2Como, filhomeu? E como,filho do meu ventre? E como,filho dos meus votos?
17Cinge os seus lombos de força,e fortalece os seus braços.
19Estende as suas mãos ao fuso,e suas mãos pegam na roca.
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2Como, filhomeu? E como,filho do meu ventre? E como,filho dos meus votos?
17Cinge os seus lombos de força,e fortalece os seus braços.
19Estende as suas mãos ao fuso,e suas mãos pegam na roca.
17E os filhos de Israel fizeram assim; e colheram, uns mais e outros menos.
30Assim repousou o povo no sétimo dia.
36E um ômer é a décima parte do efa.
27Abiezer, anatotita; Mebunai, husatita;
28Zalmom, aoíta; Maarai, netofatita;
35Hesrai, carmelita; Paarai, arbita;
6E eu disse: Que é isto? E ele disse: Isto é um efa que sai. Disse ainda: Este é o aspecto deles em toda a terra.
7E eis que foi levantado um talento de chumbo, e uma mulher estava assentada no meio do efa.
10Então eu disse ao anjo que falava comigo: Para onde levam elas o efa?
19Da sua boca saem tochas;faíscas de fogo saltam dela.
24O seu coração é firmecomo uma pedrae firme como a mó de baixo.
31As profundezas faz ferver,como uma panela;torna o marcomo uma vasilha de unguento.
19O artífice funde a imagem,e o ourives a cobrede ouro, e forjapara ela cadeias de prata.
20O empobrecido, quenão pode oferecer tanto,escolhe madeira que não se apodrece;artífice sábio busca,para gravar uma imagemque não se pode mover.
28Não sabes, não ouvisteque o eterno Deus, o Senhor,o Criador dos fins da terra,nem se cansanem se fatiga? É insondávelo seu entendimento.
6O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a gozar dos frutos.
11Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos;
13Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.
11Seguramente a serpente morderáantes de estar encantada,e o falador não é melhor.
13O princípio das palavrasda sua boca é a estultícia,e o fim do seu falarum desvario péssimo.
15O trabalho dos tolos a cada um deles fatiga,porque não sabem como ir à cidade.
1Ai da cidade ensanguentada!Ela está toda cheiade mentiras e de rapina;não se aparta dela o roubo.
12Todas as tuas fortalezas serãocomo figueirascom figos temporãos;se os sacodem, caem na bocado que os há de comer.
15O fogo ali te consumirá,a espada te exterminará;consumir-te-á, como a locusta.Multiplica-te como a locusta,multiplica-te como os gafanhotos.
16Achaste mel? Come só o que te basta;para que porventuranão te fartes dele,e o venhas a vomitar.
20O que canta cançõespara o coração aflitoé como aquele que despea roupa num dia de frio,ou como o vinagre sobre salitre.
23O vento norte afugenta a chuva,e a face irada,a língua fingida.
13Tu tens um braço poderoso;forte é a tua mão,e alta está a tua destra.
27Tambémo farei meu primogênito mais elevadodo queos reis da terra.
47Lembra-te de quão breves sãoos meus dias;por que criarias em vão todosos filhos dos homens?
1Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem.
3Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.
24Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
11Dei-te um rei na minha ira,e tirei-o no meu furor.
12A iniquidade de Efraimestá atada,o seu pecadoestá armazenado.
13Dores de mulher de partolhe sobrevirão;ele é um filho insensato;porque é tempoe não está no lugarem que deve vir à luz.
1E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.
18E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?
24E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.
23Então sai o homemà sua obra e ao seu trabalho,até à tarde.
24Ó Senhor, quão variadas são as tuas obras!Todasas coisas fizeste com sabedoria;cheia está a terra das tuas riquezas.
26Ali andam os navios;e o leviatãque formaste para nele folgar.
8Ficarei, porém, em Éfeso até ao Pentecostes;
13Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos.
14Todas as vossas coisas sejam feitas com amor.
1Ai de Ariel, Ariel,a cidade onde Daviacampou! Acrescentaiano a ano,e sucedam-se as festas.
9Tardai, emaravilhai-vos,folgai, e clamai;bêbados estão,mas não de vinho,andam cambaleando,mas não de bebida forte.
15Ai dos que queremesconder profundamenteo seu propósitodo Senhor,e fazem as suasobras às escuras, e dizem:Quem nos vê? Equem nos conhece?
2Tu pois, ó filho do homem, levanta uma lamentação sobre Tiro.
4No coração dos mares estão os teus termos;os que te edificaram aperfeiçoaram a tua formosura.
5Fabricaram todos os teus conveses de faias de Senir;trouxeram cedros do Líbano para te fazerem mastros.
3Rúben, tu és meu primogênito, minha força e o princípio de meu vigor, o mais excelente em alteza e o mais excelente em poder.
21Naftali é uma gazela solta; ele dá palavras formosas.
22José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus ramos correm sobre o muro.
2E disse-lhe seu pai: Por certo pensava eu que de todo a desprezavas; de sorte que a dei ao teu companheiro; porém não é sua irmã mais nova, mais formosa do que ela? Toma-a, pois, em seu lugar.
16Então disse Sansão: Com uma queixada de jumento, montões sobre montões; com uma queixada de jumento feri a mil homens.
20E julgou a Israel, nos dias dos filisteus, vinte anos.