8quando preparar as lâmpadas; ele o queimará também entre as duas tardes, quando acender as lâmpadas. Haverá desse modo incenso …
18"Farás uma bacia de bronze para as abluções, com um pedestal de bronze; tu a colocarás entre a tenda de reunião e o altar, e deitarás água nela.
20Quando entrarem na tenda de reunião, deverão lavar-se com essa água, para que não morram. Igualmente quando se aproximarem do altar para o serviço, para oferecer um sacrifício ao Senhor,
27a mesa e seus acessórios, o candelabro e seus acessórios, o altar dos perfumes,
32Não se derramará dele sobre o corpo de homem algum; e não fareis outro com a mesma composição: é uma coisa sagrada, e deveis considerá-la como tal.
2Esta é a lei do holocausto: O holocausto ficará na lareira do altar toda a noite até pela manhã, e se conservará ali aceso o fogo do altar.
3O sacerdote, revestido da túnica de linho e com os calções de linho no corpo, tirará a cinza do fogo que houver consumido o holocausto sobre o altar e a porá ao lado.
6O fogo se conservará perpetuamente aceso no altar, sem jamais se apagar.
20Todo aquele que tocar a sua carne será santo; se se salpicar do seu sangue sobre uma veste, tu a lavarás em um lugar santo.
23O homem que abusa de seu próprio corpo, não terá sossego enquanto não acender uma fogueira.
25O homem que profana seu leito prejudica-se a si mesmo, e diz: "Quem me vê?
28Ele não sabe que os olhos do Senhor são muito mais luminosos que o sol, que examinam por todos os lados o procedimento dos homens, as profundezas do abismo, e investigam o coração humano até em seus mais íntimos esconderijos.
29Pois o Senhor Deus conhecia todas as coisas antes de tê-las criado, e as vê todas, depois que as completou.
2Um belo dia nascemos e, depois disso, seremos como se jamais tivéssemos sido! É fumaça a respiração de nossos narizes, e nosso pensamento, uma centelha que salta do bater de nosso coração!
3Extinta ela, nosso corpo se tornará pó, e o nosso espírito se dissipará como um vapor inconsistente!
9Ninguém de nós falte à nossa orgia; em toda parte deixemos sinais de nossa alegria, porque esta é a nossa parte, esta a nossa sorte!
2Cada um deles será como um abrigo contra o vento, um refúgio contra a chuva torrencial; como um fio de água num chão ressecado, e como a sombra de um alto rochedo em terra ressequida.
3Os olhos dos que veem não mais serão ofuscados, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4Os espíritos insensatos se disporão a compreender, e a língua dos gagos falará prontamente e com clareza;
1Cântico das peregrinações. Levanto os olhos para vós, que habitais nos céus.
2Como os olhos dos servos estão fixos nas mãos de seus senhores, como os olhos das servas estão fixos nas mãos de suas senhoras, assim nossos olhos estão voltados para o Senhor, nosso Deus, esperando que ele tenha piedade de nós.
4Nossa alma está em excesso repleta da zombaria dos opulentos e do desprezo dos soberbos.
11Porque, diante de Deus, não há distinção de pessoas.
15eles mostram que o objeto da lei está gravado nos seus corações, dando-lhes testemunho a sua consciência, bem como os seus raciocínios, com os quais se acusam ou se escusam mutuamente.
19tu, que te ufanas de ser guia dos cegos, luzeiro dos que estão em trevas,
5Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus.
8quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito!
18Mas todos nós temos o rosto descoberto, refletimos como num espelho a glória do Senhor e nos vemos transformados nessa mesma imagem, sempre mais resplandecentes, pela ação do Espírito do Senhor.
19Os olhos do Senhor estão voltados para aqueles que o temem; ele é um poderoso protetor, um sólido apoio, um abrigo contra o calor, uma tela contra o ardor do meio-dia,
20um sustentáculo contra os choques, um amparo contra a queda. Ele eleva a alma, ilumina os olhos; dá saúde, vida e bênção.
1Não, não é a mão do Senhor que é incapaz de salvar, nem seu ouvido demasiado surdo para ouvir,
9Eis por que o direito permanece afastado de nós, e a justiça não vem a nós. Esperamos a luz, e eis as trevas; aguardamos o dia, e andamos na escuridão.
10Vamos como cegos apalpando o muro, caminhamos às apalpadelas como aqueles que perderam a vista. Em pleno dia, tropeçamos como ao crepúsculo, mergulhamos nas trevas como os mortos.