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Salmos 36

ARA
A perversidade humana e a bondade de Deus
Ao mestre de canto. De Davi, servo do Senhor

1 A transgressão do ímpio diz no íntimo do meu coração:

Não temor

de Deus perante

os seus olhos.

2 Porque em seus olhos se lisonjeia,

até que a

sua iniquidade

se descubra ser

detestável.

3 As palavras da sua boca são malícia e engano;

deixou de entender

e de fazer

o bem.

4 Projeta a malícia na sua cama;

põe-se no caminho que não é bom;

não aborrece o mal.

5 A tua misericórdia, Senhor, está nos céus,

e a tua fidelidade chega

até às mais excelsas nuvens.

6 A tua justiça é como as grandes montanhas;

os teus juízos

são um grande abismo.

Senhor,

tu conservas os homens

e os animais.

7 Quão preciosa é,

ó Deus, a tua benignidade,

pelo que os filhos

dos homens se abrigam

à sombra das tuas asas.

8 Eles se fartarão da gordura da tua casa,

e os farás beber

da corrente

das tuas delícias;

9 Porque em ti está o manancial da vida;

na tua luz veremos a luz.

10 Estende a tua benignidade sobre os que te conhecem,

e a tua justiça

sobre os retos

de coração.

11 Não venha sobre mim o pé dos soberbos,

e não

me mova

a mão

dos ímpios.

12 Ali caem os

que praticam a iniquidade;

cairão,

e não

se poderão levantar.

Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!

Malícia humana e benignidade divina
Ao mestre de canto. De Davi, servo do Senhor

1 Há no coração do ímpio

a voz da transgressão;

não há temor de Deus

diante de seus olhos.

2 Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos

e lhe diz que a sua iniquidade não há de ser descoberta, nem detestada.

3 As palavras de sua boca são malícia e dolo;

abjurou o discernimento e a prática do bem.

4 No seu leito, maquina a perversidade,

detém-se em caminho que não é bom,

não se despega do mal.

5 A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus,

até às nuvens, a tua fidelidade.

6 A tua justiça é como as montanhas de Deus;

os teus juízos, como um abismo profundo.

Tu, Senhor, preservas os homens e os animais.

7 Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade!

Por isso, os filhos dos homens

se acolhem à sombra das tuas asas.

8 Fartam-se da abundância da tua casa,

e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber.

9 Pois em ti está o manancial da vida;

na tua luz, vemos a luz.

10 Continua a tua benignidade aos que te conhecem,

e a tua justiça, aos retos de coração.

11 Não me calque o pé da insolência,

nem me repila a mão dos ímpios.

12 Tombaram os obreiros da iniquidade;

estão derruídos e já não podem levantar-se.

Almeida Revista e Atualizada© Copyright © 1993 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil www.sbb.org.br. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia!

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