O extremo esforço do amor
Es ist gut, kein Fleisch zu essen, noch Wein zu trinken, noch etwas zu tun, worin dein Bruder sich stößt oder sich ärgert oder schwach ist.
Dizer que o cristão deve praticar o amor ao próximo é quase uma redundância, já que o Deus que servimos é amor; e o amor a ele e ao próximo é um conceito fundamental da fé cristã. Nos Evangelhos, nas Epístolas e até mesmo no Antigo Testamento, vemos o amor de Deus conduzindo corações a amar também (Mateus 22:37-39).
O amor não é apenas um sentimento pueril, alimentado por arroubos de paixão e atitudes vazias de agrado. O amor, segundo depreendemos das Escrituras, é demonstrado por uma atitude sacrificial de entrega a Deus e de serviço aos irmãos. Amar também significa abrir mão de nós mesmos em benefício do próximo (Romanos 12:10).
Mas o amor cristão, apesar de não se confundir com paixão carnal, é profundo em suas atitudes em favor do próximo. O grande exemplo vem do próprio Deus e de seu Filho, Cristo Jesus, que chegou ao extremo de dar a própria vida em sacrifício para resgatar todos os que creem nele. Os discípulos, uma vez capacitados pelo Espírito Santo, também foram exemplos de amor abnegado, enfrentando perseguições e até a morte para levar a palavra da salvação a tantos quantos puderam alcançar. A história da Igreja também registra inúmeros exemplos de cristãos que demonstraram amor a Deus e ao próximo, permanecendo firmes em uma luta que não é contra pessoas, mas pela fé e pelo evangelho (2 Timóteo 4:7).
Quando Paulo enfatiza que é bom evitar fazer coisas que levem os irmãos ao tropeço, ao escândalo ou ao enfraquecimento, ele demonstra até onde o amor deve nos levar. Mesmo em pequenas coisas, que parecem não ter importância, o amor deve ser demonstrado por meio do zelo pela vida espiritual dos nossos irmãos.
Deus lhe abençoe!
“Se tirarmos de nossas ações o amor, que é o elemento essencial de tudo, elas se tornarão semelhantes a um carro sem rodas, um trem sem máquinas, um avião sem asas, uma casa sem alicerces.” (Charles Rozel Swindoll)