2Estou de fato cercado de zombadores e meus olhos velam por causa de seus ultrajes.
7Meus olhos se escurecem de tristeza e todo o meu corpo não é mais que uma sombra.
12Fazem da noite, dia. A luz da manhã é para mim como trevas.
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2Estou de fato cercado de zombadores e meus olhos velam por causa de seus ultrajes.
7Meus olhos se escurecem de tristeza e todo o meu corpo não é mais que uma sombra.
12Fazem da noite, dia. A luz da manhã é para mim como trevas.
2Minha voz lança um grande brado ao Senhor, em alta voz imploro ao Senhor.
4Na hora em que meu espírito desfalece, vós conheceis o meu caminho. Na senda em que ando, ocultaram-me um laço.
5Olho para a direita e vejo: não há ninguém que cuide de mim. Não existe para mim um refúgio, ninguém que se interesse pela minha vida.
31"Farás um candelabro de ouro puro; e o farás de ouro batido, com o seu pedestal e sua haste: seus cálices, seus botões e suas flores formarão uma só peça com ele.
36Esses botões e esses braços formarão um todo com o candelabro, tudo formando uma só peça de ouro puro batido.
37Farás sete lâmpadas, que serão colocadas em cima, de maneira a alumiar a frente do candelabro.
11Porque, diante de Deus, não há distinção de pessoas.
15eles mostram que o objeto da lei está gravado nos seus corações, dando-lhes testemunho a sua consciência, bem como os seus raciocínios, com os quais se acusam ou se escusam mutuamente.
19tu, que te ufanas de ser guia dos cegos, luzeiro dos que estão em trevas,
12Há caminho que parece reto ao homem; seu fim, porém, é o caminho da morte.
13Mesmo no sorrir, o coração pode estar triste; a alegria pode findar na aflição.
30Um coração tranquilo é a vida do corpo, enquanto a inveja é a cárie dos ossos.
15A saúde da alma na santidade e na justiça vale mais que o ouro e a prata. Um corpo robusto vale mais que imensas riquezas.
16Não há maior riqueza que a saúde do corpo; não há prazer que se iguale à alegria do coração.
21seus olhos vislumbram o alimento e ele suspira, assim como suspira o eunuco ao abraçar uma virgem.
15Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom?’.
33"Senhor, que nossos olhos se abram!".
34Jesus, cheio de compaixão, tocou-lhes os olhos. Instantaneamente recobraram a vista e puseram-se a segui-lo.
3Os olhos dos que veem não mais serão ofuscados, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4Os espíritos insensatos se disporão a compreender, e a língua dos gagos falará prontamente e com clareza;
15Até que sobre nós se derrame o espírito do alto, então o deserto se mudará em vergel, e o vergel tomará o aspecto de uma floresta;
5Tremei, mas sem pecar; refleti em vossos corações, quando estiverdes em vossos leitos, e calai.
7Dizem muitos: "Quem nos fará ver a felicidade?". Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz de vossa face.
9Apenas me deito, logo adormeço em paz, porque a segurança de meu repouso vem de vós só, Senhor.
13Na confusão das visões da noite e na hora em que o sono se apodera das pessoas.
15Um sopro perpassou meu rosto e fez arrepiar o pelo do meu corpo.
16Lá estava um ser – não lhe vi o rosto – como um espectro sob meus olhos.
12Falou-lhes outra vez Jesus: "Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida".
15Vós julgais segundo a aparência; eu não julgo ninguém.
18Eu dou testemunho de mim mesmo; e meu Pai, que me enviou, o dá também".
19Porquanto o que se pode conhecer de Deus eles o leem em si mesmos, pois Deus lhes revelou com evidência.
20Desde a criação do mundo, as perfeições invisíveis de Deus, o seu sempiterno poder e divindade, se tornam visíveis à inteligência, por suas obras; de modo que não se podem escusar.
24Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos.
16O sol contempla todas as coisas que ilumina; a obra do Senhor está cheia de sua glória.
19pois o Senhor conhece tudo o que se pode saber. Ele vê os sinais dos tempos futuros, anuncia o passado e o porvir, descobre os vestígios das coisas ocultas.
20Nenhum pensamento lhe escapa, nenhum fato se esconde a seus olhos.
10Quem pisca os olhos traz desgosto, mas o que repreende com franqueza procura a paz.
17O que observa a disciplina está no caminho da vida; anda errado o que esquece a repressão.
26Como o vinagre nos dentes e a fumaça nos olhos, assim é o preguiçoso para os que o mandam.
6Porque o Senhor me disse: "Vai postar uma sentinela! Que ela te anuncie o que vir!
8E então grite: "Eu vejo! Em meu posto de guarda, Senhor, eu me mantenho o dia inteiro; em meu observatório permaneço de pé todas as noites.
12E a sentinela responde: "A manhã chega, igualmente a noite. Se quereis sabê-lo, voltai a interrogar".
20Meus ossos estão colados à minha pele e à minha carne. E fujo com a pele de meus dentes.
26Por detrás de minha pele, que envolverá isso, na minha própria carne, verei Deus.
27Eu mesmo o contemplarei, meus olhos o verão, e não os olhos de outro. Meus rins se consomem dentro de mim.
6Como a luz, fará brilhar a tua justiça; e como o sol do meio-dia, o teu direito.
32O ímpio espreita o justo, e procura como fazê-lo perecer.
37Observa o homem de bem, considera o justo, pois há prosperidade para o pacífico.
9Azeite e incenso alegram o coração: a bondade de um amigo consola a alma.
17O ferro com o ferro se aguça; o homem aguça o homem.
19Como o reflexo do rosto na água, assim é o coração do homem para o homem.
8ficam cheios de terror... Tomados de convulsões e dores, eles se retorcem como uma mulher em parto. Olham uns para os outros e têm o rosto em fogo.
10Nem as estrelas do céu, nem suas constelações brilhantes, farão resplandecer sua luz; o sol se obscurecerá desde o nascer, e a lua já não enviará sua luz.
15Todos aqueles que forem encontrados serão mortos; os que forem apanhados serão passados à espada.
4não darei sono aos meus olhos, nem repouso às minhas pálpebras,
7Entremos em sua morada, prostremo-nos diante do escabelo de seus pés.
17Aí farei crescer o poder de Davi, aí prepararei uma lâmpada para o que me é consagrado.