10O Senhor desfaz os planos das nações pagãs, reduz a nada os projetos dos povos.
11Só os desígnios do Senhor permanecem eternamente e os pensamentos de seu coração por todas as gerações.
14Do alto de sua morada observa todos os habitantes da terra;
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10O Senhor desfaz os planos das nações pagãs, reduz a nada os projetos dos povos.
11Só os desígnios do Senhor permanecem eternamente e os pensamentos de seu coração por todas as gerações.
14Do alto de sua morada observa todos os habitantes da terra;
2Como aquele que procura agarrar uma sombra ou perseguir o vento, assim é o que se prende a visões enganadoras.
5A adivinhação do erro, os augúrios mentirosos e os sonhos dos maus, tudo isso não passa de vaidade.
17Feliz a alma do que teme o Senhor.
3Realizastes os anseios de seu coração, não rejeitastes a prece de seus lábios.
11Faze desaparecer da terra a posteridade deles e a sua descendência dentre os filhos dos homens.
13porque os porás em fuga, dirigindo teu arco contra a face deles.
7é perturbado pelas visões de seu espírito, como um homem que foge do combate. No momento em que se julga em lugar seguro, ele se levanta e admira-se do seu vão temor.
15A posteridade dos ímpios não multiplicará os ramos; as raízes impuras agitam-se no alto de um rochedo.
16… vegetação que cresce à beira das águas, ao longo de um …
26As riquezas e as energias elevam o coração; o temor do Senhor, porém, sobrepuja umas e outras.
31mas o homem moderado e educado se acautela contra isso.
8Sobre mim pesa a vossa indignação, vós me oprimis com o peso das vossas ondas.
13Serão nas trevas manifestadas as vossas maravilhas, e vossa bondade na terra do esquecimento?
16Sou miserável e desde jovem agonizo, o peso de vossos castigos me abateu.
19Afastastes de mim amigo e companheiro; só as trevas me fazem companhia...
7Para onde irei, longe de vosso Espírito? Para onde fugir, apartado de vosso olhar?
19Oxalá extermineis os ímpios, ó Deus, e que se apartem de mim os sanguinários!
24Vede se ando na senda do mal, e conduzi-me pelo caminho da eternidade.
7Mostrai a vossa admirável misericórdia, vós que salvais dos adversários os que se acolhem à vossa direita.
8Guardai-me como a pupila dos olhos, escondei-me à sombra de vossas asas,
10Seu coração endurecido se fecha à piedade; só têm na boca palavras arrogantes.
6os ímpios não podem resistir ao vosso olhar. Detestais a todos os que praticam o mal,
10Porque em seus lábios não há sinceridade, seus corações só urdem projetos ardilosos. A garganta deles é como um sepulcro escancarado, com a língua distribuem lisonjas.
11Deixai-os, Senhor, prender-se nos seus erros, que suas maquinações malogrem! Por causa do número de seus crimes, rejeitai-os, pois é contra vós que se revoltaram.
3acima das águas fixastes vossa morada. De nuvens fazeis vosso carro, andais nas asas do vento;
4fazeis dos ventos os vossos mensageiros, e dos flamejantes relâmpagos vossos ministros.
7Mas à vossa ameaça elas se afastaram, ao estrondo de vosso trovão estremeceram.
20… entram a rondar os animais das selvas.
22Mas se retiram ao raiar do sol, e vão se deitar em seus covis.
24… sabedoria, a terra está cheia das coisas que criastes.
1Cântico das peregrinações. Levanto os olhos para vós, que habitais nos céus.
2Como os olhos dos servos estão fixos nas mãos de seus senhores, como os olhos das servas estão fixos nas mãos de suas senhoras, assim nossos olhos estão voltados para o Senhor, nosso Deus, esperando que ele tenha piedade de nós.
3Tende misericórdia de nós, Senhor, tende misericórdia de nós, porque estamos saturados de desprezo.
4Nossa alma está em excesso repleta da zombaria dos opulentos e do desprezo dos soberbos.
3Ponde, Senhor, uma guarda em minha boca, uma sentinela à porta de meus lábios.
4Não deixeis meu coração inclinar-se ao mal, para impiamente cometer alguma ação criminosa. Não permitais que eu tome parte nos festins dos homens que praticam o mal.
9Guardai-me do laço que me armaram, e das ciladas dos que praticam o mal.