1 Ai da terra onde se ouve o zumbido dos gafanhotos, que fica para além dos rios de Cuche! 2 Terra que envia embaixadores em barcos de junco pelo Nilo abaixo! Velozes mensageiros voltarão para ti, ó forte e ilustre nação, temida em toda a parte, nação que conquista e destrói, cuja terra o rio divide. Esta é a mensagem que te é dirigida: 3 "Quando se levantar a bandeira sobre a montanha, que todo o mundo o saiba! Quando tocar a trombeta do ataque a Israel, que toda a gente preste atenção!" 4 Porque o Senhor disse-me o seguinte: "Estarei a olhar serenamente desde a minha morada, como o calor do Sol a meio do dia ou como a nuvem de orvalho no calor da ceifa." 5 Antes que comecem o ataque, na altura em que os vossos planos estiverem a amadurecer como uvas na vinha, eu vos cortarei como uma tesoura de podar; cortarei os sarmentos e os ramos. 6 O vosso poderoso exército será deixado morto no campo, para as aves de rapina e animais selvagens. As aves de rapina terão o que comer durante todo o verão; todos os animais da terra terão ossos para roer o inverno inteiro.
7 Virá o tempo em que essa forte e poderosa nação, o terror de todos, de longe e de perto, essa nação de conquistas e destruição, cuja terra o rio divide, virá trazer ofertas ao Senhor dos exércitos, a Sião, o lugar onde ele pôs o seu nome.
1 Ai da terra do zumbido de insetos
ao longo dos rios de Cuxe,
2 que manda emissários pelo mar
em barcos de papiro sobre as águas.
Vão, ágeis mensageiros,
a um povo alto e de pele macia,
a um povo temido pelos que estão perto e pelos que estão longe,
uma nação agressiva e de fala estranha,
cuja terra é dividida por rios.
3 Todos vocês, habitantes do mundo,
vocês que vivem na terra,
quando a bandeira for erguida
sobre os montes, vocês a verão;
quando soar a trombeta,
vocês a ouvirão.
4 Assim me diz o Senhor:
"Do lugar onde moro, olharei quieto,
como o calor causado pela luz radiante,
como a nuvem de orvalho no calor do tempo da colheita".
5 Pois antes da colheita, quando a floração der lugar ao fruto
e as uvas amadurecerem,
ele cortará os brotos com as podadeiras
e tirará os ramos longos.
6 Todos serão entregues às aves de rapina das montanhas
e aos animais selvagens;
as aves de rapina se alimentarão deles durante o verão,
e os animais selvagens, durante o inverno.
7 Naquela ocasião, dádivas serão trazidas ao Senhor dos Exércitos
da parte de um povo alto e de pele macia,
da parte de um povo temido pelos que estão perto e pelos que estão longe,
uma nação agressiva e de fala estranha,
cuja terra é dividida por rios.
As dádivas serão trazidas ao monte Sião, ao local do nome do Senhor dos Exércitos.