1 Para onde foi o teu amado,
ó mais formosa entre as mulheres?
Para onde se retirou o teu amado,
para que o busquemos
contigo?
2 O meu amado desceu
ao seu jardim,
aos canteiros de bálsamo,
para apascentar nos jardins
e para colher os lírios.
3 Eu sou do meu amado,
e o meu amado é meu;
ele apascenta entre os lírios.
4 Formosa és, meu amor,
como Tirza,
aprazível como Jerusalém,
terrível como um exército
com bandeiras.
5 Desvia de mim os teus olhos,
porque eles me dominam.
O teu cabelo é como
o rebanho das cabras
que aparecem em Gileade.
6 Os teus dentes são como
o rebanho de ovelhas
que sobem do lavadouro,
e das quais todas produzem gêmeos,
e não há estéril entre elas.
7 Como um pedaço de romã,
assim são as tuas faces
entre os teus cabelos.
8 Sessenta são as rainhas,
e oitenta as concubinas,
e as virgens sem número;
9 Porém uma é a minha pomba,
a minha imaculada,
a única de sua mãe,
e a mais querida daquela
que a deu à luz;
viram-na as filhas
e chamaram-na bem-aventurada,
as rainhas e as concubinas
louvaram-na.
10 Quem é esta que aparece
como a alva do dia,
formosa como a lua,
brilhante como o sol,
terrível como um exército
com bandeiras?
11 Desci ao jardim das nogueiras,
para ver os frutos do vale,
a ver se floresciam as vides
e brotavam as romãzeiras.
12 Antes de eu o sentir,
me pôs a minha alma nos carros
do meu nobre povo.
13 Volta, volta, ó Sulamita,
volta, volta, para que nós
te vejamos.
Por que olhais para a Sulamita
como para as fileiras
de dois exércitos?
Almeida Corrigida Fiel | acf ©️ 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a SBTB. A Missão da SBTB é: Uma cópia da Bíblia Fiel ®️ para cada pessoa. Ajude-nos a cumprir nossa Missão!
1 Ó mais formosa entre as mulheres,
para onde foi o teu amado?
Estamos dispostas a ir procurá-lo contigo.
2 O meu amor desceu ao seu jardim,
aos canteiros de bálsamo,
para apascentar os seus rebanhos e colher lírios.
3 Eu sou do meu amado
e o meu amado é meu.
Ele apascenta o seu rebanho entre os lírios!
4 Ó minha querida, és tão bela!
Tão encantadora como a terra de Tirza!
Sim, tão bela como Jerusalém!
A tua beleza conquistou-me,
como se se tratasse dum exército imponente.
5 Desvia de mim os teus olhos,
porque eles me perturbam!
O teu cabelo, emoldurando-te o rosto,
é como um rebanho de cabras pastando em Gileade.
6 Os teus dentes são como um rebanho de ovelhas recém-lavadas,
Todas elas têm gémeos;
não há estéreis entre elas.
7 Como duas metades de romã,
assim são as tuas faces, escondidas atrás do teu véu.
8 Sessenta são as rainhas,
oitenta as concubinas,
as virgens não têm conta.
9 Mas tu, minha pomba, és única entre elas!
És perfeita, não tens rival!
As mulheres de Jerusalém ficaram encantadas, quando te viram,
e até as rainhas e as concubinas te louvam.
10 Quem é esta que aparece como a alva do dia,
formosa como a Lua,
pura como o Sol,
incondicionalmente conquistadora?
11 Desci até ao bosque das nogueiras,
fui até ao vale para ver os novos frutos ali,
para ver se floresciam as vides
e se já brotavam as romeiras.
12 Mas antes de me dar conta disso,
os meus pensamentos já me haviam sentado
no carro com o meu príncipe.
13 Volta, volta, ó sulamita!
Regressa para que possamos ver-te outra vez!
Porque querem olhar para uma simples rapariga de Sulam,
como para uma dança de Maanaim?