Sim, irmão, eu quisera regozijar-me de ti no Senhor; reanima o meu coração em Cristo.

eu to torno a enviar, a ele que é o meu próprio coração.

Eu, Paulo, de meu próprio punho o escrevo, eu o pagarei, para não te dizer que ainda a ti mesmo a mim te deves.

assim como Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.

Saúda-te Epafras, meu companheiro de prisão em Cristo Jesus,

Sempre dou graças ao meu Deus, lembrando-me de ti nas minhas orações,

sim, rogo-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões;

A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.

ao ouvir falar do amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e para com todos os santos;

Graças a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

não já como escravo, antes mais do que escravo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, tanto na carne como também no Senhor.

mas sem o teu consentimento nada quis fazer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas, sim, espontâneo.

Assim pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo.

Pelo que, embora tenha em Cristo plena liberdade para te mandar o que convém,

o qual outrora te foi inútil, mas agora a ti e a mim é muito útil;

E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, lança-o minha conta.

Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, nosso companheiro de trabalho,

Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o recobrasses para sempre,

todavia prefiro rogar-te por esse teu amor, sendo eu como sou, Paulo o velho, e agora até prisioneiro de Cristo Jesus,

para que a comunicação da tua fé se torne eficaz, no pleno conhecimento de todo o bem que em nós há para com Cristo.