Totalmente confiável!
1 No Senhor confio; como dizeis à minha alma: Fugi para a vossa montanha como pássaro?
A confiança é uma das marcas da vida de quem serve a Deus. Não se trata apenas de crença ou prática religiosa, mas de um relacionamento profundo que nos leva a depositar n'Ele toda a nossa confiança. Nada deve limitar essa entrega, pois Deus é absolutamente confiável.
Os ímpios exigem provas da existência de Deus. Querem vê-Lo, tocá-Lo e submetê-Lo aos critérios da razão humana. Porém, nós, que confiamos no Senhor, não dependemos dessas evidências para crer. A fé que recebemos nos dá a convicção de que Deus está atento às nossas necessidades e empenhado em cuidar de nós (1 Pedro 5:7).
A confiança em Deus fortalece a nossa fé e nos mantém firmes diante das adversidades. Ainda que enfrentemos provações ou perseguições que tentem nos desanimar, basta lembrarmos do grande amor demonstrado na cruz, quando Deus entregou Seu Filho para morrer por nós. Essa verdade renova nossas forças e fortalece nossa esperança. Quem confia no Senhor jamais será abalado (Salmo 125:1).
Sabemos que nem sempre é fácil nos sentir seguros. Há momentos em que as dificuldades são tão intensas que despertam medo e insegurança. Nessas horas, podemos ser tentados a desanimar. Mas Deus, rico em misericórdia, nos fortalece e nos sustenta, tornando-nos resistentes e perseverantes.
Quando as aflições parecerem profundas demais e ameaçarem roubar a sua esperança, não se entregue ao desespero nem permita que o medo domine o seu coração. Mesmo que tudo pareça incerto, lembre-se de que Deus continua no controle. Entregue o seu caminho ao Senhor, confie n'Ele e permita que Ele conduza a sua vida (Salmo 37:5).
Deus lhe abençoe!
“Fé é uma confiança viva e ousada na graça de Deus, tão certa que alguém estaria disposto a morrer mil vezes por ela. Essa confiança produz alegria, coragem e disposição diante de Deus e de todas as criaturas. Ela é uma obra do Espírito Santo e não pode ser separada das boas obras, assim como a luz não pode ser separada do fogo.” - Martinho Lutero