Inocentes!
A nova vida debaixo da graça, segundo o espírito de santidade e adoção
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.
Não há mais condenação! Fomos absolvidos! Aquele que tem o poder para nos condenar decidiu nos declarar justos. Que notícia maravilhosa! Nós, que antes traímos o nosso Criador ao escolher viver separados dele; nós, que fomos condenados pela Lei por causa dos nossos pecados; nós, que, mesmo diante de inúmeras oportunidades de buscar a Deus, descobrimos que jamais conseguiríamos alcançar a justiça por nossos próprios esforços. Nós, que tantas vezes rejeitamos o chamado do Senhor Jesus. Fomos buscados pelo Deus que nos criou e contra quem pecamos (João 1:11,12)!
A nossa impagável dívida para com a justiça divina foi totalmente quitada. E quem pagou um preço tão alto, impossível de ser saldado por qualquer ser humano? O próprio Deus, o ofendido, que também é o Juiz, o Legislador e aquele que estabeleceu uma Nova Aliança, oferecendo reconciliação a todos os que se arrependem.
A mensagem do Evangelho não é: "Paguem a dívida!", nem "Sofram a punição!", muito menos: "A sentença condenatória já foi proferida!". O anúncio que ecoa do Reino de Deus é: "Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus" (Mateus 4:17). Além do chamado ao arrependimento, Deus oferece perdão, uma nova identidade e cidadania em seu Reino eterno (1 Pedro 2:9).
É impossível não se emocionar diante de uma notícia tão gloriosa! Estávamos caminhando para a condenação eterna por causa dos nossos próprios pecados. O inferno seria o nosso destino. Mas Deus, em sua infinita misericórdia, enviou Cristo para satisfazer a sua justiça e transformar a nossa história. Hoje, os que estão em Cristo já não vivem debaixo de condenação, mas desfrutam da esperança da salvação (Lucas 19:10).
Deus lhe abençoe!
"Inocência é o banho que tira toda a sujeira que nós mesmos provocamos, usando a água límpida e pura que brota da fonte do tribunal que nos condenaria." (Aureliano Jr.)