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Provérbios 30

IRB20

Os ditos de Agur

1 Palavras de Agur, filho de Jaque, o masaíta,

que proferiu este homem a Itiel,

a Itiel e a Ucal:

2 Na verdade eu sou

o mais bruto dos homens,

nem mesmo tenho

o conhecimento de homem.

3 Nem aprendi

a sabedoria,

nem tenho o conhecimento do santo.

4 Quem subiu ao céu

e desceu? Quem encerrou

os ventos nos seus punhos?

Quem amarrou as águas

numa roupa? Quem estabeleceu

todas as extremidades

da terra? Qual é o seu nome?

E qual é o nome de seu filho,

se é que o sabes?

5 Toda a Palavra de Deus é pura;

escudo é para os que

confiam nele.

6 Nada acrescentes

às suas palavras,

para que não te repreenda

e sejas achado mentiroso.

A oração

7 Duas coisas te pedi;

não mas negues,

antes que morra:

8 Afasta de mim a vaidade

e a palavra mentirosa;

não me dês

nem a pobreza

nem a riqueza;

mantém-me do pão da minha porção de costume;

9 Para que, porventura,

estando farto não te negue,

e venha a dizer: Quem é o Senhor? Ou que,

empobrecendo,

não venha a furtar,

e tome o nome de Deus em vão.

Mais provérbios

10 Não acuses o servo

diante de seu senhor,

para que não te amaldiçoe

e tu fiques o culpado.

11 uma geração que

amaldiçoa a seu pai,

e que não bendiz a sua mãe.

12 uma geração que é pura

aos seus próprios olhos,

mas que nunca foi

lavada da sua imundícia.

13 uma geração cujos

olhos são altivos,

e as suas pálpebras

são sempre levantadas.

14 uma geração cujos

dentes são espadas,

e cujas queixadas são facas,

para consumirem da terra os aflitos,

e os necessitados dentre os homens.

15 A sanguessuga tem

duas filhas:

e . Estas três

coisas nunca se fartam;

e com a quarta,

nunca dizem: Basta!

16 A sepultura;

a madre estéril;

a terra que não se farta de água;

e o fogo; nunca dizem: Basta!

17 Os olhos que zombam do pai,

ou desprezam

a obediência à mãe,

corvos do ribeiro os arrancarão

e os filhotes

da águia os comerão.

18 Estas três coisas

me maravilham;

e quatro que não conheço:

19 O caminho da águia no ar;

o caminho da cobra na penha;

o caminho do navio

no meio do mar;

e o caminho do homem

com uma virgem.

20 O caminho da mulher

adúltera é assim: ela come,

depois limpa a sua boca

e diz: Não fiz

nada de mal!

21 Por três coisas se

alvoroça a terra;

e por quatro que não pode suportar:

22 Pelo servo, quando reina;

e pelo tolo, quando vive na fartura;

23 Pela mulher odiosa,

quando é casada;

e pela serva,

quando fica herdeira da sua senhora.

24 Estas quatro coisas são

das menores da terra,

porém bem providas

de sabedoria:

25 As formigas não são um povo forte;

todavia no verão

preparam a sua comida;

26 Os coelhos são um povo débil;

e contudo,

põem a sua casa na rocha;

27 Os gafanhotos não têm rei;

e contudo todos saem,

e em bandos se repartem;

28 A aranha se pendura

com as mãos,

e está nos palácios dos reis.

29 Estes três têm um bom andar,

e quatro passeiam

airosamente;

30 O leão, o mais forte entre os animais,

que não foge de nada;

31 O galgo; o bode também;

e o rei a quem não se pode resistir.

32 Se procedeste loucamente,

exaltando-te,

e se planejaste o mal,

leva a mão à boca;

33 Porque o mexer do leite produz manteiga,

o espremer do nariz produz sangue;

assim o forçar da ira produz contenda.

Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!

1 Parole di Agur, figlio di Iaché.

Massime pronunciate da quest’uomo per Itiel, per Itiel e Ucal.

2 Certo, io sono più ignorante di ogni altro, e non ho l’intelligenza di un uomo. 3 Non ho imparato la sapienza, e non ho la conoscenza del Santo.

4 Chi è salito in cielo e ne è sceso? Chi ha raccolto il vento nel suo pugno? Chi ha racchiuso le acque nella sua veste? Chi ha stabilito tutti i confini della terra? Qual è il suo nome e il nome di suo figlio? Lo sai tu?

5 Ogni parola di Dio è affinata con il fuoco. Egli è uno scudo per chi confida in lui. 6 Non aggiungere nulla alle sue parole, perché egli non ti debba rimproverare e tu sia trovato bugiardo.

7 Io ti ho chiesto due cose: non me le rifiutare, prima che io muoia: 8 allontana da me vanità e parola bugiarda; non mi dare povertà ricchezze, cibami del pane che mi è necessario, 9 affinché io, essendo sazio, non arrivi a rinnegarti e a dire: "Chi è l’Eterno?" oppure, diventato povero, non rubi e profani il nome del mio Dio.

10 Non calunniare il servo presso il suo padrone, perché egli non ti maledica e tu debba subirne la pena.

11 C’è una razza di gente che maledice suo padre e non benedice sua madre. 12 C’è una razza di gente che si crede pura e non è lavata dalla sua lordura. 13 C’è una razza di gente che ha gli occhi molto alteri e le palpebre superbe. 14 C’è una razza di gente i cui denti sono spade e i molari coltelli, per divorare del tutto i miseri sulla terra e i bisognosi fra gli uomini.

15 La sanguisuga ha due figlie che dicono: "Dammi, dammi!". Ci sono tre cose che non si saziano mai, anzi quattro, che non dicono mai: "Basta!". 16 Il soggiorno dei morti, il grembo sterile, la terra che non si sazia di acqua e il fuoco che non dice mai: "Basta!".

17 L’occhio di chi si fa beffe del padre e non si degna di ubbidire alla madre, lo caveranno i corvi del torrente, lo divoreranno gli aquilotti.

18 Ci sono tre cose per me troppo meravigliose; anzi quattro, che io non capisco: 19 la traccia dell’aquila nell’aria, la traccia del serpente sulla roccia, la traccia della nave in mezzo al mare, la traccia dell’uomo nella giovane.

20 Tale è la condotta della donna adultera: essa mangia, si pulisce la bocca, e dice: "Non ho fatto nulla di male!".

21 Per tre cose la terra trema, anzi per quattro, che non può sopportare: 22 per un servo quando diventa re, per un uomo da nulla quando ha pane a sazietà, 23 per una donna, mai chiesta, quando giunge a maritarsi e per una serva quando diventa erede della padrona.

24 Ci sono quattro animali fra i più piccoli della terra, e tuttavia pieni di saggezza: 25 le formiche, popolo senza forze, che si preparano il cibo durante l’estate; 26 gli iraci, popolo non potente, che fissano la loro dimora nelle rocce; 27 le locuste, che non hanno re, e procedono tutte divise per schiere; 28 la lucertola, che puoi prendere con le mani, eppure si trova nei palazzi dei re.

29 Queste tre creature hanno una bella andatura, anche queste quattro hanno un passo magnifico: 30 il leone, che è il più forte degli animali e non indietreggia davanti a nessuno; 31 il cavallo dai fianchi serrati, il capro, e il re alla testa dei suoi eserciti.

32 Se hai agito follemente cercando di innalzarti, o se hai pensato del male, mettiti la mano sulla bocca; 33 perché, come chi sbatte la panna ne fa uscire il burro, chi schiaccia il naso ne fa uscire il sangue, così chi spreme l’ira ne fa uscire contese.

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