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Devocional Diário

24
sexta-feira
jul

Temor que renova

But I am like a green olive tree in the house of God: I trust in the mercy of God for ever and ever.

As Escrituras nos ensinam a temer a Deus. Esse é o princípio da sabedoria (Salmo 111:10), o dever de todo ser humano (Eclesiastes 12:13) e uma marca daqueles que desejam viver em comunhão com o Senhor. Quem teme a Deus experimenta as suas bênçãos e vê a sua fidelidade alcançar também a sua descendência (Deuteronômio 5:29). Não haverá quem, um dia, não reconheça a sua grandeza e o tema (Apocalipse 15:4). O próprio Deus deu testemunho do temor de Jó (Jó 1:8). Temer ao Senhor é reconhecer o seu senhorio, reverenciar o seu nome e submeter-se à sua vontade.

Mas o que significa temer a Deus? Será que isso significa viver com medo dele? As Escrituras revelam um Deus amoroso, bondoso, paciente, rico em graça e infinito em misericórdia. Por isso, o temor do Senhor não é um medo paralisante, mas uma reverência profunda diante da sua santidade. Ao mesmo tempo, esse temor nos leva a desejar não entristecê-lo, pois ele é santo, justo e reto. Deus não inocenta o culpado sem arrependimento e exercerá a sua justiça com perfeita imparcialidade, julgando cada pessoa segundo as suas obras (Apocalipse 14:7).

O temor do Senhor deve ser o impulso que nos conduz a viver de maneira que o agrade. Ele ama a verdade e rejeita a mentira. Chama-nos à santidade e nos convida a andar segundo a sua boa, perfeita e agradável vontade. Temer a Deus é abandonar a antiga maneira de viver para produzir frutos que o glorifiquem, aceitando também a sua correção, pois ele disciplina aqueles que ama (Hebreus 12:6).

Temer a Deus é viver consciente da sua grandeza, da sua soberania e do seu poder. Quando colocamos o Senhor acima de todas as coisas, deixamos de viver dominados pelo medo dos homens, porque sabemos que ele cuida daqueles que o temem e os guarda de todo o mal (Salmo 34:7).

Deus lhe abençoe!

"O que seria de nós sem Deus, diante do mal, senão o próprio mal em sua essência?" (Aureliano Jr.)

ORE: Pai, renova-nos dia após dia, apesar das ameaças e das dificuldades que enfrentamos neste mundo. Que permaneçamos firmes no temor do Senhor. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

Beatriz Cristofolini PadilhaJussilei Bernardes
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Devocional de Ontem

23
quinta-feira
jul

O poder da confissão

Against thee, thee only, have I sinned, and done this evil in thy sight: that thou mightest be justified when thou speakest, and be clear when thou judgest.

Confessar é admitir a responsabilidade por um ato cometido. Dizemos "responsabilidade" porque nem toda confissão envolve culpa. Quando confessamos que Jesus Cristo é o Senhor, por exemplo, não estamos reconhecendo um pecado, mas declarando publicamente que ele exerce o seu senhorio sobre a nossa vida. Porém, quando pecamos e confessamos isso a Deus, reconhecemos a nossa culpa e buscamos o seu perdão (Provérbios 28:13).

Davi escreveu o Salmo 51 depois de adulterar com Bate-Seba, esposa de Urias, um dos seus valentes, e de arquitetar um plano para que Urias morresse na batalha. Com isso, pretendia tomar Bate-Seba como esposa e esconder o seu próprio pecado (2 Samuel 11:27).

O pecado de Davi ofendeu profundamente a Deus, mas também revelou a ilusão de pensar que poderia esconder o seu erro do Senhor. Como rei, ele tinha muito a perder caso tudo viesse à tona. Durante um tempo, permaneceu em silêncio e seguiu a vida como se nada tivesse acontecido. Entretanto, Deus, que tudo vê, confrontou Davi por meio do profeta Natã e o levou ao arrependimento. O Senhor ouviu aquilo que esperava: uma confissão sincera, sem desculpas, sem justificativas e sem transferir a culpa para outras pessoas. Diante desse arrependimento genuíno, Deus o perdoou e restaurou a sua comunhão com ele (Salmo 32:5).

A confissão é um poderoso instrumento de restauração espiritual. Quando confessamos os nossos pecados a Deus, reconhecemos a nossa condição e dependência da sua graça. O pecado, que faz separação entre nós e Deus, é perdoado graças ao sacrifício de Cristo Jesus. Ainda que permaneçam algumas consequências naturais dos nossos erros, a nossa comunhão com Deus é restaurada, somos purificados e continuamos a viver como novas criaturas em Cristo (1 João 1:9).

Não viva preso às culpas do passado. Confesse os seus pecados a Deus, receba o seu perdão e desfrute novamente da alegria da comunhão com ele.

Deus lhe abençoe!

"Confessar o pecado é como espremer um abscesso: apesar da dor, o alívio que vem depois compensa." (Aureliano Jr.)

ORE: Deus misericordioso, confessamos que somos pecadores e totalmente dependentes do teu perdão. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

João PauloPatricia Santos
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Devocional de Anteontem

22
quarta-feira
jul

O sacrifício que glorifica a Deus

Whoso offereth praise glorifieth me: and to him that ordereth his conversation aright will I shew the salvation of God.

Sacrificar é oferecer algo a Deus como expressão de adoração. No Antigo Testamento, os sacrifícios estavam intimamente ligados ao derramamento de sangue para a expiação dos pecados, conforme a aliança estabelecida por Deus com Israel. Por isso, ao longo do tempo, a palavra "sacrifício" passou a ser frequentemente associada à morte. Tanto que, quando um animal é abatido, costuma-se dizer que ele foi sacrificado, embora, na maioria das vezes, isso não tenha qualquer relação com um ato de culto.

Os sacrifícios da Antiga Aliança tinham um propósito pedagógico e apontavam para o sacrifício perfeito de Cristo Jesus na cruz em nosso favor. Eram temporários e imperfeitos, oferecidos por sacerdotes igualmente pecadores. O sacrifício de Cristo, porém, foi único, perfeito e suficiente para sempre (1 Pedro 3:18).

Depois que Cristo se ofereceu como sacrifício perfeito por todos os que o recebem como Senhor e Salvador, os antigos sacrifícios de animais deixaram de ser necessários. Agora, nós, que fazemos parte do Corpo de Cristo, somos chamados a oferecer a nossa vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, por meio do culto racional (Romanos 12:1). Também somos exortados a apresentar continuamente um sacrifício de louvor, que é o fruto dos nossos lábios (Hebreus 13:15). Em Cristo, fomos constituídos sacerdócio real (1 Pedro 2:9), capacitados para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus (1 Pedro 2:5), demonstrados por uma vida de obediência, adoração e serviço. Até mesmo a morte do cristão fiel é apresentada nas Escrituras como uma oferta derramada diante do Senhor, acompanhada da esperança da coroa da justiça (2 Timóteo 4:6-8; Filipenses 4:18).

Seja para Deus um sacrifício vivo, santo e agradável. Entregue diariamente a sua vida ao Senhor, para que a glória dele seja refletida por meio de você.

Deus lhe abençoe!

"O simples fato de Deus ter considerado, no passado, o cheiro da carne queimada de animais agradável já é suficiente para mostrar o quanto ele sempre foi misericordioso com o seu povo." (Aureliano Jr.)

ORE: Senhor Deus, recebe o nosso culto, o nosso louvor e a nossa adoração como sacrifícios agradáveis a ti. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

Rosangela NeryMayra Silva
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1

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2

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3

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4

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5

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Um Devocional Diário é uma prática valiosa que pode transformar sua vida espiritual. Ao seguir essas dicas e manter um compromisso diário com a leitura e reflexão bíblica, você fortalecerá sua fé e se aproximará mais de Deus.

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