A morte que reconcilia; a vida que salva
Ибо если, будучи врагами, мы примирились с Богом смертью Сына Его, то тем более, примирившись, спасемся жизнью Его.
O texto acima resume de forma extraordinária a obra redentora de Cristo Jesus em favor da humanidade. O que ele realizou não foi apenas um meio de nos livrar da condenação eterna. Pela sua morte, fomos reconciliados com Deus, deixando de ser seus inimigos para viver em comunhão com ele (João 15:15). Mas a obra da redenção não terminou na cruz. Cristo ressuscitou, e é pela sua vida que temos a certeza da nossa salvação e da vida eterna (1 João 5:11-13).
Embora Deus também cuide da nossa vida presente e se importe com todas as áreas da nossa existência, até mesmo com os detalhes que muitas vezes passam despercebidos por nós (Romanos 8:32), o maior efeito da obra de Cristo foi nos libertar da morte espiritual. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados, mas Deus nos deu vida juntamente com Cristo, concedendo-nos o privilégio de sermos chamados seus filhos e herdeiros da vida eterna (Efésios 2:1-5). Que extraordinária esperança é saber que já não estamos perdidos, porque fomos encontrados pelo Bom Pastor (Lucas 15:24) e agora pertencemos a Deus para sempre (1 João 3:2).
A morte de Jesus foi, sem dúvida, um momento de profunda dor, pois nela contemplamos o preço dos nossos pecados. Entretanto, a sua ressurreição transformou essa tristeza em esperança. Cristo vive, e essa é a boa notícia que sustenta a nossa fé e alimenta a expectativa da vida eterna ao seu lado (João 3:16).
A morte de Cristo nos reconciliou com Deus. A sua vida garante a nossa salvação. Não existe notícia mais gloriosa do que essa.
Deus lhe abençoe!
"Jesus morreu para que tenhamos vida; e nós morremos para nascer de novo. Eis a mecânica da Redenção." (Aureliano Jr.)