O poder do perdão
12 Bize karşı suç işleyenleri bağışladığımız gibi, Sen de bizim suçlarımızı bağışla.
Perdoar (do latim perdonare, “dar totalmente”) é o ato pelo qual um ofendido libera um culpado, tendo como condições o arrependimento, a confissão e o abandono do erro. É uma das mais elevadas atitudes que se pode ter diante do mal sofrido, pois abre as portas da reconciliação, restaura os laços de relacionamento e renova os compromissos de amor e fidelidade.
Perdoar não é esquecer; isso seria amnésia. O perdão é a lembrança da ofensa sem a dor da mágoa. Perdoar é carregar a cicatriz da ferida que causou sofrimento, mas que foi curada e agora não dói mais. É lembrar sem cobrar, mantendo-se atento e vigilante para não repetir os mesmos erros (Provérbios 28:13).
Perdoar não é fácil. Abrir mão da vingança e da exigência de reparação pelo erro não é possível sem que o próprio Espírito Santo atue como intermediário, convencendo o culpado de seu erro e sensibilizando a vítima quanto ao seu dever de liberar o perdão. Entretanto, muito mais difícil do que perdoar é pedir perdão, pois um pedido de perdão não se limita a uma forma educada de se aproximar das pessoas, mas envolve o reconhecimento sincero de que um erro foi cometido e que é necessário haver reconciliação.
Deus nos deu o exemplo do verdadeiro perdão ao abrir o caminho para o Seu Reino, permitindo que Seu Filho Jesus pagasse pelas ofensas que cometemos contra Ele. O perdão de Deus é tão pleno que Ele afirma que não se lembrará mais dos pecados perdoados, ou seja, não nos cobrará por eles. Nossas iniquidades são lançadas no esquecimento, como nas profundezas do mar (Miqueias 7:18-19).
Portanto, não importa o tamanho das ofensas que você venha a sofrer: perdoe. Mesmo que o ofensor não reconheça o erro, libere o perdão e siga em frente. Liberte-se de mágoas e rancores que apenas adoecem a alma e roubam a paz. Assim como Deus lhe perdoou por meio de Cristo Jesus, perdoe e experimente uma vida vitoriosa.
Deus lhe abençoe!
“Nada encoraja tanto o pecador quanto o perdão.” — William Shakespeare