Deus não julga como o homem
Judge me, Yahweh, for I have walked in my integrity.
I have trusted also in Yahweh without wavering.
Deus é o Juiz por excelência, e Seus julgamentos são sempre perfeitos e imparciais. Ele não inocenta o culpado nem faz acepção de pessoas. Diante do Seu tribunal, ninguém será aprovado por qualificações humanas ou méritos próprios, pois o Senhor conhece profundamente o coração de cada pessoa e sabe que todos somos pecadores por natureza. Por isso, ninguém pode alcançar a salvação por seus próprios méritos, pois ela é um dom gratuito de Deus, recebido pela graça mediante a fé (Efésios 2:8).
O propósito do julgamento de Deus não é apenas condenar, mas também conduzir o ser humano ao arrependimento. O Senhor é misericordioso, compassivo, bondoso e tardio em irar-se. Seu desejo é perdoar, restaurar e transformar vidas. Entretanto, Deus não se deixa escarnecer nem enganar pelas intenções do coração. Assim, tudo o que o homem semear, isso também colherá (Gálatas 6:7).
Mesmo sendo absolutamente justo, Deus considera a sinceridade daqueles que desejam viver em retidão. Embora nossas obras jamais possam nos justificar diante dEle, o Senhor se agrada daqueles que andam em sinceridade, praticam a justiça, amam a verdade e se afastam do mal (Salmo 15:1-5).
Andar em justiça é uma evidência de uma vida transformada por Deus. Contudo, ninguém consegue viver em retidão por suas próprias forças. Somente por meio de Jesus Cristo, o Justo, somos capacitados a viver de maneira que agrade ao Senhor. Por natureza, somos pecadores, e até mesmo nossas boas obras são insuficientes para nos justificar diante de Deus quando realizadas sem uma fé genuína em Cristo (Mateus 7:22-23).
Viver em justiça e retidão é honrar a Deus em um mundo que rejeita a santidade. O Senhor, que ama a justiça, faz florescer os justos como a palmeira, tornando-os firmes, perseverantes e frutíferos em Sua presença (Salmo 92:12).
Deus lhe abençoe!
“A justiça dos homens é cega. Mas a justiça de Deus enxerga até no escuro.” (E. M. Luz)