1 Assim como algumas moscas mortas podem estragar um frasco inteiro de perfume, assim também uma pequena tolice pode fazer a sabedoria perder todo o valor.
2 Para quem é sábio, é muito natural fazer o que é certo, mas para o tolo o natural é fazer o que é errado. 3 Todos percebem que ele é tolo; até os que não o conhecem notam a sua falta de juízo.
4 Se uma autoridade se zangar com você, não peça demissão; erros sérios podem ser perdoados se você não perder a calma.
5 Eu tenho visto neste mundo uma injustiça que é cometida pelos que governam: 6 eles colocam pessoas tolas em altos cargos e deixam de lado pessoas de valor. 7 Tenho visto escravos andando a cavalo e príncipes andando a pé como se fossem escravos.
8 Quem abre um buraco cairá nele; quem derruba um muro será mordido por uma cobra. 9 Quem arranca pedras será ferido por elas; quem racha lenha acabará se machucando. 10 Se você deixa o machado perder o corte e não o afia, terá de trabalhar muito mais. É mais inteligente planejar antes de agir. 11 Não adianta nada você saber encantar cobras se deixar que uma delas o morda. 12 Quem é sábio recebe elogios pelas coisas que diz, mas o tolo é destruído pelas suas próprias palavras. 13 Ele começa dizendo tolices e acaba falando coisas absurdas e más. 14 O tolo não para de falar.
Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã, nem pode dizer o que acontecerá depois da sua morte.
15 Somente um homem muito tolo, tão tolo, que nem consegue encontrar o caminho de casa, se esgota de tanto trabalhar.
16 Um país vai mal quando aquele que o governa se deixa levar pela opinião dos outros, e quando as autoridades começam a se divertir logo de manhã. 17 Mas um país vai bem quando quem o governa toma as suas próprias decisões, e as autoridades sabem se controlar, comem na hora certa e não bebem demais.
18 Se por preguiça você deixar de consertar o telhado da sua casa, ele acabará ficando cheio de goteiras, e a casa cairá.
19 As festas ajudam a gente a se divertir, e o vinho ajuda a gente a se alegrar; mas sem dinheiro não se pode ter nem uma coisa nem outra.
20 Não critique o governo nem mesmo em pensamento e não critique o homem rico nem mesmo dentro do seu próprio quarto, pois um passarinho poderia ir contar a eles o que você disse.
Nova Tradução na Linguagem de Hoje© Copyright © 2000 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Texto bíblico utilizado com autorização. Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil www.sbb.org.br. A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos. A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano. Você também pode ajudar a Causa da Bíblia!
1 Giftige Fliegen machen stinkend, gährend das Öl des Salbenhändlers; gewichtiger als Weisheit, als Ehre ist ein wenig Thorheit.2 Der Verstand des Weisen ist zu seiner Rechten, aber der Verstand des Thoren zu seiner Linken.3 Auch auf dem Wege, wenn ein Narr da geht, fehlt im der Verstand, und er sagt zu allen, er sei ein Narr.4 Wenn sich des Herrschers Zorn gegen dich erhebt, so verlaß deinen Posten nicht, denn Gelassenheit schlägt große Sünden nieder.5 Es giebt ein Übel, das ich sah unter der Sonne, gleich einem Versehen, welches vom Machthaber ausgeht:6 die Narrheit wird auf große Höhen gestellt, und Reiche müssen in Niedrigkeit sitzen.7 Ich sah Sklaven auf Rossen, und Fürsten wie Sklaven zu Fuße gehen.8 Wer eine Grube gräbt, kann darein fallen; und wer Gemäuer einreißt, den kann eine Schlange beißen.9 Wer Steine losbricht, kann sich an ihnen wehe thun; wer Holz spaltet, kann sich dadurch gefährden.10 Wenn das Eisen stumpf geworden ist, und er die Vorderseite nicht geschärft hat, so muß er die Kräfte anstrengen; aber der Vorteil der Zurechtmachung ist eine Frucht der Weisheit.11 Wenn die Schlange beißt ohne Beschwörung, so hat der Beschwörer keinen Vorteil.12 Worte aus dem Mund eines Weisen sind lieblich; aber die Lippen des Thoren verderben ihn.13 Der Anfang der Worte seines Mundes ist Thorheit, und das Ende seiner Rede ist schlimme Tollheit.14 Und der Narr macht viele Worte; doch weiß der Mensch nicht, was sein wird, und was nach ihm sein wird, wer kann's ihm verraten?15 Die Mühsal der Thoren ermüdet ihn, der nicht weiß, zur Stadt zu gehen.16 Wehe dir, Land, dessen König ein Knabe ist, und dessen Fürsten am Morgen schmausen!17 Heil dir, Land, dessen König ein Edler ist, und dessen Fürsten zu rechter Zeit speisen, in Mannhaftigkeit und nicht in Völlerei!18 Durch Faulheit senkt sich das Gebälk, und durch Schlaffheit der Hände träufelt das Haus.19 Zur Belustigung veranstaltet man Mahlzeiten, und Wein erfreut das Leben, und das Geld gewährt alles.20 Auch in deinen Gedanken fluche nicht dem König und in deinen Schlafgemächern fluche nicht einem Reichen; denn die Vögel unter dem Himmel möchten den Laut entführen, und die Geflügelten das Wort verraten.