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Cânticos 6

As mulheres de Jerusalém

1 Para onde foi seu amado,

ó mulher de beleza incomparável?

Diga-nos que caminho ele tomou,

e a ajudaremos a encontrá-lo.

A Amada

2 Meu amado desceu a seu jardim,

aos canteiros de especiarias,

para pastorear nos jardins

e para colher lírios.

3 Eu sou de meu amado, e meu amado é meu;

ele pastoreia entre os lírios.

O Amado

4 Você é linda, minha querida,

como a bela cidade de Tirza.

Sim, é linda como Jerusalém,

majestosa como um exército com bandeiras ao vento.

5 Desvie de mim seus olhos,

pois eles me dominam.

Seu cabelo é como um rebanho de cabras

que desce pelas encostas de Gileade.

6 Seus dentes são brancos como ovelhas

recém-lavadas.

Seu sorriso é perfeito;

cada dente tem seu par ideal.

7 Suas faces por trás do véu

são rosadas como romãs.

8 Mesmo entre sessenta rainhas,

oitenta concubinas

e incontáveis moças,

9 eu ainda escolheria minha pomba, minha perfeita,

a predileta de sua mãe,

muito amada por aquela que a deu à luz.

As moças a veem e dizem que ela é feliz;

até mesmo as rainhas e as concubinas do rei a elogiam:

10 "Quem é essa que se levanta como o amanhecer,

bela como a lua,

brilhante como o sol,

majestosa como um exército com bandeiras ao vento?".

A Amada

11 Desci ao bosque das nogueiras

e fui ao vale ver as novas plantas,

ver se as videiras tinham brotado

e se as romãs tinham florescido.

12 Antes que eu me desse conta,

meu desejo me levou à carruagem de um nobre.

As mulheres de Jerusalém

13 Volte, volte para junto de nós, sulamita!

Volte, volte para que a vejamos outra vez!

O Amado

Por que vocês olham para a sulamita

enquanto ela se move com tanta graça entre duas fileiras de dançarinas?

Copyright© 2017 por Editora Mundo Cristão. Todos os direitos reservados em língua portuguesa. A Nova Versão Transformadora (NVT) e seu logotipo são marcas registradas. Usados com permissão.

1 ¿Donde se ha ido tu amado, oh la más hermosa de todas las mujeres? ¿Adónde se apartó tu amado, y le buscaremos contigo?2 Mi amado descendió a su huerto, a las eras de las especias, para apacentar en los huertos, y para coger los lirios.3 Yo soy de mi amado, y mi amado es mío; el apacienta entre los lirios.4 Hermosa eres tú, oh compañera mía, como Tirsa; de desear, como Jerusalén; imponente como un ejército con banderas.5 Aparta tus ojos de delante de mí, porque ellos me vencieron. Tu cabello es como manada de cabras, que se muestran en Galaad.6 Tus dientes, como manada de ovejas que suben del lavadero, todas con crías mellizas, y estéril no hay entre ellas.7 Como cachos de granada son tus sienes entre tus guedejas.8 Sesenta son las reinas, y ochenta las concubinas, y las doncellas vírgenes sin número;9 mas una es la paloma mía, la perfecta mía; única es a su madre, escogida a la que la dio a luz. La vieron las doncellas, y la llamaron bienaventurada; las reinas y las concubinas, y la alabaron.10 ¿Quién es ésta que se muestra como el alba, hermosa como la luna, esclarecida como el sol, imponente como un ejército con banderas?11 Al huerto de los nogales descendí a ver los frutos del valle, y para ver si florecían las vides, si florecían los granados.12 No se; mi alma me ha hecho devolver como los carros de Aminadab.13 Vuélvete, vuélvete, oh sulamita; vuélvete, vuélvete, y te miraremos. ¿Qué veréis en la sulamita? Ella será como una multitud de tabernáculos.

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