1 Assim como o cervo brama pelas correntes das águas,
assim suspira a minha alma
por ti,
ó Deus!
2 A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo;
quando entrarei
e me apresentarei ante a face
de Deus?
3 As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite,
enquanto me dizem
constantemente:
Onde está o
teu Deus?
4 Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma;
pois eu havia ido
com a multidão.
Fui com eles à casa de Deus,
com voz
de alegria
e louvor,
com a multidão
que festejava.
5 Por que estás abatida, ó minha alma,
e por que te perturbas
em mim? Espera
em Deus,
pois ainda o
louvarei pela
salvação da sua
face.
6 Ó meu Deus, dentro de mim a minha alma está abatida;
por isso lembro-me de ti desde a terra do Jordão,
e desde os hermonitas,
desde o pequeno
monte.
7 Um abismo chama outro abismo,
ao ruído das tuas cachoeiras;
todas as tuas ondas
e as tuas vagas têm passado sobre mim.
8 Contudo o Senhor mandará a sua misericórdia de dia,
e de noite
a sua canção estará comigo,
uma oração
ao Deus
da minha vida.
9 Direi a Deus, minha rocha:
Por que te esqueceste
de mim? Por
que ando lamentando
por causa da opressão
do inimigo?
10 Com ferida mortal em meus ossos me afrontam os meus adversários,
quando todo dia
me dizem:
Onde está o
teu Deus?
11 Por que estás abatida, ó minha alma,
e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus,
pois ainda o louvarei,
o qual é
a salvação
da minha face,
e o meu
Deus.
Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!
1 Como suspira a corça
pelas correntes das águas,
assim, por ti, ó Deus,
suspira a minha alma.
2 A minha alma tem sede de Deus,
do Deus vivo;
quando irei e me verei
perante a face de Deus?
3 As minhas lágrimas têm sido o meu alimento
dia e noite,
enquanto me dizem continuamente:
O teu Deus, onde está?
4 Lembro-me destas coisas —
e dentro de mim se me derrama a alma —,
de como passava eu com a multidão de povo
e os guiava em procissão à Casa de Deus,
entre gritos de alegria e louvor,
multidão em festa.
5 Por que estás abatida, ó minha alma?
Por que te perturbas dentro de mim?
Espera em Deus, pois ainda o louvarei,
a ele, meu auxílio e Deus meu.
6 Sinto abatida dentro de mim a minha alma;
lembro-me, portanto, de ti,
nas terras do Jordão, e no monte Hermom,
e no outeiro de Mizar.
7 Um abismo chama outro abismo,
ao fragor das tuas catadupas;
todas as tuas ondas e vagas
passaram sobre mim.
8 Contudo, o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia,
e à noite comigo está o seu cântico,
uma oração ao Deus da minha vida.
9 Digo a Deus, minha rocha:
por que te olvidaste de mim?
Por que hei de andar eu lamentando
sob a opressão dos meus inimigos?
10 Esmigalham-se-me os ossos,
quando os meus adversários me insultam,
dizendo e dizendo:
O teu Deus, onde está?
11 Por que estás abatida, ó minha alma?
Por que te perturbas dentro de mim?
Espera em Deus, pois ainda o louvarei,
a ele, meu auxílio e Deus meu.
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