador são como doces e chegam ao íntimo do ser.
9 9 Pv 28.24Quem é negligente com sua obra é irmão do destruidor.
10 10 Êx 34.5-7;2Sm 22.3;Sl 20.1O nome do Senhor é uma torre forte; o justo corre para ela e permanece seguro.
11 11 Pv 10.15Os bens do rico são sua cidade forte, como um muro alto em sua imaginação.
12 Antes da ruína eleva-se o coração do homem, e a humildade precede a honra.
13 13 Jo 7.51Responder antes de ouvir é tolice e vergonha.
14 O espírito do homem o sustentará na enfermidade; mas quem levantará o espírito deprimido?