1Filho meu, atende a minha sabedoria;à minha inteligência inclina os ouvidos
4mas o fim dela é amargoso como o absinto,agudo, como a espada de dois gumes.
20Por que, filho meu, andarias cego pela estranhae abraçarias o peito de outra?
228 resultados encontrados
1Filho meu, atende a minha sabedoria;à minha inteligência inclina os ouvidos
4mas o fim dela é amargoso como o absinto,agudo, como a espada de dois gumes.
20Por que, filho meu, andarias cego pela estranhae abraçarias o peito de outra?
34Podes levantar a tua voz até às nuvens,para que a abundância das águas te cubra?
37Quem pode numerar com sabedoria as nuvens?Ou os odres dos céus, quem os pode despejar,
39Caçarás, porventura, a presa para a leoa?Ou saciarás a fome dos leõezinhos,
22Porque estou aflito e necessitadoe, dentro de mim, sinto ferido o coração.
26Socorre, Senhor, Deus meu!Salva-me segundo a tua misericórdia.
30Muitas graças darei ao Senhor com os meus lábios;louvá-lo-ei no meio da multidão;
16Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro!E mais excelente, adquirir a prudência do que a prata!
20O que atenta para o ensino acha o bem,e o que confia no Senhor, esse é feliz.
21O sábio de coração é chamado prudente,e a doçura no falar aumenta o saber.
3Porventura, não terão fim essas palavras de vento?Ou que é que te instiga para responderes assim?
5poderia fortalecer-vos com as minhas palavras,e a compaixão dos meus lábios abrandaria a vossa dor.
16O meu rosto está todo afogueado de chorar,e sobre as minhas pálpebras está a sombra da morte,
4Irai-vos e não pequeis;consultai no travesseiro o coração e sossegai.
5Oferecei sacrifícios de justiçae confiai no Senhor.
6Há muitos que dizem: Quem nos dará a conhecer o bem?Senhor, levanta sobre nós a luz do teu rosto.
25Oh! Como são persuasivas as palavras retas!Mas que é o que repreende a vossa repreensão?
26Acaso, pensais em reprovar as minhas palavras,ditas por um desesperado ao vento?
27Até sobre o órfão lançaríeis sortee especularíeis com o vosso amigo?
11Quem conhece o poder da tua ira?E a tua cólera, segundo o temor que te é devido?
13Volta-te, Senhor! Até quando?Tem compaixão dos teus servos.
15Alegra-nos por tantos dias quantos nos tens afligido,por tantos anos quantos suportamos a adversidade.
11Confiarás nele, por ser grande a sua força,ou deixarás a seu cuidado o teu trabalho?
12Fiarás dele que te traga para a casa o que semeastee o recolha na tua eira?
13O avestruz bate alegre as asas;acaso, porém, tem asas e penas de bondade?
8Oh! Provai e vede que o Senhor é bom;bem-aventurado o homem que nele se refugia.
12Quem é o homem que ama a vidae quer longevidade para ver o bem?
18Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantadoe salva os de espírito oprimido.
15Sobrevieram-me pavores,como pelo vento é varrida a minha honra;como nuvem passou a minha felicidade.
26Aguardava eu o bem, e eis que me veio o mal;esperava a luz, veio-me a escuridão.
28Ando de luto, sem a luz do sol;levanto-me na congregação e clamo por socorro.
1Na tua força, Senhor, o rei se alegra!E como exulta com a tua salvação!
7O rei confia no Senhore pela misericórdia do Altíssimo jamais vacilará.
13Exalta-te, Senhor, na tua força!Nós cantaremos e louvaremos o teu poder.
2Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados,como nos dias em que Deus me guardava!
18Eu dizia: no meu ninho expirarei,multiplicarei os meus dias como a areia.
23Esperavam-me como à chuva,abriam a boca como à chuva de primavera.
1Aleluia!De todo o coração renderei graças ao Senhor,na companhia dos justos e na assembleia.
5Dá sustento aos que o temem;lembrar-se-á sempre da sua aliança.
10O temor do Senhor é o princípio da sabedoria;revelam prudência todos os que o praticam.O seu louvor permanece para sempre.
2Até quando andarás à caça de palavras?Considera bem, e, então, falaremos.
7os seus passos fortes se estreitarão,e a sua própria trama o derribará.
10A corda está-lhe escondida na terra,e a armadilha, na vereda.
7Não te lembres dos meus pecados da mocidade, nem das minhas transgressões.Lembra-te de mim, segundo a tua misericórdia,por causa da tua bondade, ó Senhor.
13Na prosperidade repousará a sua alma,e a sua descendência herdará a terra.
21Preservem-me a sinceridade e a retidão,porque em ti espero.
10Abaixa-se, rasteja;em seu poder, lhe caem os necessitados.
12Levanta-te, Senhor! Ó Deus, ergue a mão!Não te esqueças dos pobres.
17Tens ouvido, Senhor, o desejo dos humildes;tu lhes fortalecerás o coração e lhes acudirás,
12Mas onde se achará a sabedoria?E onde está o lugar do entendimento?
13O homem não conhece o valor dela,nem se acha ela na terra dos viventes.
18ela faz esquecer o coral e o cristal;a aquisição da sabedoria é melhor que a das pérolas.
1Cantarei a bondade e a justiça;a ti, Senhor, cantarei.
2Atentarei sabiamente ao caminho da perfeição.Oh! Quando virás ter comigo?Portas a dentro, em minha casa,terei coração sincero.
6Os meus olhos procurarão os fiéis da terra,para que habitem comigo;o que anda em reto caminho,esse me servirá.
16Por que olhais com inveja, ó montes elevados,o monte que Deus escolheu para sua habitação?O Senhor habitará nele para sempre.
19Bendito seja o Senhor que, dia a dia, leva o nosso fardo!Deus é a nossa salvação.
31Príncipes vêm do Egito;a Etiópia corre a estender mãos cheias para Deus.