17e o seu bom proceder infunde-lhe vigor até aos ossos. É um dom de Deus
18uma mulher sensata, amiga do silêncio; nada é comparável a uma mulher bem educada.
20Todo o preço é nada em comparação duma alma casta.
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17e o seu bom proceder infunde-lhe vigor até aos ossos. É um dom de Deus
18uma mulher sensata, amiga do silêncio; nada é comparável a uma mulher bem educada.
20Todo o preço é nada em comparação duma alma casta.
1Ao mestre do coro. Segundo a melodia de "Os lírios". Dos filhos de Coré. Maskil. Canção de amor.
12A esperança, que se retarda, aflige a alma; o (bom) desejo que se satisfaz, é uma árvore da vida.
19O desejo (bom), quando.se satisfaz, deleita a alma; os insensatos sentem horror em fugir do mal.
24Aquele que poupa a vara, quer mal ao seu filho; o que o ama, corrige-o sem demora.
17Melhor é a morte que uma vida amargurada, e o descanso eterno que um achaque perseverante.
21o qual vê (o alimento) com os seus olhos e geme, como um eunuco que abraça uma donzela e suspira. Não abandones a tua alma à tristeza, e não te aflijas a ti mesmo nos teus pensamentos. O júbilo do coração é a vida do homem e um tesouro inexaurível de santidade; a alegria do homem prolonga a sua vida.
26A inveja e a ira abreviam os dias, e os afans fazem chegar a velhice antes do tempo. Um coração generoso e bom está num contínuo festim, porque lhe preparam com diligência o seu alimento.
2Senhor, ouve a minha voz! Estejam atentos os teus ouvidos à voz da minha súplica.
5Espero no Senhor, na sua palavra espera a minha alma; à espera do Senhor está
6a minha alma, mais do que a sentinela (à espera) da aurora. Mais do que a sentinela (à espera) da aurora,
13Faz sinais com os olhos, bate cora o pé, fala com os dedos;
17Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramara sangue inocente,
24Guardar-te-ão da má mulher, e da língua insinuante da estranha. Não cobice o teu coração a sua formosura, nem te deixes prender dos seus olhares.
1Bendiz, ó minha alma, o Senhor! Senhor, Deus meu, tu és muito grande! Estás revestido de majestade e de esplendor,
2envolvido em luz como num manto. Tu estendeste o céu como um pavilhão,
30Se envias o teu espírito, são criados, e renovas a face da terra.
12Não fixes os olhos sobre a beleza de ninguém, nem te detenhas no meio de mulheres.
16O Sol contempla todas as coisas, que Ilumina; a glória do Senhor enche a sua obra.
23Quão amáveis são todas as suas obras! E todavia não podemos ver delas mais que uma centelha.
22As palavras do mexeriqueiro são como iguarias apetitosas, que penetram até ao íntimo das entranhas.
23Escórias de prata aplicadas a um vaso de barro, tais são os lábios enganosamente suaves juntos a um coração péssimo.
25Quando ele te falar num tom amável não te fies nele, porque tem sete abominações no seu coração.
2O Sol, ao sair, glorifica o Senhor; é um vaso admirável, uma obra do Excelso.
12Contempla o arco-íris e bem-dize aquele que o fez; é muito formoso no seu resplendor.
20Os olhos admiram a beleza da sua brancura, e o coração maravilha-se de a ver cair.
1Ao mestre do coro. Maskil. Dos filhos de Coré.
3A minha alma tem sede de Deus, de Deus vivo: quando irei e contemplarei a face de Deus?
7e o meu Deus. Dentro de mim mesmo se deprime a minha alma: por isso me lembro de ti, desde a terra do Jordão e do Hermon, desde o monte Misar.
12Aplica o teu coração à instrução e os teus ouvidos às palavras da ciência.
19Ouve, meu filho, e sê sábio; dirige a tua alma pelo caminho direito.
33Os teus olhos verão coisas estranhas, e o teu coração dirá palavras desacertadas.
6porque será ouvida a imprecação daquele que te amaldiçoa na amargura da sua alma; o seu Criador o ouvirá. Mostra-te afável no ajuntamento dos pobres; humilha a tua alma diante dum ancião; abaixa a tua cabeça diante dos grandes.
13O que a ama, ama a vida, e os que fazem vigílias para a encontrar gozarão da sua doçura.
15Os que a servem, serão obedientes ao Santo, e Deus ama os que a amam.
6Majestade e magnificência precedem-no; poder e esplendor estão na sua morada santa.
9adorai o Senhor em ornamentos sagrados. Trema toda a terra na sua presença;
13à vista do Senhor, porque vem, porque vem governar a terra. Governará o mundo com justiça, e os povos com a sua fidelidade.
10Não andes inquieto por (amor de) riquezas injustas, porque elas não te aproveitarão no dia do castigo e da escuridão.
3Até quando revolverei ansiedade em minha alma, e todos os dias tristezas em meu coração?
4Até quando prevalecerá o meu inimigo contra mim? Olha para mim, ouve-me, Senhor Deus meu!
6depois de ter confiado na tua misericórdia! Antes exulte o meu coração com o teu auxílio; que eu cante ao Senhor que me cumulou de bens.
2Quão amável é a tua morada, Senhor dos exércitos!
3A minha alma suspira, desfalece, desejando os átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam em Deus vivo.
6Bem-aventurado o homem que de ti recebe auxilio, quando decide empreender viagens santas:
20Não faças mal a um teu amigo, porque difere dar-te o dinheiro, nem desprezes pelo ouro um teu irmão querido.
23O servo sensato seja querido de ti como a tua alma, não lhe negues a liberdade (que ele merece), e não o deixes cair na pobreza.
32Ama com todas as tuas forças aquele que te criou, e não desampares os seus ministros.
23Mas, por amor de ti, somos entregues à morte todos os dias, somos considerados como ovelhas para o matadouro.
24Com Isaac procedeu do mesmo modo, por amor de Abraão, seu pai.