6 A sua rival afligia-a também excessivamente, atormentava-a porque o Senhor a tinha tornado estéril.
10 Ana, com o coração cheio do amargura, orou ao Senhor, derramando copiosas lágrimas,
13 Ana falava no seu coração, e apenas se moviam os seus lábios, mas não se lhe ouvia palavra alguma. Julgou pois Heli que ela estava embriagada,
14 e disse-lhe: Até quando estarás tu embriagada? Digere um pouco o vinho de que estás cheia.
15 Ana, respondendo, disse: Não é assim, meu senhor; eu sou uma mulher muito infeliz, não bebi vinho, nem outra coisa que possa embriagar, mas dilatei a minha alma na presença do Senhor.
18 Ela respondeu: Praza a Deus que a tua escrava ache graça aos teus olhos. E a mulher foi pelo seu caminho, e comeu, e o seu rosto já não era o mesmo.
20 Assim sucedeu que, havendo Ana concebido, passado o seu tempo, deu à luz um filho, a que pôs o nome de Samuel, porque o tinha pedido ao Senhor.