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Devocional Diário

12
Sábado
Set

O extremo esforço do amor

Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.

Dizer que o cristão deve praticar o amor ao próximo é quase uma redundância, já que o Deus que servimos é amor; e o amor a ele e ao próximo é um conceito fundamental da fé cristã. Nos Evangelhos, nas Epístolas e até mesmo no Antigo Testamento, vemos o amor de Deus conduzindo corações a amar também (Mateus 22:37-39).

O amor não é apenas um sentimento pueril, alimentado por arroubos de paixão e atitudes vazias de agrado. O amor, segundo depreendemos das Escrituras, é demonstrado por uma atitude sacrificial de entrega a Deus e de serviço aos irmãos. Amar também significa abrir mão de nós mesmos em benefício do próximo (Romanos 12:10).

Mas o amor cristão, apesar de não se confundir com paixão carnal, é profundo em suas atitudes em favor do próximo. O grande exemplo vem do próprio Deus e de seu Filho, Cristo Jesus, que chegou ao extremo de dar a própria vida em sacrifício para resgatar todos os que creem nele. Os discípulos, uma vez capacitados pelo Espírito Santo, também foram exemplos de amor abnegado, enfrentando perseguições e até a morte para levar a palavra da salvação a tantos quantos puderam alcançar. A história da Igreja também registra inúmeros exemplos de cristãos que demonstraram amor a Deus e ao próximo, permanecendo firmes em uma luta que não é contra pessoas, mas pela fé e pelo evangelho (2 Timóteo 4:7).

Quando Paulo enfatiza que é bom evitar fazer coisas que levem os irmãos ao tropeço, ao escândalo ou ao enfraquecimento, ele demonstra até onde o amor deve nos levar. Mesmo em pequenas coisas, que parecem não ter importância, o amor deve ser demonstrado por meio do zelo pela vida espiritual dos nossos irmãos.

Deus lhe abençoe!

“Se tirarmos de nossas ações o amor, que é o elemento essencial de tudo, elas se tornarão semelhantes a um carro sem rodas, um trem sem máquinas, um avião sem asas, uma casa sem alicerces.” (Charles Rozel Swindoll)

ORE: Deus de Amor, queremos aprender contigo a amar como tu amas; esse amor que não poupou nem mesmo o teu próprio Filho, entregando-o por amor a nós. Sabemos que, por nós mesmos, não conseguiremos; mas, com o teu amor em nós, poderemos amar. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

AMANDA BEATRIZ FAGUNDES DOS SANTOS SILVESTRE
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Prévia de Amanhã

A maior demonstração de força

O texto analisa o conceito bíblico de verdadeira força na vida cristã, que consiste em suportar e fortalecer os fracos conforme o exemplo de Cristo.
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Devocional de Ontem

11
Sexta
Set

Pacificar e edificar

Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros.

A fé cristã não combina com relacionamentos conflituosos. Todas as vezes que o cristianismo entrou em conflitos com outros grupos humanos, saiu extremamente debilitado. Isso não quer dizer que os cristãos devam aceitar passivamente todas as coisas (1 Tessalonicenses 5:21). Também não significa que, nos conflitos provocados contra os cristãos, haja necessariamente culpa ou dolo da nossa parte (Mateus 5:11,12). Há situações em que os cristãos precisam, sim, se posicionar com firmeza e seriedade, mas sempre procurando fazer isso com mansidão e buscando promover a paz (Romanos 12:18).

A Igreja de Cristo Jesus é edificada sobre alicerces de paz. Isso parece contraditório quando examinamos a história e vemos quantas situações de luta e perseguição os cristãos têm enfrentado ao longo dos séculos. O próprio Cristo Jesus, enquanto esteve fisicamente na Terra, foi sistematicamente perseguido, caluniado e sofreu toda sorte de oposição (João 5:18-26). Entretanto, nenhuma das adversidades que ele enfrentou foi causada por sua iniciativa ou por seu comportamento. Ele é o Príncipe da Paz; isso, por si só, já demonstra o quanto se opõe a comportamentos beligerantes entre o seu povo (Isaías 9:6).

Os cristãos são assemelhados a pedras vivas, que compõem o grandioso edifício espiritual de Deus (1 Pedro 2:5). Somos edificados e unidos pelo Espírito Santo, nosso Consolador Divino (Romanos 8:11). Essa interação, fortalecida pelo amor de Deus em nossos corações, contribui para a edificação de uma comunidade marcada pela paz de Deus, que excede todo o entendimento (Filipenses 4:7).

Trabalhemos incansavelmente pela paz, buscando uma vida harmoniosa com os nossos irmãos e uma vida quieta e sossegada neste mundo.

Deus lhe abençoe!

“Estar em paz é estar em Deus. A paz sem Deus não passa de breves momentos de sossego. A paz com Deus é a quietude da comunhão com ele e com nossos irmãos.” (Aureliano Jr.)

ORE: Poderoso Deus de Paz, queremos receber de ti um espírito pacificador e um coração edificador. Mostra-nos o caminho da paz e ajuda-nos a trilhá-lo até o fim. Livra-nos de termos um espírito belicoso e agressivo, que em nada contribui para o crescimento do teu Reino. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

Ana Paula Pereira da Silva (Ana Silva)Rosilene Prados
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152 deram Amém
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Devocional de Anteontem

10
Quinta
Set

Coando mosquitos, engolindo camelos

A liberdade e o amor

Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Eu sei e estou certo, no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda. Mas, se por causa da comida se contrista teu irmão, não andas conforme o amor. Não destruas por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu. Não seja, pois, blasfemado o vosso bem; porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens.

É impressionante o tempo que perdemos quando nos ocupamos em discutir pequenas coisas que em nada contribuem para o nosso crescimento espiritual. Além disso, ferimos o nosso irmão quando o julgamos por detalhes que dizem respeito à sua própria vida, quando deveríamos orar por ele e ampará-lo com amor (Tiago 5:16). Gastamos uma preciosa quantidade de energia nessas discussões sobre o que comer, o que vestir e o que fazer, gerando, muitas vezes, conflitos desnecessários e até afastando o nosso irmão da comunhão e do amor de Deus por causa da nossa atitude julgadora (Mateus 7:1-5).

Jesus, quando teve a oportunidade de ser julgado segundo os padrões humanos, afirmou: “Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo” (João 8:15). E declarou que, se julgasse, seu julgamento seria justo, pois não julgaria sozinho, mas com o Pai, que o enviou (João 8:16). Ele demonstrou isso quando, certa vez, lhe trouxeram uma mulher que havia cometido adultério. Os acusadores a levaram até ele para que fosse condenada. Mas Jesus, misericordiosamente, disse: “Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais” (João 8:10,11).

Não devemos ocupar o nosso tempo coando mosquitos ou engolindo camelos (Mateus 23:24), gastando nossas energias em discussões que não nos edificam e ainda podem prejudicar o nosso irmão. Fomos chamados para abençoar, e não para condenar (Romanos 12:14).

Deus lhe abençoe!

“Os rudes entalhes da repreensão têm o único objetivo de nos colocar no prumo, para que sejamos utilizados no edifício celestial” (D. L. Moody).

ORE: Pai, ensina-nos a ocupar o nosso tempo na adoração e no serviço a ti e a gastar as nossas energias no amor ao próximo. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

Michele RibeiroMaria um nome lindo
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