Força na fraqueza
7 E perché io non avessi ad insuperbire a motivo della eccellenza delle rivelazioni, mè stata messa una scheggia nella carne, un angelo di Satana, per schiaffeggiarmi ondio non insuperbisca.8 Tre volte ho pregato il Signore perché lallontanasse da me;9 ed egli mi ha detto: La mia grazia ti basta, perché la mia potenza si dimostra perfetta nella debolezza. Perciò molto volentieri mi glorierò piuttosto delle mie debolezze, onde la potenza di Cristo riposi su me.10 Per questo io mi compiaccio in debolezze, in ingiurie, in necessità, in persecuzioni, in angustie per amor di Cristo; perché, quando son debole, allora sono forte.
Nas Escrituras, o cristão é comparado a um vaso. E, por sua própria natureza, um vaso só tem utilidade quando está vazio, para que possa ser preenchido. Esse é o conceito da graça de Deus: primeiro, ela nos esvazia de nós mesmos para que, então, possamos ser cheios dela (Gálatas 2:20).
E como isso acontece? Deus permite que o nosso ego seja quebrado por meio das lutas, provações e sofrimentos. Se apenas a glória se manifestasse em nós, e jamais fôssemos submetidos à cruz de Cristo, correríamos o risco de nos tornarmos autossuficientes em nossa fé. Algumas teologias modernas chegam a sugerir, ainda que de forma sutil, que Deus depende de nós, e não nós d’Ele. No entanto, não podemos esquecer que tudo o que Deus fez por nós foi por amor. Ainda somos totalmente dependentes da Sua graça e imerecedores de Sua bondade (Efésios 2:8-9).
Precisamos enxergar as lutas, provações e sofrimentos enfrentados por amor a Cristo sob uma perspectiva espiritual: eles também são instrumentos de crescimento e aperfeiçoamento. Isso não significa que o sofrimento seja o plano ideal de Deus para nós, pois Ele sempre deseja o nosso bem. Contudo, quando passarmos por aflições, não devemos perder o ânimo nem nos desesperar, porque Cristo venceu o mundo. E, se Ele venceu, também somos vencedores por meio d’Ele (João 16:33).
Deus lhe abençoe!
Se a graça é favor imerecido, ela se aperfeiçoa em nós quando sofremos o que merecemos para desfrutar do que não merecemos. (Aureliano Jr.)