2 O insensato não gosta das palavras de prudência, mas sòmente de manifestar os seus pensamentos.
4 As palavras que saem da boca do homem são como uma água profunda; a fonte da sabedoria é como a corrente que trasborda.
6 Os lábios do insensato metem-se em disputas, e a sua boca provoca contendas.
7 A boca do insensato é a sua ruína, os seus lábios são um laço para a sua alma.
8 As palavras do intriguista são como iguarias apetitosas, que penetram até ao íntimo das entranhas.
13 Aquele que responde antes de ouvir, mostra ser um insensato e digno de confusão.
20 Do fruto da boca do homem se encherá o seu ventre, e o produto dos seus lábios o saciará.
21 A morte e a vida estão em poder da língua; conforme o uso que dela fizeres assim comerás dos seus frutos.