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8 versículos bíblicos de sabedoria para controlar a língua

Por Bíblia Online

O uso do falar é uma das áreas mais indicativas do estado espiritual do ser humano. A Bíblia ensina que a língua possui tanto o poder de edificar, trazer cura e glorificar a Deus quanto de destruir relacionamentos, semear discórdia e espalhar mentiras. Desenvolver o autodomínio na fala é uma marca indispensável de maturidade cristã e sabedoria prática.

Confira abaixo oito versículos bíblicos sobre o cuidado e a prudência necessários ao usar as palavras.

1. O perigo da abundância de palavras

A prolixidade sem reflexão frequentemente conduz ao erro e ao pecado. A sabedoria ensina o valor de ouvir mais e falar com moderação.

A regra do falar medido é declarada em Provérbios 10:19:

Gumazir akar avɨribav geim, an akar kabar arazir kuraba otifi. Ezɨ gumazim akar avɨribav geir puvatɨ, a nɨghnɨzir aghuim iti.

2. A fala como reflexo do estado do coração

As palavras que saem de nossa boca não ocorrem ao acaso; elas revelam os sentimentos, motivações e tesouros guardados no interior da alma.

O diagnóstico de Jesus sobre a fala está em Mateus 12:34:

Ia gumazir kuraba, ia kuruzir kurabar mɨn iti! Egh manmagh mɨgɨrɨgɨar aghuitam mɨkemegham? Puvatɨ. Ian navir averiabagh izɨvazir nɨghnɨzibar mara ian akatoribar otifi.

3. A resposta branda que desvia o furor

A escolha do tom de voz e da abordagem certa pode apaziguar conflitos violentos, ao passo que palavras duras alimentam a raiva e a discórdia.

O princípio do diálogo pacífico encontra-se em Provérbios 15:1:

Gumazim nɨn anɨngagham, nɨmɨram an akam ikarvaghtɨ, an anɨngagharim amɨragham. Egh uan akabar gumazir igharazim pazav a mɨkemegh, a damightɨ a bar puvɨra nɨn anɨngaghegham.

4. O dever de usar palavras para a edificação dos ouvintes

A conversa do cristão deve ser isenta de maledicência, calúnia e vulgaridade, focando em trazer encorajamento e graça aos que ouvem.

A instrução bíblica para a fala responsável está em Efésios 4:29:

Eghtɨ akar mɨzɨrɨzir kuraba ian akabar otivan markɨ. Ia gumazamizibar akurvaghamin akabara mɨkɨm. Akar aghuir igharaz darazi gavgavim me danɨngamibara, da ian akabar otiv. Egh akar ia mɨgeir kaba, da gumazamizir ia barazibar akurvagham.

5. Prontidão para ouvir e lentidão para falar

A sabedoria prática exige desacelerar as reações impulsivas, dando prioridade à escuta atenta e ao controle da raiva.

A exortação do apóstolo Tiago está escrita em Tiago 1:19:

E Godɨn Akam baragh, uaghan an gɨn mangam

Nan adarasi, ia deravɨra bizir kam gɨfogh. Ia bar zuamɨra kuaribar arɨgh akaba baragh, egh zuamɨra mɨkɨman markɨ, egh zuamɨra ataran markɨ.

6. A guarda da boca como preservação da vida

O autodomínio no uso das palavras atua como um escudo de proteção para o indivíduo, evitando complicações e ruínas desnecessárias.

O aviso de Provérbios sobre a prudência está em Provérbios 13:3:

Gumazim faragh deraghvɨra nɨghnigh egh gɨn bizibav kɨm, egh a deragh ikɨva ikuvighan kogham. Ezɨ gumazir pura akar avɨribav geiba, me ikuvigham.

7. O poder da língua para a vida e para a morte

A palavra proferida carrega um impacto profundo sobre quem a ouve, podendo abençoar e construir ou ferir e destruir.

A declaração solene sobre a força da fala encontra-se em Provérbios 18:21:

Nɨn mɨgɨrɨgɨaba, da gavgaviba iti. Da gumazim damutɨ a deraghvɨra angamɨra ikiam, o da uaghan gumazim damutɨ a ikuvigham. Kamaghɨn amizɨ, mɨgɨrɨgɨar aghuibav kɨmamin arazim gifongegh, deraghvɨra ikiam.

8. A prestação de contas por palavras frívolas

Jesus advertiu solenemente que cada palavra proferida de forma irresponsável ou maliciosa será submetida ao julgamento de Deus.

O aviso de Cristo sobre a responsabilidade do falar está em Mateus 12:36:

Ezɨ ia mɨgei, Godɨn Kotɨn Dughiamɨn, a pura men mɨgɨrɨgɨar nɨghnɨziba puvatɨziba bagh vaghvagh men azangsɨghɨva, me tuisɨgham.

Perguntas frequentes sobre o domínio da língua

Como vencer o hábito da fofoca e da murmuração?

Para vencer a maledicência, cultive o hábito de orar antes de falar, aplique o filtro da verdade, do amor e da necessidade da palavra, e afaste-se de conversas que tenham como objetivo depreciar outras pessoas.

É correto usar palavras de firmeza ou confronto quando necessário?

Sim. A Bíblia nos exorta a falar a verdade em amor (Efésios 4:15). Ser prudente com as palavras não significa omissão, mas sim comunicar a verdade com respeito, clareza e com a intenção de restaurar e edificar.

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