1Cântico. Salmo. Dos filhos de Coré.
2Grande é o Senhor e muito digno de louvor, na cidade do nosso Deus. O seu monte santo,
15quão grande é Deus. E o nosso Deus, eternamente, para sempre: ele nos guiará.
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1Cântico. Salmo. Dos filhos de Coré.
2Grande é o Senhor e muito digno de louvor, na cidade do nosso Deus. O seu monte santo,
15quão grande é Deus. E o nosso Deus, eternamente, para sempre: ele nos guiará.
18Ama o teu próximo e sê leal na amizade com ele.
24mas o revelar os segredos do amigo tira toda a esperança a uma alma infeliz.
33A ira e o furor são duas coisas execráveis; o pecador as terá em si mesmo.
3ouve a voz da minha súplica, rei meu e Deus meu! Porque é a ti que suplico,
4ó Senhor; de manhã ouves a minha voz; de manhã te apresento as minhas preces, e espero.
6nem os ímpios podem permanecer diante de ti. Aborreces todos os que praticam a iniquidade,
1Filho, pecaste? Não tornes a pecar, mas faze oração pelas tuas faltas passadas, para que te sejam perdoadas.
17O coração do insensato é como um vaso rachado: nada pode reter da sabedoria.
25O pé do insensato é fácil em se meter em casa do vizinho, porém o homem educado retrai-se diante duma pessoa poderosa.
8O meu coração fala-te, a minha face busca-te; procuro. Senhor, a tua face.
9Não escondas de mim a tua face, não repilas com ira o teu servo. Tu és a minha ajuda; não me lances fora, nem me abandones, ó Deus, meu salvador.
14Espera no Senhor, sê forte, fortifique-se o teu coração, e espera no Senhor.
5Três coisas receou o meu coração, e com a quarta se amedrontou o meu semblante:
7a calúnia, coisas estas mais pesadas que a morte;
17e o seu bom proceder infunde-lhe vigor até aos ossos. É um dom de Deus
2Saiu do meu coração uma palavra sublime: eu dedico ao rei este meu poema; a minha língua é (como) pena de ágil escriva.
5Avança triunfante em prol da fé e da justiça, e a tua dextra te ensine gloriosas façanhas.
14A filha do rei entra toda formosa; tecidos de ouro são os seus vestidos.
1Ao mestre do coro. Dos filhos de Coré. Maskil.
22porventura Deus não teria averiguado tudo isto? Em verdade ele conhece os segredos do coração.
24Desperta! Por que dormes Senhor? Acordai Não nos rejeites para sempre!
12os seus netos são uma santa herança, a sua posteridade manteve-se (fiel) na aliança (de Deus).
17Noé foi encontrado perfeito e justo, e no tempo da ira tornou-se a reconciliação (dos homens).
21Em sua carne (o Senhor) marcou esta aliança; na prova foi achado fiel.
3ele, o nosso Deus, vem e não ficará em silêncio. Um fogo devorador o precede, e ruge a tempestade em torno dele.
9Não receberei de tua casa bezerro, nem cabritos dos teus rebanhos:
14Oferece a Deus um sacrifício de louvor, e paga ao Altíssimo os teus votos.
3Senhor, meu Deus, clamei a ti, e tu me saraste;
6Efectivamente a sua indignação dura um instante, e a sua benevolência dura toda a vida. De tarde estaremos em lágrimas, e de manhã em alegria.
13para que a minha alma te cante e não se cale. Senhor, Deus meu, eu te louvarei eternamente.
1Salmo. Cântico. Para o dia de sábado.
2Bom é louvar o Senhor, cantar salmos ao teu nome, ó Altíssimo:
6Quão magníficas são, Senhor, as tuas obras! Quão profundos são os teus pensamentos!
4E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus. Muitos verão e temerão, e esperarão no Senhor,
11Não escondi a tua justiça no meu coração: publiquei a tua fidelidade e o teu socorro. Não ocultei a tua graça e a tua fidelidade à grande assembleia.
13Porquanto me cercaram males sem conta, tornaram-me as minhas culpas, e já não pude ver. São mais do que os cabelos da minha cabeça, e o meu ânimo desfaleceu.
17Até quando. Senhor, estarás a ver (estas injustiças)? Livra a minha alma dos que rugem, (livra) a minha vida dos leões.
22Tu o viste, Senhor! Não te cales, Senhor, não te apartes de mim!
23Desperta e vela em minha defesa, Deus meu e Senhor meu, (vela) pela minha causa!
6Oferecei sacrifícios justos, e esperai no Senhor.
7Muitos dizem : Quem nos fará ver o bem? Levanta sobre nós a luz do teu rosto, ó Senhor
8Infundiste no meu coração uma alegria maior do que (têm os agricultores) quando abundam em trigo e vinho.
4Dá-lhes segundo as suas obras e segundo a malícia dos seus delitos. Dá-lhes segundo as obras das suas mãos, dá-lhes aquilo que fizeram.
7o Senhor, minha força e meu escudo! Nele confiou o meu coração, e fui ajudado; por isso o meu coração exulta, e o louvo com o meu cântico.
8O Senhor é a força do seu povo, e uma fortaleza de salvação para o seu ungido.
5Até quando, Senhor? Permanecereis irado sempre? O teu zelo arderá sempre como o fogo?
8Não recordes contra nós as culpas dos nossos antepassados, venha, quanto antes, ao nosso encontro a tua misericórdia, porque estamos reduzidos a grande miséria.
12Retribui aos nossos vizinhos, sete vezes no seu seio, o opróbrio que eles te fizeram, Senhor.
1Salmo. De Asaf. Quão bom é Deus para com os rectos, o Senhor para com os puros de coração!
2Os meus pés por pouco não vacilaram; por pouco se não transviaram os meus passos,
28Mas para mim é bom estar junto de Deus, pôr no Senhor Deus o meu refúgio. Publicarei todas as tuas obras às portas da filha de Sião.
1Aleluia. Louva, ó minha alma, o Senhor;
7faz justiça aos oprimidos, dá pão aos famintos. O (mesmo) Senhor dá liberdade aos cativos,
8o Senhor abre os olhos aos cegos. O Senhor endireita os encurvados, o Senhor ama os justos.
1Faz-me justiça, ó Deus, e defende a minha causa contra uma gente não santa; livra-me do homem enganador e iníquo,
2porque tu és, ó Deus, a minha fortaleza: por que me repeliste? Por que ando triste, sob a opressão do meu inimigo?
5Por que te deprimes, minha alma? Por que te conturbas dentro de mim? Espera em Deus, porque novamente o hei-de louvar, (a ele que é) a salvação do meu rosto e o meu Deus.