Quem suportaria isso por amor a Cristo?
Von den Juden habe ich fünfmal empfangen vierzig Streiche weniger einen. Dreimal bin ich mit Ruten geschlagen, einmal gesteinigt worden; dreimal habe ich Schiffbruch gelitten, einen Tag und eine Nacht habe ich in der Tiefe zugebracht; oft auf Reisen, in Gefahren auf Flüssen, in Gefahren von Räubern, in Gefahren von meinem Geschlecht, in Gefahren von den Nationen, in Gefahren in der Stadt, in Gefahren in der Wüste, in Gefahren auf dem Meere, in Gefahren unter falschen Brüdern; in Arbeit und Mühe, in Wachen oft, in Hunger und Durst, in Fasten oft, in Kälte und Blöße; außer dem, was außergewöhnlich ist, noch das, was täglich auf mich andringt: die Sorge um alle Versammlungen.
Paulo, ao responder aos coríntios sobre seu ministério, apresenta um resumo dos sofrimentos que enfrentou por causa do evangelho de Cristo. Ele fala de açoites, apedrejamento, naufrágios, perigos, fome, sede, frio, nudez e, além de tudo isso, da preocupação constante com as igrejas. Ao fazer esse relato, Paulo reconhece que está falando de maneira incomum, chegando a dizer que fala como quem está fora de si (2 Coríntios 11:23). Não porque tivesse perdido o controle, mas porque estava respondendo a uma situação em que seu ministério vinha sendo comparado e questionado pelos falsos apóstolos que haviam influenciado os coríntios.
Paulo não estava preocupado apenas com sua própria reputação. Seu sofrimento estava relacionado à missão que havia recebido de Cristo e ao cuidado com as igrejas. Ele havia suportado tudo isso para que o evangelho fosse anunciado e para que os cristãos permanecessem firmes na fé. Por isso, sua defesa não deve ser entendida simplesmente como uma busca por reconhecimento, mas como uma resposta àqueles que estavam colocando em dúvida a autenticidade de seu ministério (2 Coríntios 11:5-15).
Esse relato nos leva a uma reflexão séria: até onde estamos dispostos a ir por amor a Cristo? Paulo enfrentou sofrimento, rejeição, perigos e privações sem abandonar sua missão. Isso não significa que devemos procurar o sofrimento ou provar nossa fé por meio da dor, mas que seguir a Cristo envolve perseverança e, em alguns contextos, pode envolver oposição e sofrimento. Ainda assim, nada disso pode nos separar do amor de Cristo (Romanos 8:35).
Que possamos permanecer firmes diante dos desafios que surgirem por causa da nossa fé, confiando na graça de Deus para continuar vivendo e anunciando o evangelho com fidelidade.
Deus lhe abençoe!
“O Calvário é a grande prova que Deus dá de que o sofrimento segundo a vontade divina sempre conduz à glória.” (Warren Wiersbe).