Pular para o conteúdo
Publicidade

Mateus 20

A21

A Parábola dos Trabalhadores na Vinha

1 — Pois o reino dos céus é como um proprietário que saiu de manhã cedo para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2 Ele combinou pagar-lhes um denário20.2 O denário era uma moeda de prata equivalente à diária de um trabalhador braçal; também nos versículos 9, 10 e 13. pelo dia e mandou-os para a sua vinha.

3 — Por volta das nove horas da manhã,20.3 Grego: da hora terceira. ele saiu, viu outros que estavam desocupados na praça 4 e lhes disse: "Vão também trabalhar na vinha, e eu pagarei a vocês o que for justo". 5 E eles foram.

— Saindo outra vez, por volta do meio-dia e das três horas da tarde,20.5 Grego: da hora sexta e da hora nona. fez a mesma coisa. 6 Saindo por volta das cinco horas da tarde,20.6 Grego: da décima primeira hora; também no versículo 9. encontrou ainda outros que estavam desocupados e lhes perguntou: "Por que vocês estiveram aqui desocupados o dia todo?". 7 "Porque ninguém nos contratou", responderam.

— Ele lhes disse: "Vão vocês também trabalhar na vinha".

8 — Ao cair da tarde, o dono da vinha disse ao seu administrador: "Chame os trabalhadores e pague-lhes o salário, começando com os últimos contratados e terminando com os primeiros".

9 — Vieram os trabalhadores contratados por volta das cinco horas da tarde, e cada um recebeu um denário. 10 Quando vieram os que tinham sido contratados primeiro, esperavam receber mais. No entanto, cada um deles também recebeu um denário. 11 Quando o receberam, começaram a reclamar do proprietário da vinha, 12 dizendo: "Estes homens contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia".

13 — Ele, porém, respondeu a um deles: "Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário? 14 Receba o que é seu e vá. Eu quero dar ao que foi contratado por último o mesmo que dei a você. 15 Não tenho o direito de fazer o que quero com o meu dinheiro? Ou você está com inveja porque sou generoso?".

16 — Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos.

Jesus prediz novamente a sua morte e a sua ressurreição

(Mc 10.32-34; Lc 18.31-34)

17 Enquanto estava subindo para Jerusalém, Jesus chamou em particular os doze discípulos e lhes disse:

18 — Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos chefes dos sacerdotes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte 19 e o entregarão aos gentios20.19 Isto é, os não judeus. para que zombem dele, o açoitem e o crucifiquem. No terceiro dia, porém, ele será ressuscitado.

O pedido de uma mãe

(Mc 10.35-45)

20 Então, aproximou-se de Jesus a mãe dos filhos de Zebedeu com os seus filhos e, prostrando-se, fez-lhe um pedido.

21 — O que você quer? — ele perguntou.

Ela respondeu:

— Permite que no teu reino estes meus dois filhos sentem um à tua direita e o outro à tua esquerda.

22 Jesus lhe disse:

— Vocês não sabem o que estão pedindo. Acaso podem beber o cálice que estou prestes a beber?

— Podemos — responderam.

23 Jesus lhes disse:

— Certamente vocês beberão do meu cálice, mas o sentar-se à minha direita ou à minha esquerda não cabe a mim conceder. Esses lugares pertencem àqueles para quem foram preparados pelo meu Pai.

24 Quando os outros dez ouviram isso, ficaram indignados com os dois irmãos. 25 Jesus os chamou e disse:

— Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem autoridade sobre elas. 26 Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, 27 e quem quiser ser o primeiro deverá ser servo dos demais, 28 tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

Dois cegos recuperam a visão

(Mc 10.46-52; Lc 18.35-43)

29 Quando Jesus e os seus discípulos saíram de Jericó, uma grande multidão o seguiu. 30 Dois cegos estavam sentados à beira do caminho e, ao ouvirem que Jesus estava passando, puseram-se a gritar:

— Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!

31 A multidão os repreendeu para que se calassem, mas eles gritavam ainda mais:

— Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!

32 Jesus parou, chamou-os e perguntou-lhes:

— O que vocês querem que eu faça?

33 Eles responderam:

— Senhor, queremos que os nossos olhos se abram.

34 Jesus teve compaixão deles e tocou-lhes nos olhos. Imediatamente, eles recuperaram a visão e o seguiram.

A parábola dos trabalhadores

1 Porque o reino do céu é semelhante a um proprietário que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha.

2 Tendo combinado com os trabalhadores o salário de um denário20.2 O denário era o pagamento por um dia de trabalho braçal. por dia, mandou-os para a vinha.

3 Por volta da hora terceira20.3 I.e., por volta das nove da manhã. saiu e viu que outros estavam ociosos na praça;

4 e disse-lhes: Ide também vós para a vinha, e eu vos darei o que for justo. E eles foram.

5 Saiu outra vez, por volta da hora sexta20.5 I.e., por volta do meio-dia e das três da tarde. e da hora nona*, e fez o mesmo.

6 De igual modo, por volta da décima primeira hora20.6,9 I.e., por volta das cinco da tarde., saiu e encontrou outros que lá estavam; e perguntou-lhes: Por que estais aqui ociosos o dia todo?

7 Eles lhe responderam: Porque ninguém nos contratou. E ele lhes disse: Ide também vós para a vinha.

8 Capítulo 20 8 Lv 19.13;Dt 24.15Ao anoitecer, o dono da vinha disse ao administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até os primeiros.

9 Vindo os que chegaram por volta da décima primeira hora, receberam um denário cada um.

10 Quando os primeiros vieram, pensaram que receberiam mais; eles, porém, também receberam um denário cada um.

11 E, ao recebê-lo, queixaram-se do proprietário, dizendo:

12 Os que vieram por último trabalharam somente uma hora, e tu os igualaste a nós, que suportamos a fadiga do dia inteiro e o calor intenso.

13 Respondendo, ele disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário?

14 Toma o que é teu e vai embora; quero dar a quem veio por último tanto quanto dei a ti.

15 15 Dt 15.9;Rm 9.15-24Não me é permitido fazer o que quero com o que é meu? Ou os teus olhos são maus20.15 Ou tens inveja. porque sou generoso?

16 16 Gn 48.12-20;Mc 10.31;Lc 13.30Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos.

Jesus prediz novamente sua morte e ressurreição

Mc 10.32-34; Lc 18.31-34

17 17 Jo 12.12Subindo para Jerusalém, Jesus chamou os Doze em particular e no caminho lhes disse:

18 Estamos subindo para Jerusalém, onde o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas, e eles o condenarão à morte

19 19 At 3.13e o entregarão aos gentios para que zombem dele, o açoitem e o crucifiquem; mas ao terceiro dia ele ressuscitará.

O pedido da mãe de Tiago e João

Mc 10.35-45

20 20 1Rs 1.15-16Então, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se dele com seus filhos, prostrando-se e fazendo-lhe um pedido.

21 Jesus lhe perguntou: Que queres? Ela lhe respondeu: Concede que no teu reino estes meus dois filhos se sentem, um à tua direita, e outro à tua esquerda.

22 22 Sl 75.8;Jr 49.12;Mc 14.36;Jo 18.11Jesus, porém, respondeu: Não sabeis o que pedis; podeis beber o cálice que estou para beber? Eles lhe responderam: Podemos.

23 23 At 12.2;Rm 8.17;Ap 1.9Então lhes disse: Certamente bebereis do meu cálice; mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me compete concedê-lo; isso será dado para quem está preparado por meu Pai.

24 Ao ouvirem isso, os dez indignaram-se contra os dois irmãos.

25 25 Lc 22.25Então Jesus chamou-os para junto de si e lhes disse: Sabeis que os governantes dos gentios os dominam, e os seus poderosos exercem autoridade sobre eles.

26 26 Mc 9.35;1Pe 5.3Não será assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se poderoso entre vós, seja esse o que vos sirva;

27 e quem entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo,

28 28 Êx 30.12;Is 53.10-12;Lc 22.27;Ap 1.5a exemplo do Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e para dar a vida em resgate de muitos.

Os dois cegos de Jericó

Mc 10.46-52; Lc 18.35-43

29 Saindo eles de Jericó, uma grande multidão seguiu Jesus.

30 Dois cegos estavam sentados à beira do caminho e, ouvindo que Jesus passava, clamaram: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós.

31 E a multidão os repreendia para que se calassem; eles, porém, clamavam ainda mais alto: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós.

32 Jesus então parou, chamou-os e perguntou: Que quereis que eu vos faça?

33 Eles lhe disseram: Senhor, que nossos olhos sejam abertos.

34 Comovido, Jesus tocou os olhos deles; e eles imediatamente passaram a ver e o seguiram.

Estes versículos te tocaram? Ore agora!

+581 estão orando agora.

Junte-se à corrente de oração.