10 Ana, com o coração cheio do amargura, orou ao Senhor, derramando copiosas lágrimas,
11 e fez um voto, dizendo: Senhor dos exércitos, se te dignares olhar para a aflição da tua serva, se te lembrares de mim, se não esqueceres a tua serva e lhe deres um filho varão, eu o darei ao Senhor durante todos os dias da sua vida, e não passará navalha sobre a sua cabeça.
15 Ana, respondendo, disse: Não é assim, meu senhor; eu sou uma mulher muito infeliz, não bebi vinho, nem outra coisa que possa embriagar, mas dilatei a minha alma na presença do Senhor.
18 Ela respondeu: Praza a Deus que a tua escrava ache graça aos teus olhos. E a mulher foi pelo seu caminho, e comeu, e o seu rosto já não era o mesmo.
20 Assim sucedeu que, havendo Ana concebido, passado o seu tempo, deu à luz um filho, a que pôs o nome de Samuel, porque o tinha pedido ao Senhor.