Razão para viver
For if we live, we live to the Lord. Or if we die, we die to the Lord. If therefore we live or die, we are the Lord’s.
É ponto pacífico entre as pessoas que creem no Deus apresentado pelas Escrituras que todas as coisas e todos os seres vivos, inclusive nós, seres humanos, são criação dele (João 1:3). O Universo é extremamente complexo e harmonioso, regido por leis que permitem que os corpos celestes se movam de maneira magistral, encantando os nossos olhos quando podemos contemplá-los e despertando a nossa imaginação quando tentamos compreender sua grandiosidade. A ordem da criação não deixa de apontar para a existência de um Criador, cuja obra revela poder e sabedoria (Hebreus 11:6).
Um ser tão elevado como Deus é, por conclusão lógica, plenamente sábio e inteligente. Por isso, podemos compreender que ele não criou todas as coisas por puro capricho: há um propósito para cada coisa e cada vida criada. Por conseguinte, há uma razão para a existência de tudo; e as Escrituras demonstram que Deus nos criou para o louvor da sua glória (Efésios 1:12), glória essa que nos é revelada por meio de seu Filho, Cristo Jesus.
Nenhum outro motivo pode ser tão significativo quanto esse: vivemos para louvar a Deus, reconhecendo conscientemente a sua glória. Os anjos o adoram e o servem, e nós, como seres humanos, também recebemos a capacidade de reconhecer conscientemente o nosso Criador. Os animais manifestam a glória de Deus por meio de sua existência, mas não possuem consciência espiritual para reconhecer aquele que os criou. Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos; contudo, diferentemente de nós, não podem reconhecer conscientemente o seu Criador (Salmo 19:1).
Há uma razão para vivermos, e essa razão é glorificar a Deus. Sem esse propósito, a nossa existência perde seu sentido mais profundo, pois todas as coisas foram criadas por meio dele e para ele (Colossenses 1:16-18).
Deus lhe abençoe!
“Se Deus não fosse a razão do nosso viver, seríamos as mais infelizes de todas as criaturas.” (Aureliano Jr.)