TOLERAR PARA SER TOLERADO
Den Schwachen im Glauben aber nehmet auf, doch nicht zur Entscheidung zweifelhafter Fragen. Einer glaubt, er dürfe alles essen; der Schwache aber ißt Gemüse. Wer ißt, verachte den nicht, der nicht ißt; und wer nicht ißt, richte den nicht, der ißt; denn Gott hat ihn aufgenommen.
A vida cristã nos impõe um zelo extremado com a santidade e a pureza. A Fé Cristã é de fato uma prática de cultivo de virtudes, que devem ser perseguidas por meio da obediência à Palavra de Deus. Esse exercício diário de mortificação de si mesmo, e rejeição do erro, muitas vezes torna o cristão exigente consigo mesmo, e também com as pessoas que lhe rodeiam. Às vezes essas exigências se extremam a ponto de causar conflitos entre irmãos e intolerância com os que são de fora.
É comum nos depararmos com situações em que irmãos de comunidades cristãs diferentes acabam se digladiando por causa da cosmovisão e das idiossincrasias adquiridas pela convivência com uma teologia específica. A internet está abarrotada, a não mais poder, de grupos, canais, vídeos, comunidades, sites e blogs, onde se vê cristãos tendo atitudes intempestivas, fazendo comentários violentos, movidos pelo zelo à sua fé, mas, também, pelo orgulho em relação ao seu modo de ver o Cristianismo (1 Coríntios 3:4).
Esse tipo de comportamento não agrada a Deus! Fomos chamados para praticar o Novo Mandamento de Cristo Jesus, isto é, amar a Deus acima de tudo, e ao próximo como a nós mesmos (João 3:34,35). Isso não significa concordar em tudo com os outros, ou aceitar aquilo que sob nossa ótica cristã é inadequado. Também não quer dizer que tenhamos que conviver com ensinos diametralmente contrários à fé cristã que professamos. Mas, que devemos amar uns aos outros, independentemente do modo que como próximo vê a vida. Se questionados, ou confrontados com relação à nossa cosmovisão, devemos responder como nos recomendou Pedro: com mansidão (1 Pedro 3:15). Pratiquemos o fruto do Espírito, e amemo-nos uns aos outros!
Deus lhe abençoe!
“Tolerância não é aprovação do erro, mas respeito ao diferente" (Aureliano Jr).