6 O facto, porém, é que Jesus recebeu uma função sacerdotal muito superior à deles, porque é mediador de uma aliança melhor, baseada em promessas melhores8,6 Ver 7,22..
7 Realmente, se aquela primeira aliança8,7 Trata-se da aliança concluída no Sinai. Ver Ex 24,3–8. fosse perfeita, não era preciso substituí-la por uma segunda aliança. 8 Mas Deus repreendeu o seu povo, como se vê por esta passagem da Sagrada Escritura:
hão de vir dias, diz o Senhor,
em que farei uma nova aliança
com o povo de Israel e de Judá
9 Esta aliança não será como a que eu fiz
com os seus antepassados,
no dia em que os tomei pela mão
e os conduzi para fora do Egito.
É que eles não cumpriram as condições dessa aliança,
e eu então deixei de fazer caso deles 8,9 Esta frase aparece acrescentada na antiga tradução grega. Ver 10,17. , diz o Senhor.
10 Esta é a aliança que eu farei com o povo de Israel,
quando vierem esses dias, diz o Senhor.
Vou colocar as minhas leis nos seus pensamentos,
vou escrevê-las nos seus corações.
Eu serei o seu Deus
e eles serão o meu povo.
11 Nenhum precisará de ensinar os seus companheiros,
nem sequer será preciso dizerem uns aos outros:
«Conhece a Deus!»
Porque todos me conhecerão,
desde o mais pequeno ao maior.
12 Perdoarei as suas faltas com misericórdia
e não me lembrarei dos seus pecados 8,12 Sobre os v. 8–12, ver Jr 31,31–34; Hb 10,17. .
13 Ora, ao falar de uma nova aliança, Deus tornou caduca a primeira. E o que caducou e ficou velho desaparecerá depressa.