1 O que quer separar-se do seu amigo busca ocasiões (para isso); será coberto de opróbrio em todo o tempo. O insensato não gosta das palavras de prudência, mas sòmente de manifestar os seus pensamentos.
3 O ímpio, depois de ter caído no abismo dos pecados, tudo despreza; porém a ignomínia e o opróbrio o vão seguindo.
4 As palavras que saem da boca do homem são como uma água profunda; a fonte da sabedoria é como a corrente que trasborda. Não é bom ter considerações com a pessoa do ímpio, para prejudicar o justo julgamento.
6 Os lábios do insensato metem-se em disputas, e a sua boca provoca contendas.
7 A boca do insensato é a sua ruína, os seus lábios são um laço para a sua alma.
8 As palavras do intriguista são como iguarias apetitosas, que penetram até ao íntimo das entranhas.
9 O negligente no seu trabalho é irmão do dissipador.
10 O nome do Senhor é uma torre fortíssima; aí se acolhe o justo e encontra um refúgio seguro.
11 A riqueza do rico é a sua cidade forte: na sua imaginação é uma alta muralha.
12 O coração do homem exalta-se antes da sua queda, mas a humildade precede a glória.
13 Aquele que responde antes de ouvir, mostra ser um insensato e digno de confusão.
14 O espirito do homem sustenta-o nos seus sofrimentos; mas quem poderá levantar um espírito abatido?