14 Pomba minha, que se aninha nos vãos do rochedo, na fenda dos barrancos... Deixe-me ver a sua face, deixe-me ouvir a sua voz, pois a sua face é tão formosa e tão doce a sua voz!"
As raposas nas vinhas
15 Agarrem as raposas, as raposas pequeninas que devastam nossas vinhas, nossas vinhas já floridas!...
16 O meu amado é meu e eu sou dele, do pastor das açucenas!
17 Antes que a brisa sopre e as sombras se debandem, volte! Seja como um gamo, amado meu, um filhote de gazela pelas montanhas de Beter.