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Devocional Diário

25
terça-feira
ago

A unidade do corpo de Cristo

Be of the same mind one toward another. Mind not high things, but condescend to men of low estate. Be not wise in your own conceits.

A unidade é um pressuposto indispensável para o bom funcionamento do Corpo de Cristo, a Igreja. Desde o seu início, logo após o Pentecostes, vemos o escritor do livro de Atos dos Apóstolos descrevendo a Igreja como um grupo unido, cujos membros tinham tudo em comum (Atos 2:42). Parece que, com o tempo, essa unanimidade foi enfraquecendo, a ponto de colocar em risco a unidade do Corpo de Cristo. Vemos Paulo preocupado com isso quando escreve à igreja de Éfeso (Efésios 4:3-13); vemo-lo insistindo no assunto com os irmãos de Filipos (Filipenses 2:1-5); e, aos romanos, ele exorta a que sejam unânimes entre si. Nas outras epístolas que escreveu, percebe-se a mesma preocupação. Parece que, com o tempo, o novo mandamento deixado por Jesus à sua Igreja foi, aos poucos, deixando de ser praticado (Apocalipse 2:4).

Viver em unidade não significa anular a nossa individualidade; assim como ser unânime não tira dos irmãos a capacidade de ter opiniões próprias (Atos 17:10,11). Com efeito, a vigilância que precisamos praticar, juntamente com a oração, exige que tenhamos responsabilidade individual no cuidado conosco mesmos e com os nossos irmãos (Marcos 13:33). Paulo também mostra que cada um dará conta de si mesmo a Deus (Romanos 14:12) e que cada um deve examinar a si mesmo (1 Coríntios 11:28). Portanto, não esperemos que a Igreja se torne um agrupamento de crentes que não pensam ou que pensam de maneira uniforme. Muito pelo contrário: pelo Espírito Santo, os filhos de Deus podem alcançar um grau de compreensão tão elevado que conseguem ser unânimes sem perder sua personalidade individual, praticando a multiforme sabedoria de Deus (Efésios 3:10). É aí que reside o primeiro amor: mesmo pensando diferente, devemos agir em unidade.

Fomos chamados para viver em unidade; fomos preparados para praticar a unanimidade. O Corpo de Cristo é um em todos nós!

Deus lhe abençoe!

“Deus está mais interessado no amor entre os membros de Sua família do que na inerrância das opiniões desses irmãos” (Paul E. Bilheimer).

ORE: Deus de Amor, une-nos por meio do teu Espírito Santo, que habita em nós. Queremos ser unânimes no desejo de fazer a tua vontade. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

Marta SantosDr. Davi Ferreira
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Prévia de Amanhã

Benignidade, a prática do bem sem olhar a quem

A prática da benignidade consiste no exercício altruísta do bem diante de qualquer pessoa, refletindo o amor de Deus mesmo em contextos de adversidade.
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Devocional de Ontem

24
segunda-feira
ago

Solidariedade e empatia

Rejoice with them that do rejoice, and weep with them that weep.

Solidariedade e empatia são conceitos próximos: a primeira significa colocar-se à disposição do próximo em suas necessidades; já a segunda indica um compromisso ainda mais profundo: colocar-se no lugar do outro, a ponto de se alegrar com o que o alegra e chorar pelo que o faz derramar lágrimas. Por exemplo, quando algo ruim acontece com alguém, podemos ser apenas solidários, compreendendo o momento difícil pelo qual a pessoa está passando e oferecendo palavras de apoio ou ajuda material. Ou, então, movidos por um amor sobrenatural, podemos, além de ser solidários, colocar-nos no lugar daquela pessoa, como se aquilo que a aflige também estivesse nos afligindo.

Jesus, além de solidário com os que sofriam, pois os curava quando estavam doentes, os alimentava quando tinham fome e os aliviava quando carregavam fardos e jugos pesados, também se colocava no lugar deles. Ele era movido de íntima compaixão quando os via sofrer (Lucas 7:13); chorava quando os via chorar (João 11:35); e sofria ao vê-los como ovelhas que não tinham pastor (Marcos 6:34). Jesus não foi meramente um personagem de uma história milenar que, no momento determinado, veio cumprir sua parte e partir. Ele de fato viveu a dor de cada um, a ponto de carregar sobre si as nossas enfermidades e ser ferido para que fôssemos sarados (Isaías 53:4,5)!

A vida cristã não pressupõe apenas a teorização do amor. Podemos aprender sobre ele nos seminários, nos estudos bíblicos e em conversas edificantes sobre a fé; mas só há um meio de colocá-lo em prática: levantar-nos do nosso lugar confortável, ir ao encontro de quem sofre e dispor-nos a sofrer com ele. Da mesma forma, quando alguém se alegra, somos chamados a estar presentes para compartilhar dessa alegria.

Deus lhe abençoe!

“Deus permite que um sofra para que milhares não sofram. O sofrimento nos transforma em refúgio para aqueles que não têm com quem contar, na hora que precisam de um ombro para chorar” (Aureliano Jr.)

ORE: Deus Amoroso, tu és o nosso refúgio e fortaleza, o nosso socorro na hora da angústia. Ensina-nos a ser solidários e empáticos com o nosso irmão que sofre, chorando com ele e celebrando a sua alegria. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

JulianaJorge Augusto Nozela
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Devocional de Anteontem

23
domingo
ago

A bênção mais difícil de ser proferida

Bless them which persecute you: bless, and curse not.

Sejamos sinceros: é muito fácil, e até prazeroso, abrir a boca para proferir palavras de bênção sobre quem amamos e sobre quem nos ama. Ministrar bênçãos aos nossos amigos e parentes, ou àqueles que, de alguma forma, nos beneficiam, é mais do que uma virtude: é quase um dever (Lucas 6:32)! Mas como é difícil, quase impossível, eu diria abençoar as pessoas que se opõem a nós de alguma maneira; que são contrárias ao nosso modo de vida ou à nossa fé; que desejam o nosso lugar na sociedade; ou que, quem sabe, simplesmente nos odeiam sem motivo e nem sequer sabem por que nos odeiam (Mateus 10:22).

Quando Jesus fala de fardo, jugo e cruz na nossa caminhada terrena com ele, tenhamos certeza de que, nesse pacote, encontra-se o ofensor que precisamos perdoar, o perseguidor sobre quem devemos exercer paciência, o pecador que precisa da nossa longanimidade e o maldizente que, mesmo sem esperar isso de nós, deve receber palavras de bênção saídas da nossa boca. Certamente, esse não é um exercício cristão fácil de realizar, e não conseguiremos fazê-lo por nossa própria força. Somente cheios do Espírito Santo, frutificando como árvores plantadas junto a ribeiros de águas, poderemos produzir o fruto do Espírito no tempo certo (Salmo 1:3; Gálatas 5:22,23).

Temos o exemplo de Jesus, que, mesmo pendurado no madeiro, sangrando, perfurado nas mãos, nos pés e no lado, com um emaranhado de espinhos perfurando a cabeça, vendo as suas vestes sendo sorteadas e sentindo a falta dos discípulos que o abandonaram no último momento, ainda encontrou forças para dizer: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.

Se dissermos que somos cristãos, mas não estivermos dispostos a abençoar como Cristo Jesus abençoou, inclusive os seus inimigos, estaremos simplesmente fingindo ser o que não somos.

Deus lhe abençoe!

“Quão grande será o galardão de quem, a despeito das ofensas recebidas, ainda abre a sua boca para abençoar o seu algoz!” (Aureliano Jr.).

ORE: Deus misericordioso, sem a tua ajuda jamais conseguiremos abençoar quem nos amaldiçoa. Dá-nos um amor sacrificial que nos capacite a amar como tu amas. Amém.Mais pessoas estão orando agora. Junte-se a elas.

Jorge Augusto NozelaPrimeira Igreja Batista de Terra Nova do Norte
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3

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4

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Um Devocional Diário é uma prática valiosa que pode transformar sua vida espiritual. Ao seguir essas dicas e manter um compromisso diário com a leitura e reflexão bíblica, você fortalecerá sua fé e se aproximará mais de Deus.

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