A açucena entre os espinhos
1 —Sou um narciso de Saron, uma açucena dos vales.
2 —Como açucena entre espinhos é a minha amada entre as donzelas.
3 —Macieira entre as árvores do bosque, é o meu amado entre os jovens; à sombra dele eu quis sentar, com seu doce fruto na boca.
Doente de amor
4 Ele me levou à adega, e contra mim desfralda sua bandeira de amor.
5 Sustentem-me com bolos de passas, deem-me forças com maçãs, oh! que estou doente de amor...
6 Sua mão esquerda está sob a minha cabeça, e com a direita ele me abraça.