A sétima praga: o granizo
13 O Senhor disse a Moisés: Levanta-te de manhã cedo, apresenta-te a Faraó e dize-lhe: Assim fala o Senhor Deus dos Hebreus: Deixa ir o meu povo para que me ofereça sacrifícios,
18 Pois fica sabendo que amanhã, a esta mesma hora, farei chover granizo abundantíssimo, qual se não viu nunca no Egipto, desde o dia em que foi fundado até ao presente.
22 O Senhor disse a Moisés; Estende a tua mão para o céu, a fim de que chova granizo em toda a terra do Egipto sobre os homens, sobre os animais e sobre toda a verdura do campo, na terra do Egipto.
23 Moisés estendeu a vara para o céu, e o Senhor despediu trovões, granizo e raios, que se precipitavam sobre a terra. O Senhor fez cair granizo sobre a terra do Egipto,
24 e, misturado com ele, caiu fogo; o granizo foi de tal grandeza, que nunca antes se viu igual em toda a terra do Egipto, desde que aquela nação foi fundada.
25 O granizo feriu em toda a terra do Egipto tudo o que estava nos campos, desde os homens até aos animais, feriu toda a erva do campo e destroçou todas as árvores do país.
26 Só na terra de Gessen, onde estavam os filhos de Israel, não caiu granizo.
27 Faraó mandou chamar Moisés e Aarão e disse-lhes: Eu pequei ainda desta vez; o Senhor é justo; eu e o meu povo somos ímpios.
31 O linho e a cevada perderam-se, porque a cevada estava verde e o linho estava em flores.
32 O trigo, porém, e o farro não foram danificados, porque eram serôdios.