Pacificar e edificar
So laßt uns nun dem nachjagen, was zum Frieden und zur Erbauung untereinander dient.
A fé cristã não combina com relacionamentos conflituosos. Todas as vezes que o cristianismo entrou em conflitos com outros grupos humanos, saiu extremamente debilitado. Isso não quer dizer que os cristãos devam aceitar passivamente todas as coisas (1 Tessalonicenses 5:21). Também não significa que, nos conflitos provocados contra os cristãos, haja necessariamente culpa ou dolo da nossa parte (Mateus 5:11,12). Há situações em que os cristãos precisam, sim, se posicionar com firmeza e seriedade, mas sempre procurando fazer isso com mansidão e buscando promover a paz (Romanos 12:18).
A Igreja de Cristo Jesus é edificada sobre alicerces de paz. Isso parece contraditório quando examinamos a história e vemos quantas situações de luta e perseguição os cristãos têm enfrentado ao longo dos séculos. O próprio Cristo Jesus, enquanto esteve fisicamente na Terra, foi sistematicamente perseguido, caluniado e sofreu toda sorte de oposição (João 5:18-26). Entretanto, nenhuma das adversidades que ele enfrentou foi causada por sua iniciativa ou por seu comportamento. Ele é o Príncipe da Paz; isso, por si só, já demonstra o quanto se opõe a comportamentos beligerantes entre o seu povo (Isaías 9:6).
Os cristãos são assemelhados a pedras vivas, que compõem o grandioso edifício espiritual de Deus (1 Pedro 2:5). Somos edificados e unidos pelo Espírito Santo, nosso Consolador Divino (Romanos 8:11). Essa interação, fortalecida pelo amor de Deus em nossos corações, contribui para a edificação de uma comunidade marcada pela paz de Deus, que excede todo o entendimento (Filipenses 4:7).
Trabalhemos incansavelmente pela paz, buscando uma vida harmoniosa com os nossos irmãos e uma vida quieta e sossegada neste mundo.
Deus lhe abençoe!
“Estar em paz é estar em Deus. A paz sem Deus não passa de breves momentos de sossego. A paz com Deus é a quietude da comunhão com ele e com nossos irmãos.” (Aureliano Jr.)